Blog do Sarico

Putin é um sucesso


O dono da Rússia, Vladimir Putin, acha que está vencendo a guerra maluca e injustificável que lançou contra a Ucrânia, país vizinho e pertencente à antiga URSS e onde muitos russos residem com suas famílias, mas na verdade a está perdendo. E muito com ela.

E o ditador, que tem a simpatia também do Brasil, até agora, só perdeu metade das reservas internacionais do seu país, a Copa do Mundo, a ONU, a Apple, as principais petrolíferas do mundo (Shell, BP, Exxon e Total), o maior banco do país (Sberbank), os portos na Europa e nos Estados Unidos, sua companhia aérea (Aeroflot), o SWIFT (sistema global de pagamentos), o fundo soberano da Noruega (maior fundo de investimento do planeta), o iate de seu oligarca preferido (Boris Rotenberg), fabricantes de automóveis (GM, Ford, VW, Honda, Toyota, Volvo e Renault), os cartões de crédito Visa e Mastercard, a cerveja Carlsberg, o time do Chelsea, a Netflix, a Disney e o Spotify.

A lista é ainda maior, mas já dá para perceber que a guerra de Putin é um verdadeiro sucesso. Assim como ele.

E como ficará a Rússia e o seu povo depois de tudo isso?

Violência fora de controle


Neste feriadão de Carnaval, dando uma conferida nos grupos de notícias que participo no WhatsApp, chamou a minha atenção que, em quatro dias, aconteceram quatro brigas, em bailes aqui na região, com muita violência e uso de arma branca – sendo que, em pelo menos três ocorrências, foram usadas facas.

Mas, a pergunta que não quer calar é: o que leva uma pessoa a ir para uma festa – um lugar de diversão e descontração – com uma arma, seja ela qual for?

Nesse mesmo contexto, é possível citar a violência dentro e fora dos estádios de futebol – cujo maior exemplo é o ocorrido no GreNal, do último final de semana, em que torcedores colorados apedrejaram o ônibus do Grêmio, acabando por alvejar um jogador, fazendo com que o time atingido se recusasse a jogar e a partida fosse cancelada.

Aparentemente, as pessoas estão levando os seus problemas pessoais para serem resolvidos na rua – o que, aliado ao álcool e outras drogas, se transformam em uma bomba poderosíssima, capaz de atingir indivíduos que, às vezes, sequer, têm a ver com seus conflitos íntimos.

E, além disso, também não é possível identificar se toda essa violência desenfreada é resultado de descontrole ou de maldade, por parte dos que a praticam. O fato é que está se tornando perigoso sair de casa, diante dessas condições.

E isso se torna ainda mais preocupante quando se é pai ou mãe, tendo em vista que nossos filhos podem estar suscetíveis a serem alvos, indiretamente, de condutas violentas, em locais com grande concentração de público.

Diante desse caos, é necessário que estejamos sempre alertas. Não deveria jamais ser assim.

A guerra na Ucrânia


Essa invasão à Ucrânia pela Rússia é uma coisa muito séria. A Europa achou que depois de 80 anos não viria mais uma barbárie dessas e está à frente de uma nova outra vez.

Pelo que se vê na televisão e na internet, 99% do mundo condena a invasão e apenas 1% a apoia, e quem a apoia o faz por ser contra os EUA que, segundo eles, seria o culpado de todo mal que acontece no mundo. Inclusive este conflito, pensado há 8 anos pelo Kremlin.

E se a comida subir muito e a gasolina chegar a R$ 10 o litro a culpa será dos EUA?

Mas, se é assim, por que FIFA, UEFA e FIA tiraram a Rússia de suas competições e lhes aplicaram restrições? Por que as empresas gigantes estão deixando a Rússia? E por que empresas patrocinadoras das equipes e esportistas russos os abandonaram? Tudo isso não é de graça.

Ninguém mais quer saber da Rússia, apesar de sua importância para o mundo. Mas, tudo isso passará quando a invasão acabar e quando Putin deixar o poder. Não há mais clima para ele em lugar nenhum.

E mais uma coisa. Aquele 1% que apoia a Rússia ou que está em cima do muro está do lado errado da história e terá de prestar contas disso num futuro não muito distante. Haverá consequências.

Está feio para a Rússia essa invasão injustificada. Hoje, no mundo que nós vivemos, algo assim não é mais concebível. Não mesmo!

Pensamento do Dia


“O Brasil é muito importante para o mundo e não pode ser omisso neste momento”.

Douglas Koneff, encarregado de negócios da embaixada dos EUA no Brasil

Tapera 67


Parabéns ao município de Tapera que hoje completa 67 anos de emancipação político-administrativa. E parabéns aos taperenses por viverem no melhor lugar do mundo.

Viva Tapera, hoje e sempre.

O importante papel da imprensa


As redes sociais ampliaram a liberdade de expressão das pessoas, as quais passaram a ter oportunidade de emitir a sua opinião e produzir os próprios conteúdos para o público. Não, raro, principalmente, por conta do WhatsApp, em que as mensagens chegam aos destinatários de forma instantânea, os indivíduos acabam tendo certo “poder jornalístico”, pois compartilham acontecimentos cotidianos, em tempo real, com os seus contatos.

Nessa perspectiva, também existem os populares grupos de WhatsApp, pelos quais circula uma gama imensa de novidades, fofocas e, também, conteúdos inverídicos – em geral, surgidos a partir de especulações, assuntos mal-entendidos, naquele verdadeiro “telefone sem-fio”, em que a mensagem vai se modificando, conforme o entendimento do receptor.

E é importante destacar que esses conteúdos enganosos podem ser extremamente prejudiciais à coletividade – pois, dependendo do enunciado, é possível que se gere pânico na população – e, também, danos a pessoas que, eventualmente, estejam envolvidas nos fatos em pauta.

Digo isso, pois, na madrugada deste domingo (27), às 03h37, recebi uma mensagem, via WhatsApp, perguntado se eu sabia de uma briga que havia ocorrido em um evento aqui em Tapera, onde um rapaz teria sido agredido e vindo a óbito no hospital.

Às 07h, tão logo visualizei a mensagem, corri em direção à Brigada Militar, para saber se era verdade o tal fato. Um PM me disse que não sabia de nada, estando ele de plantão, na oportunidade. E, no Hospital Roque Gonzalez, fui informado de que, na madrugada, houve apenas três atendimentos de emergência, sem gravidade e, portanto, não havia sido registrado nenhum óbito.

Pois, assim são as fake news. Alguém ouve alguma coisa; acredita; dá uma aumentada, mostrando conhecer o fato; e a repassa adiante. E isso vai sendo repassado numa velocidade incrível, alcançando milhares de pessoas.

Por isso, nesses casos, é sempre importante certificar-se a partir de uma fonte segura, antes de sair replicando a “notícia”, justamente, para se evitar maiores transtornos.

Logo, mesmo nesses tempos de internet, a imprensa continua tendo papel fundamental, pois ela é a responsável pela checagem dos fatos, a fim de que sejam veiculadas apenas informações verídicas ao público.

É claro que é impossível que os jornalistas saibam tudo o que acontece na comunidade. Como sempre digo: “50% nós sabemos e 50% temos de saber”, pois o nosso trabalho é investigativo, é checar as informações a partir das fontes.

Felizmente, no caso relatado anteriormente, que supostamente teria ocorrido em Tapera, na madrugada de domingo, nada aconteceu e ninguém saiu prejudicado, em nenhum sentido. Mas, nem sempre é assim, visto que determinados boatos e informações enganosas podem ser prejudiciais individual e coletivamente.

Portanto, é necessário que as pessoas tenham responsabilidade com o que falam, escrevem e replicam na internet, pois, transmitir informações é algo que requer seriedade e comprometimento. E esse continua sendo, justamente, o papel da imprensa.

Por isso, sempre que receber alguma informação sobre determinado acontecimento, faça a checagem com alguém do meio jornalístico ou com alguma autoridade competente que possa ratificar ou não a notícia.

Pensamento do Dia


“A vida é uma pedra de amolar. Desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos”.

George Bernard Shaw

Tapera nos anos 70


Essas fotos aéreas são da Tapera na primeira metade dos anos 70, pelo que me disseram. Repare nas mudanças sofridas com o passar dos anos. Muita coisa mudou nestes “retratos”. Confira!

Ah! E antes que esqueça. Na segunda-feira (28), Tapera comemora 67 anos como município.

Cadê a terceira via?


Tem um grupo de brasileiros que não quer saber nem de Bolsonaro nem de Lula. E esse pessoal quer um novo nome para comandar os destinos do País.

Além de não querer nenhum dos dois, essa galera aposta na rejeição do atual e do ex-presidente, que não são pouca, diga-se de passagem, pelo que mostram as pesquisas.

Assim sendo, como é que os partidos políticos ainda não chegaram a um acordo? A um nome dos tantos que estão aí?

Acontece que os demais partidos e seus proprietários estão apenas pensando no seu próprio umbigo (bolso) para faturar em cima.

Na verdade, o que eles querem é que a terceira via não vingue para depois ficarem livres para abraçar quem estiver melhor nas pesquisas, ou Lula ou Bolsonaro, para assim dar sequência ao “baile”. Se é que você me entende.

Ninguém quer mudança. Nem o povo que continua elegendo sempre os mesmos.