Nesta segunda-feira (05), fazendo parte das comemorações (tímidas) de Natal de Tapera, haverá a Caminhada Luminosa pelo Centro da cidade, às 20h, e os organizadores estão pedindo que o pessoal leve junto um lenço branco, simbolizando a paz – que anda ausente no Brasil, nos últimos tempos, principalmente, por conta de divergências políticas entre as pessoas.
O Natal e a virada do ano estão se aproximando e, infelizmente, muitos estarão rompidos com seus familiares, amigos, colegas de trabalho e vizinhos. Penso, eu que, agora é o momento de resgatarmos as relações perdidas, fazendo as pazes com os nossos (des)afetos, porque é isso o que Jesus Cristo sempre pregou: o amor ao próximo.
E é esse o sentido do Natal, em que celebramos a vinda do Salvador para o nosso mundo. Que saibamos ser humildes e aceitar as desculpas daqueles que nos ofenderam e, também, perdoar a quem magoamos, seja qual for o motivo. Esse é o primeiro passo para começarmos o ano bem, em paz com nós mesmos e com nossos semelhantes.
Em frente, sempre!
O ano está acabando e estão chegando aí as festas de Natal e da virada. Assim, é imprescindível, que a cidade de Tapera esteja bonita e limpa à espera dos que aqui virão para rever parentes e amigos.
Tapera está precisando de uma limpeza nas ruas e, na avenida, que a grama dos canteiros centrais seja aparada e a sobra recolhida de imediato para não dar aquele ar de desleixo.
Por outro lado, bem que poderiam retirar aquela ilha existente na Avenida XV de Novembro, na esquina com as Rua Tiradentes e Avenida José Baggio. As caminhonetes que precisam fazer o retorno não conseguem fazê-lo devido ao avançado da calçada da Praça Central, que está sendo revitalizada. Com a troca de mão ela não tem mais sentido.
Cada vez que eu vejo um presépio e uma árvore de natal, eu me emociono. Deve ser a época do ano onde coração e consciência ficam mais leves, deixando a gente mais emotiva.
E eu fico lembrando de quando eu era criança e a minha mãe, Dona Tecla, montava o pinheirinho e o presépio. Era um momento mágico, pelo qual eu ficava encantado, e adorava participar de toda a produção.
Aquela época era tão pura e inocente, porque a gente sonhava, muito antecipadamente, com os presentes que iríamos receber na noite de Natal. Obviamente, os que a gente ganhava, de fato, não eram os desejados, mas eram suficientes para nos fazer feliz com o pouco que se tinha.
Também lembro dos presentes que as lojas taperenses colocavam em suas vitrines. E tinha cada um… Claro, não era nada como hoje. O máximo de tecnologia que se tinha, naquela época, eram brinquedos à corda, que você tinha de friccionar ele no chão para que andasse. E tinha carros, caminhonetes, caminhões e motos que ligavam as luzes e até sirene, que eram à pilha, mas bem mais caros. E conforme íamos crescendo, os presentes iam mudando, dando lugar a roupas – que, quando crianças, não gostávamos de ganhar.
O fato é que os Natais mudaram muito, neste mais de meio século. Mas, para mim, a magia e a emoção da árvore natalina e do presépio permanecem, transmitindo uma mensagem de esperança, união e paz – que são o verdadeiro sentido do Natal.
A título de informação: quem for na Igreja Nossa Senhora do Rosário da Pompeia de Tapera verá, à direita do altar, o presépio e as árvores de Natal e poderá estranhar a ausência do Menino Jesus no berço. Acontece que, segundo o Cristianismo e todo o seu simbolismo, o Salvador somente é colocado, na manjedoura, no dia em que celebramos o seu nascimento, na virada de 24 para 25 de dezembro.
O governo municipal de Tapera promoveu um leilão para a venda do castramóvel, entre outras coisas, e abriu concorrência para a exploração do quiosque da Praça Dr. Avelino Steffens. O leilão foi no último dia 29 e a entrega das propostas para o quiosque ocorreu no dia 02. Pois, ninguém apareceu para adquirir o trailer e assumir o quiosque.
Conversando com o secretário de Administração de Tapera, Stefano Simon, este me disse que a Prefeitura irá rever os critérios exigidos para tornar os dois negócios – compra e aluguel – mais atraentes, por que o que fora pedido nos editais assustou possíveis interessados.
Pelo trailer e demais equipamentos dele foi pedido R$ 106,2 mil, sendo R$ 95 mil por um e R$ 11,2 mil pelos outros.
Já no quiosque, o preço do aluguel arrepiou: mais de R$ 3 mil/mês, fora os investimentos que deverão ser feitos nele: fechamento da parte de cima, melhorias na cozinha e em toda a fiação elétrica, que está um caos; entre outras coisas. Terão ainda de construir um elevador para levar os pedidos para cima e rever a questão dos banheiros que estão do lado de fora. E, no caso de frio e chuva… O investimento no local será pesado, segundo o pessoal ligado à engenharia. Falam na casa dos R$ 100 mil.
Por outro lado, as opiniões se dividem em Tapera sobre o castramóvel e o quiosque. Boa parte da população gostaria de ver o equipamento em ação no município. E boa parte dos taperenses acha que o quiosque deveria ser melhorado, especialmente no quesito atendimento e produtos servidos. E tem gente que acha que ele deveria ser retirado da praça para que a revitalização fosse ampliada.
A Prefeitura de Tapera ainda não decidiu quando serão reeditados os dois editais de compra e aluguel dos dois bens públicos. De certo mesmo, é que haverá alterações nos dois.
“Não espere um sorriso para ser gentil. Não espere ser amado para amar. Não espera ficar sozinho para saber o valor de um amigo”.
Desconheço a autoria.
Nesta semana, faleceu o Adão de Brum, aos 76 anos. Eu o conhecia pelo grande trabalho social que fazia em Tapera, a cada final de ano, no bairro Brasília, onde residia. Quando chegava na época do Natal, ele corria pela cidade em busca de patrocínio e de doações, para presentear as crianças do bairro.
Como forma de ampliar a divulgação de sua campanha natalina, o Adão também utilizava o seu programa gauchesco na Rádio Cultura, nos sábados e domingos, para lembrar a comunidade sobre a ocorrência das arrecadações.
Algumas vezes, contribuí com a sua campanha solidária. Quando encontrava ele pela cidade, perguntava-lhe se aconteceria a distribuição naquele ano e ele, sorridente, fazia o sinal de positivo e me dizia: “conto contigo”.
Mas, por que eu estou falando do trabalho social do Adão Brum? É porque, lamentavelmente, ele não chegou a receber uma justa e merecida condecoração do município, que homenageia pessoas que fizeram algo relevante por ele.
Por outro lado, a Rádio Cultura não esqueceu do Adão e homenageou ele em 2016, com o Troféu Cidadania – um grande gesto de admiração a quem, de fato, fez algo marcante para Tapera. Essa sim uma homenagem merecida, verdadeira.
Neste ano, algumas crianças da “Brasa” ficarão sem presentes, o que é profundamente lamentável. Mas, tomara que o Adão tenha inspirando outros taperenses, para que deem continuidade ao seu trabalho, contribuindo para tornar o Natal daquela criançada mais feliz.
Sem dúvidas, o legado que o Adão deixou é de amor ao próximo, fraternidade e solidariedade – valores que, infelizmente, estão cada vez mais escassos no mundo.
Em tempo. Eu tenho em mente que uma homenagem levando o nome do município, precisa ser certeira, que o homenageado tenha relevantes serviços prestados ao município e a comunidade.
Dias atrás cobrei aqui que Tapera, diferente dos outros municípios da região, estava sem decoração para as festas de final de ano. Pois, o pessoal da Prefeitura foi para a Praça Dr. Avelino Steffens e a decorou. Colocaram lá o presépio, uma árvore natalina, muitas luzes e um túnel iluminado. Ficou bonito aquilo tudo.
Por outro lado, são poucas as casas e as empresas decoradas para os festejos de dezembro. Certamente, o pessoal está se recobrando das pancadas de 2022: pandemia (mortes), economia (preços altos e poucas vendas), política e relações pessoais.
Por outro lado, vamos torcer para que o novo ano seja melhor que este. Que ele seja mais tranquilo e, principalmente, de muita paz.
Em tempo. Depois falo da praça que está sendo finalizada a sua revitalização e que está ficando muito bonita.
Os chineses, aos poucos, estão abrindo os olhos para a realidade que os cerca. Isso porque eles estão indo para a rua protestar – algo inimaginável, até algum tempo atrás naquele país – contra a política da “Covid Zero”, que é totalmente inexitosa, apesar de o governo insistir nessa modalidade de controle da doença.
O objetivo da política da Covid Zero é tomar medidas restritivas (normalmente, fazer lockdown), de modo a zerar os casos de Covid, evitando surtos descontrolados, que poderiam colocar muitas pessoas vulneráveis em risco, principalmente, os idosos. Entretanto, isso não faz o menor sentido, sobretudo, diante da existência das vacinas.
O problema é que a China não está lidando bem com a conjuntura da vacinação, visto que apenas cerca de metade dos chineses com 80 anos ou mais receberam suas primeiras vacinas. E é com isso que o povo está insatisfeito, pois quer estar protegido e, também, quer poder retomar a normalidade de suas vidas, sem ser interrompido por lockdowns.
O fato é que as estatísticas demonstram que os imunizantes são eficazes e vêm salvando vidas, em todos os países que aderiram à vacinação em massa. Vamos ver se a China vai dar ouvidos ao seu povo e mudar a estratégia de combate ao vírus que, em dezembro, estará completando três anos de existência em nosso meio e que devastou o mundo.
Na semana passada, a direção da Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e Prestação de Serviço de Tapera (ACIT) entregou uma lembrança a dois ex-presidentes seus, que deram valiosa contribuição para a estruturação da entidade, hoje com mais de 65 anos, e que tem importante papel na história do município.
Os homenageados foram Armindo Pedro Rizzi, proprietário da antiga Relojoaria Rizzi, e Renato Alfredo Pletsch, um dos fundadores da Metalúrgica AROA.
A dupla teve papel importante na ACIT, por que houve um hiato de 10 anos na sua história, lá no começo dos anos 1970, e eles a reativaram para nunca mais parar. Depois, foram se revezando na presidência por um bom período.
O Renato foi presidente em 1973, de 1975 a 1977, de 1979 a 1982 e em 1983; e o Rizzi em 1979, de 1982 a 1983, de 1985 a 1987 e em 1988.
Uma justa homenagem prestada pela ACIT a seus ex-dirigentes e ex-empresários.
A propósito. A ACIT foi fundada no dia 15 de março de 1957 e seu primeiro presidente foi João Maximiliano Batistella, que por três vezes foi prefeito do município. O primeiro secretário foi Osmar Mombelli e o primeiro tesoureiro Dialmino Salvadori.
A Câmara de Vereadores de Tapera homenageará 11 pessoas que se destacaram nos mais variados segmentos do município com o título de “Cidadão Taperense”. A solenidade acontecerá no dia 23 de dezembro (sexta-feira), às 19h, no Centro de Eventos.
Os 11 homenageados:
ANOIR PEREIRA RORIGUES (comerciante)
CARLOS ALBERTO CARLAN MARTINS (Taperatur e Funerária Carlan)
ELIVELTON EUSÉBIO DE ANDRADE (militar)
IRENEU ORTH (ex-prefeito, suplente de senador, agricultor e empresário)
IVÂNIA MARIA ANGUINONI (servidora pública)
LETÍCIA BORGHETTI KUHN (Ex-miss RS e produtora rural)
LUIZ FRIGHETTO (GF Pneus)
MARCOS VINÍCIUS MUNIZ VELOSO (delegado de Polícia Civil)
ORLANDO ARENHARD (aposentado)
PAULINHO JAIR LACERDA (assessor parlamentar)
REIMUNDO VICENTE WERLANG (professor e LEW Editora)
Toda homenagem é válida e justa a quem faz por merecer por serviços prestados ao seu município e aos seus conterrâneos.