Vedete da pandemia
A grande vedete desta pandemia está sendo, sem dúvida alguma, o Hidroxicloroquina ou Cloroquina, que está na boca de todos no Brasil.
O intrigante é por que o pessoal da medicina e os cientistas se dividem quanto ao seu uso. Por que a divergência? Seria econômica? Ou política?
Ouvi um infectologista dizer que a droga pode ser ministrada nas fases iniciais do COVID-19 e que nas demais poderia haver complicações. Também, que a mesma somente é administrada por um médico e mediante assinatura de ciente do paciente ou de seu responsável.
Já ouvi dizer que a questão é política, com clara intenção de desestabilizar o governo. Tem muita coisa na rede embaralhando a população fazendo-a se posicionar de acordo com seu voto na última eleição presidencial.
Se médicos, cientistas e a própria OMS não se entendem com relação a Cloroquina, o que esperar de nós que só temos de nos preocupar em não pegar a doença e depois, no caso de ser infectado por ela, sermos curados.
O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que a utilização da Cloroquina em casa poderá resultar em óbito. E a ciência não garante a eficácia do seu uso.
Um funcionário de uma farmácia, que trabalha no setor há muitos anos, me disse que tomaria a Cloroquina e ainda daria para sua família, sem problema algum. Já um amigo me disse que tomaria o remédio de olhos fechados. Outro tomaria o medicamento se estivesse muito mal.
Se por ventura eu pegar Coronavírus, que quem me atender saiba como me curar e me dê o que achar melhor para isso.
E continuo me cuidando: máscara, gel, distanciamento e agasalhado.
me da o nome desta farmacia que eu nunca mais compro nada ali porque se as maiores autoridades de saude do mundo dizem que e perigoso tomar este medicamento eu não posso confiar neste farmaceutico