Pensamento do Dia
“A melhor fórmula para uma vida miserável é deixar de fazer as coisas pelas quais somos apaixonados, e passar a trabalhar apenas naquilo que temos obrigação de fazer”.
Desconheço a autoria
“A melhor fórmula para uma vida miserável é deixar de fazer as coisas pelas quais somos apaixonados, e passar a trabalhar apenas naquilo que temos obrigação de fazer”.
Desconheço a autoria
A Sexta-Feira Santa, data sagrada para os Católicos, que marca o dia da paixão e morte de Jesus Cristo, parece já não ter mais o mesmo rigor de antigamente, pois as pessoas não respeitam mais as convenções costumeiras. Acabei fazendo essa reflexão, pois, na última sexta-feira (7), me chamou atenção o fato de eu ter visto muita gente ingerindo carne vermelha, direta ou indiretamente.
E sem falar no fato de a Sexta-Feira Santa ter virado um pretexto para o pessoal comer peixe à vontade, tomando suas bebidas alcoólicas e reunindo os amigos e a família. Realmente, os tempos mudaram.
Antigamente, nessa data, era dia de jejum e abstinência – e, em hipótese alguma, se comia carne vermelha. Também não se podia ouvir música, cantar, falar alto, gritar, ingerir bebidas alcoólicas… não se podia fazer nada. Festa, nem pensar!
Lá em casa, seguíamos à risca essas regras. E, até mesmo, se a gente cometia alguma falha, quando crianças, o castigo era prometido para o dia seguinte, no Sábado de Aleluia – mas, normalmente, a mãe esquecia de aplica-lo, para o alívio da gente.
O fato é que, conforme os anos vão passando, as coisas vão mudando. Infelizmente, com a perda do pessoal de mais de idade, de outras gerações, nas quais tudo era mais rígido, essas tradições que eram cultivadas antigamente vão se perdendo ou acabam sendo relativizadas. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
E acredito que a própria Igreja Católica está em constante mudança, no sentido de “atualizar” e, até mesmo, flexibilizar certas práticas e costumes. Acho que isso é inevitável, em um mundo globalizado e tecnológico como o nosso.
Mas, acima de tudo, penso que, independentemente de qualquer simbologia ou tradição, o mais importante é termos uma crença, uma fé – seja ela qual for – pois, o dia em que o ser humano perder a esperança, ele desaparecerá da face da Terra.
Escuta, não estaria na hora de essa violência gratuita terminar aqui no Brasil? Isso já foi longe demais. Será que não estaria na hora, também, de os políticos resolverem engrossar as leis com medidas punitivas rigorosas aos que atentam contra a vida?
Se o nosso sistema jurídico (leis) está errado, que seja modificado. E se existe um melhor do que o nosso, que seja copiado.
Não podemos mais tolerar a morte de inocentes – como no caso das crianças de Blumenau, que tinham toda uma vida pela frente – e, depois, ver os seus algozes em liberdade, poucos anos após terem sido presos, seguindo as suas vidas normalmente. Isso é uma situação revoltante, que precisa ser revista.
“A vitória vem para quem luta. O milagre vem para quem tem fé. E a recompensa vem para quem confia”.
Desconheço a autoria.
O sistema de refrigeração do Centro de Eventos de Tapera (CET) está passando por manutenção, o que é maravilhoso. Há algum tempo escrevi que num evento realizado naquele belo espaço, o calor de fora era o mesmo de dentro, e que o sistema estava com problemas e necessitava de uma manutenção. Pois, o governo municipal entendeu e foi atrás e, após cinco tentativas, encontrou a empresa certa para executar o trabalho visto a complexidade de todo aquele equipamento.
Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, a empresa identificou alguns pontos com vazamento de gás, já tendo reparando-os e reposto o gás. Ela realizará ainda a substituição dos filtros e de algumas peças, bem como fará a higienização dos dutos de ar.
Lembro que alguém, certamente integrante da guarda palaciana, me criticou dizendo que eu deveria me preocupar com coisas mais importantes. Ora, se o sistema de refrigeração do CET não é importante, ele que recebe muitas pessoas daqui e de fora, eu não sei o que é importante. Mas, felizmente a administração taperense entendeu a questão e foi atrás. De parabéns ela por isso.
Aliás, como digo sempre, pequenos furos podem afundar um grande navio. É questão de tempo para isso acontecer.
Há alguns dias, viralizou na internet uma imagem do Papa Francisco vestindo um estiloso casaco branco que, supostamente, teria sido criado por um estilista contratado pelo próprio Pontífice para desenhar a peça. Ela chocou boa parte dos católicos do mundo todo, que alegaram que o Santo Padre estava exagerando, visto que deveria ser uma pessoa de hábitos humildes.
Entretanto, descobriu-se que a imagem não era verdadeira, pois havia sido criada a partir do Midjourney – uma ferramenta de Inteligência Artificial (IA) que gera imagens a partir de comandos de texto – por um artista digital “engraçadinho”, que só quis testar as suas habilidades de design, e não imaginou a repercussão que o suposto “flagra” do Papa causaria.
Em um primeiro momento, a imagem parece ser perfeita – tanto é que não levantou suspeitas, por parte do público, que acreditou em sua autenticidade, gerando surpresa e indignação.
Porém, em uma análise do contexto da imagem, é possível gerar algumas desconfianças. Primeiro, porque seria impossível o Papa estar caminhando pelas ruas, tomando um cafezinho tranquilo, sem estar ao lado de seus seguranças e sem reunir uma multidão ao seu redor.
Além disso, é preciso levar em consideração o fato de, na imagem, o Pontífice estar com a postura ereta, sendo que, já há algum tempo, em razão de sua idade, ele tem demonstrado estar bastante debilitado e quase todas as suas aparições públicas ocorrem com ele sentado em uma cadeira de rodas.
Ou seja, são motivos suficientes para desconfiar que a foto não é verdadeira. Indo mais a fundo na investigação, é possível verificar que a imagem apresenta algumas falhas, como borrões, deformidades em uma das mãos do Papa e a ausência de uma parte do cordão de seu crucifixo.
A situação, que pareceu ser engraçada, ao mesmo tempo, gera inúmeras preocupações em relação aos limites da IA, que está avançando muito rápido e, aparentemente, tirará o sono de nós, humanos.
Já pensou na quantidade de mentiras que poderão ser criadas a partir dessas ferramentas, prejudicando a reputação de pessoas e criando falsos contextos de práticas de crimes? E na política, então? As campanhas serão baseadas em uma guerra entre a verdade e a mentira – o que geraria uma situação caótica, especialmente, pelo fato de as pessoas não terem interesse em fazer a checagem dos conteúdos que recebem pela internet, acreditando em tudo o que veem.
É uma loucura tudo isso. E é inegável que algo precisa ser feito para barrar o avanço desses recursos (a IA está em constante e rápida evolução e aperfeiçoamento), pois ela já está competindo conosco, em vários âmbitos – sendo que as tecnologias devem ser criadas para facilitar a vida humana, e não para lhe causar prejuízos.
Enfim, esse exemplo da foto do Papa é só um do que está por vir, em termos de novas (e assustadoras) tecnologias. Então, fica o alerta (que eu sempre comento) para não acreditar em tudo o que se vê na internet – agora, mais do que nunca. É melhor desconfiar e pesquisar, do que ser passado para trás.
Agora, o Francisco “arrasou no look”, não é mesmo?
“O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”.
Immanuel Kant
A Prefeitura de Tapera instalou lixeiras na parte “nova” da praça central. Era um pedido do pessoal que frequenta aquele belo espaço localizado bem no coração da cidade, nos finais de tarde e à noite e também nos finais de semana.
De parabéns a administração municipal pela ação.
Agora é torcer para que as turmas das festas as usem nos finais de semana e também os demais usuários da praça.
A imprensa está noticiando que a indústria e o comércio têm grande expectativa de vendas para esta Páscoa. Mas, com esses preços?
Os preços dos ovos de chocolate estão nas alturas e o pessoal está optando por presentes mais em conta. Deverão sobrar muitos produtos nas prateleiras dos mercados e das lojas.
Por outro lado, vai ter muita criança vendo a sua cesta de Páscoa diminuída neste ano. E muitos, infelizmente, nada ganharão.
“Até que o sol não brilhe, acendamos uma vela na escuridão”.
Confúcio