No dia 16 de outubro, postei aqui que, tendo em vista o Curtume Tapera ter fechado as suas portas, não fazia mais sentido aquela sinalização existente na Rua Guido Mombelli e todo aquele malabarismo para se trafegar por ela, sem falar no seu estreitamento. Pois, nesta semana, a rua voltou ao “normal”. Tudo como era antes. Como sempre foi.

A Rodovia Emílio Theis – ERS 332, que liga Tapera a Não Me Toque, no trecho entre Tapera e Lagoa dos Três Cantos, está sendo tomada pelos buracos. A cada dia que passa eles aumentam e outros vão surgindo pelo caminho. Ontem (03), em frente ao mato de eucaliptos, vi um carro e uma moto disputando o mesmo espaço na pista, fugindo de um buraco. Os dois se cruzaram “ali”. Bicho feio aquilo.
A Rua Rui Barbosa, a qualquer hora do dia, virou uma pista de corrida. Tem um pardal na frente do Escritório Corazza que “segura” o pessoal apenas naquele local. Depois… E não tem distinção. Carros, motos, caminhonetes e caminhões – de todos os tamanhos. Todos correm.
Foi-me enviado um torpedo na quinta-feira (01), às 22h30min, e o mesmo foi recebido na sexta-feira (02), às 14h. Não sei se é o meu telefone, o telefone de quem enviou o SMS ou a operadora, sei que a telefonia está um caos no Brasil. E se fosse um caso de emergência? Como a gente fica refém das empresas de telefonia. Impotente. Sem falar na sensação de trouxa que se sente.
Não estaria na hora da Polícia Militar paulista virar o jogo? Deveria baixar a bala na bandidagem, como a PM carioca fez. E se alguém dos Direitos Humanos ou de qualquer outra entidade berrar, deveriam pegar as famílias dos policiais mortos e levá-las até a sede destas entidades para conversar. Experimentem falar em justiça para quem perdeu um pai ou marido no cumprimento do dever para o crime.
Outra coisa. Por que a cidade de São Paulo não coloca a ROTA (A polícia que mata, livro de Caco Barcellos) para “trabalhar”? Isso ai está demais.
Não estaria na hora do maior partido de oposição, o PSDB, mudar de discurso? E também de atitude? Os tucanos, assim como toda a oposição estão perdidos, no meio do nada.
Ex-presidente do BNDES no governo FHC, irmão do então ministro do Desenvolvimento, Mendonça de Barros tocou num ponto delicado na sua fala na Federasul, ao falar sobre a Ford:
“Quando fui presidente do BNDES, trabalhei para trazer uma fábrica de automóveis da Ford para o Estado e quando conseguiu, o governador Olívio Dutra, do PT, não aceitou”.
E o final da história todos os gaúchos sabem.
Até quando haverá “falhas técnicas” para causá-los, conforme diz o governo federal? E o nosso verão, com todo aquele calor?
MARCOS VALÉRIO 1 – Enquanto estava bom, todo mundo levando o seu, o operador do Mensalão era O Cara. Agora, depois que explodiu o escândalo, ele virou inimigo público número um do PT. O líder do partido na Câmara, Jilmar Tatto, disse que Valério é mau e que o PT pagou um alto preço por ter se envolvido com ele. Mas, agora, depois que o Mensalão veio à tona? E antes? Antes ele era bom?
O Brasil inteiro quer que Marcos Valério abra a boca. Que conte tudo. E inclusive relate nomes.
MARCOS VALÉRIO 2 – O homem deve ter cuidado. Deve se lembrar da morte de Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André (SP) que foi executado por saber demais (ou por dividir mal). Até hoje sua morte não foi esclarecida e nem os autores foram presos.
A morte de Celso Daniel tem duas versões. Uma da policia e do PT e a outra da família.
TRAÍDORES – Lula colocou no STF sete ministros e Dilma outros três, na verdade quatro. Assim, entende-se que os ministros deveriam atuar em favor de seus “padrinhos”. Não seria assim? Mas, não está sendo assim. Os capa-pretas estão aplicando a lei. Seriam eles traidores?
CONDENADOS – Será que quem for condenado – cadeião – no Mensalão não pedirá asilo a algum País “amigo”, daqueles que calam a imprensa e o Judiciário?
Quem for condenado, estando livre, vai ficar? “Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão…”. Lembra da música?
OS EUA, com todo seu poderio militar e dinheiro, é nada contra a natureza. Foi isso que se viu após a passagem da supertempestade Sandy. Agora, imagine uma cidade do tamanho de Nova Iorque sem energia elétrica.
Outra coisa. Os hospitais norte-americanos também não estavam preparados. Que coisa!
Quando a natureza acena a humanidade se ajoelha. Não tem outro jeito.