Na semana passada, conversando com três taperenses, dois empresários e um cobrador de uma empresa, os mesmos me contaram a epopeia que estão vivendo na Justiça por conta de ações indenizatórias. E tem cada uma… Quem acionou as empresas em que eles dirigem e trabalha não eram funcionários, mas prestadores de serviços e cliente.
Agora, tem gente que não tem consciência do que está fazendo. Ora, se uma coisa é combinada entre as partes, que ela seja cumprida. É assim na vida. Em tudo. E quem deve, precisa pagar. Isso é tão velho quando caminhar para frente.
Ouvindo a versão desse pessoal tem coisa nos processos que supera o imaginável. E o pior é que o autor da ação ganha, sempre. Quer dizer, as três empresas em questão terão de colocar a mão na carteira.
Mas, aonde é que isso vai parar? Hoje em dia não se pode mais cobrar ninguém. Nem fazer um “brique”. É Preciso ter (muito) cuidado em tudo. E com todos.
Outra coisa. Esse pessoal que está cobrando por algo que não tem direito ou que não lhe pertence, à noite, em casa, consegue olhar nos olhos dos seus filhos?
O sistema de som da Câmara de Vereadores de Tapera está precisando de uma revisão urgente, porque o barulho é irritante quando em uso. É preciso dar uma conferida na mesa de som, nos cabos e nos microfones.
A saúde no Rio Grande do Sul está um caso muito sério. Não muito diferente do que acontece no Brasil. Aqui, a novidade é a troca da ambulância pelo helicóptero. A situação está crítica. E o governo não consegue estancar o ferimento, que é gravíssimo.
Por que motorista bêbado que apronta no trânsito, principalmente o que mata, não tem seu nome exposto? Em São Paulo será assim. O nome do bonito irá para o Detran. O governador Geraldo Alckmin deu sinais de que sancionará o projeto.
Se teve coragem de aprontar, que tenha coragem de assumir.
O que o Governo Federal pretende fazer para terminar com esta questão que está começando a ferver (e feder). Questão altamente inflamável. Qual é o plano de Brasília?
O time está a caminho…
O Brasil bateu seu recorde no ranking da FIFA. A única seleção Pentacampeã mundial é 22ª colocada nele. Não tem coisa errada ai? E não é no ranking da FIFA.
No sábado (01), o América/GF/Fepol/Marasca foi a Lagoa Vermelha enfrentar o Milan, e venceu por 8 a 4. Veja 7 dos 8 gols americanos.
As imagens são de Luiz Paulo Cioatto.
http://youtu.be/eZJF0pGmGc8
Nesta segunda-feira (03), aconteceu o jantar que foi cobrado no ar, pela Rádio Cultura, no sábado (01), em Lagoa Vermelha, pelo treinador Ronaldão, do América/GF/Fepol/Marasca, do secretário de Administração de Tapera, Renatos dos Santos. O trato entre os dois foi de que, se o América vencesse uma partida fora e bem, o Renato pagaria uma janta para o Ronaldão e alguns amigos seus.
A janta saiu na casa do Paulinho Lacerda e lá estiveram, além do Ronaldão e do Renato, o vereador Luiz Carlos dos Santos, convidado pelo mano; o Douglas Orth, o Marcelo Haag (Rádio Cultura) e este jornalista, convidado que fomos pelo treinador americano. A carne foi assada pelo Nego Amorgado. O prefeito Ireneu Orth estava convidado, mas teve de viajar a Capital e não compareceu.
Ao convidar parte da imprensa local para o jantar, o treinador Ronaldão, rodado como é, sabe que ela precisa estar ao lado do clube, sempre. O Ronaldão de bobo não tem nada. Obrigado pelo convite, paraíba, e sucesso a você em Tapera.
No final dos anos 70 e início dos 80, Tapera já fervia no futsal, ali no Tenarião, um dos primeiros ginásios esportivos da região. Além do Estadual da 1ª Divisão, Tapera também batia um bolão nos campeonatos municipais e regionais. Tinha muito time bom aqui e também bons jogadores. Eu não perdia um jogo. Os campeonatos, que tinham jogos nas quartas e sextas-feiras, levavam muita gente ao Tenarião, que literalmente pegava fogo, porque todas as equipes tinham torcida e estas não paravam um instante nas arquibancadas. Uma dessas equipes, com vários títulos no armário, era o Bola 7 que, junto com o Fórmula 1, Bomba H, Lojas Maldaner, Toniollo (empresa que veio fazer a ERS 223), Caxcalho, Cotrisoja, Fênix, Banco do Brasil e tantos outros, fazia grandes jogos.
Naquela época, ninguém recebia para jogar. Na verdade, o pessoal pagava para jogar. No máximo, ganhavam um par de tênis, primeiro os Kichutes e depois as Rainhas (branca e preta), de couro e com solado de borracha.
A foto acima, do arquivo do Ernani Barboza, é de uma partida válida pelo Torneio Regional de Verão, realizada em 15 de fevereiro de 1978. Ela foi tirada onde hoje é a copa, na saída para o palco externo do Tenarião.
Só que, analisando a foto, o escudo nas camisas não é do Bola 7, mas da Lojas Maldaner, empresa que funcionou por muitos anos onde hoje está a Uzzinna, na Avenida XV de Novembro, em frente ao Clube Aliança, e que também levantou muita taça em Tapera.
Confere ai, Ernani, e me fala.