Blog do Sarico

Contratação de PESO


imagesO Inter quer contratar Adriano Imperador. Certamente, depois, vai contratar os bichinhos da campanha da RBS. As noites de Porto Alegre nunca mais serão as mesmas.

Tapera está ganhando um delegado de polícia


Os 47 novos delegados formados na 45ª turma da Academia de Polícia tomaram posse nesta manhã, no Palácio de Polícia, em Porto Alegre.

Além dos ofícios de designação para 47 sedes de comarcas no interior do Estado, escolhidos por ordem de classificação no curso de formação, os delegados receberam os objetos de trabalho, tais como arma, munição, colete, algema e identificação pessoal.

Tapera receberá o delegado Marino Franceschi. Não se tem maiores informações de quando ele chegará ao município, nem de quando será sua posse.

Poli, 25 anos


No próximo dia 23 de outubro o Ginásio Poliesportivo estará completando 25 anos. O Poli, como é carinhosamente chamado pelos taperenses, é uma das maiores obras de Tapera e um dos orgulhos do município.

E, ao que parece, já estão pensando em alguma coisa para comemorar este quarto de século. Cabe e merece.

O Poli, construído pelo prefeito Ireneu Orth, em seu primeiro mandato, tem uma história curiosa em seu nome. A ideia inicial era chamá-lo apenas de Ginásio Poliesportivo e Cultural. Mas, como na cidade estavam chamando-o de “Ortão” e “Ortelão”, um vereador da oposição, que era maioria na Câmara na época, entrou com uma proposição para chamá-lo de Ginásio Poliesportivo e Cultural Presidente João Goulart. A matéria, criada para ofuscar o apelido e, ao mesmo tempo provocar o governo municipal, foi aprovada por 5 a 3. A ideia do nome surgiu em uma janta no Parque Aquático Taperense. A vontade de apelidar o ginásio de “Jangão”, não vingou. Hoje, o taperense lembra que o ginásio é Presidente João Goulart apenas porque está escrito na sua fachada. Nem a família do ex-presidente sabe que o Poliesportivo de Tapera leva o nome de Jango.

São coisas da política local que, felizmente começaram a mudar no governo Nelson (Balensiefer) e Roque (Simon) – 2000/2004, quando PP e PMDB, dois adversários históricos, deixaram o passado de lado, suas divergências e excessos para começar a se caminhar de mãos dadas para frente. Ainda há muito coisa a ser superada, sabe-se, mas o importante é que se começou. E Tapera evoluiu significativamente.

Tomara que a Administração Municipal faça algo grande para comemorar os 25 anos do Poli, porque quando o pessoal vem a Tapera jogar e vê seu ginásio de esportes fica maravilhado com ele. Já vi um jogador, que já jogou na seleção brasileira, olhando admirado para o interior do Poli, e dizer: “Mas, como é que eles conseguem fazer uma coisa dessas aqui?”.

Delay


imagesVocê ainda vai ouvir falar muito sobre ele na Copa das Confederações e ano que vem na Copa do Mundo. E também na Olimpíada de 2016.

Delay é uma dor de cabeça para as emissoras de televisão e rádio, pois o som chega com atraso.

O QUE É? Delay é o termo técnico usado para designar o retardo de sinais em circuitos eletrônicos, geralmente o atraso de som nas transmissões via satélite. Tempo de atraso de um sinal, em reverberação, eco, ou em equipamentos eletrônicos em geral.

Ronaldinho Gaúcho


downloadOntem, quando vi os gols de Atlético MG 2 x 0 Grêmio, na comemoração de Ronaldinho Gaúcho, que marcou os dois, chamou minha atenção a cor de suas chuteiras: vermelhas. Seria provocação ou o dentuço é Colorado?

Neymar


download (1)Não adianta. Na Seleção o carinha de risadinha sem graça e cheio de dinheiro no banco, não dá certo. No Santos deu. E no Barcelona, dará?

Galvão Bueno


Não estaria na hora dele deixar a televisão? Tá brabinho de aguentar o homem na telinha. E os novos que estão ai não empolgam. Que fase!

Espionagem


downloadAgora se descobriu que o governo dos EUA bisbilhotava a vida dos cidadãos norte-americanos, sem mais nem menos. E sem autorização da Justiça. Fazia por fazê-lo. Não pode! Que feio, Obama.

Empate amargo


imagesNo sábado, cheguei ao Ginásio Poliesportivo, e a primeira pessoa que encontrei foi o Cali Crestani, presidente do Grêmio Esportivo América e patrocinador – Cegel – do time campeão da Série Prata 1996. Ele chegou e me pediu o que achava do jogo. Disse a ele que, analisando a tabela, com a América em 3º e a Sapucaiense em 9º, daria Tapera. E com folga. Errei, pois o América empatou no limite de tempo e o resultado foi comemorado, dentro e fora da quadra, como se tivesse havido goleada.

O jogo começou bem, com o América/GF/Fepol/Marasca bem postado em quadra, atrás e na frente. O time marcava e tocava a bola. Aumentar o escore era questão de tempo, mas isso não aconteceu, pelo menos na primeira etapa. O primeiro período terminou 2 a 0 para Tapera. E o pessoal achou, inclusive eu, que tudo aconteceria na etapa final, porque o América só venceu por goleada nesta temporada e naquela noite haveria uma nova. Pois ela não veio. Aliás, o que veio foi um tremendo cagaço. Quando o Sapucaiense fez 3 a 2, eu e todos que estavam no Poli, enlouquecemos. Eu e os demais que estavam na tribuna de honra, olhamos uns para os outros, não acreditamos no que estávamos vendo.

O time de Ronaldão abusou de errar gol e de não passar a bola a quem estava melhor posicionado para marcar. Também, pelo excesso de preciosismo de alguns jogadores. Essas três coisas, se não forem corrigidas, poderão virar uma grande dor de cabeça e, na hora de se fazer contas, vai faltar número. E isso não é nenhuma surpresa em Tapera, porque já aconteceu muitas vezes aqui. Lembram?

Mas, o que parecia que aconteceria, não aconteceu. O América começou a se “achar” em quadra e a Sapucaiense, que esteve focada o tempo todo no jogo, viu que seu adversário não era perigoso e tratou de ajeitar o cenário para si. E deu certo. Marcando, tocando e atacando foi lá e sacudiu o América, que nem viu de onde veio o raio. Faltando 22 segundos para o fim da partida, o América acordou e empatou. Imagine, um jogo que tinha tudo para se somar 3 pontos, ganhar 1 e comemorar como se tivesse vencido. O América, se quiser vencer, vai ter de querer vencer.

Não vamos fazer terra arrasada, mas o América/GF/Fepol/Marasca precisará ser mais sério em quadra, afinal o turno está no fim. E sábado (15/06), tem clássico contra o Arsenal, em Não-Me-Toque.

RONALDÃO – Me contaram que o treinador americano teria ficado chateado comigo porque o chamei de paraiba. Professor, não me queira mal, pois o paraiba é de coração, assim como chamo os amigos catarinenses de catarina. Grande abraço, e endireita esse time.