Pensamento do Dia
“Se for bom de verdade não é verdade. Pode desconfiar”.
Desconheço a autoria.
“Se for bom de verdade não é verdade. Pode desconfiar”.
Desconheço a autoria.
Essa proposição que os quatro vereadores do Progressistas de Tapera – Pipe, Márcio, Vandinho e Solange – tiveram aprovada, por unanimidade na última sessão, realizada na segunda-feira (06), que trata sobre um recurso de mais de R$ 957 mil destinado à saúde do município, vai dar o que falar. Antes da sessão, quando os vereadores se reuniram com o pessoal da contabilidade da Prefeitura para lhes pedir informações a respeito, houve divergências quando a destinação do valor entre os vereadores.
Esse valor de R$ 957.597,34 é dinheiro federal que veio para o município para ser aplicado na saúde e que está depositado no Fundo Municipal da Saúde (FMS). Souberam do tal valor e foram atrás dele e decidiu-se criar a proposição para que fosse endereçada ao custeio de exames pendentes e para a compra do tomógrafo e do mamógrafo para o Hospital Roque Gonzalez.
Eu conversei com o presidente da Câmara de Vereadores, Pipe dos Santos (Progressistas) e, segundo ele, a proposição foi ingressada, caso o referido valor for correspondente a sobras de emendas parlamentares e recursos vinculados, ou seja, valores inertes em contas do Fundo Municipal da Saúde, já que o saldo é existente, que o respectivo valor seja direcionado ao pagamento da integralidade dos exames pendentes na saúde pública, onde o restante deverá ser disponibilizado para a compra do tomógrafo, sendo que, o recurso do mamógrafo virá de emenda parlamentar já solicitada.
Pipe me contou ainda, que agora irá em busca de mais informações sobre o referido recurso, como também, se o mesmo está disponível integralmente para o que foi destinado na proposição apresentada na Casa Legislativa.
Na próxima sessão, na segunda-feira (13), deverá haver novidades sobre o assunto.
O tomógrafo do Hospital Roque Gonzalez de Tapera se tornou uma novela. Foi buscado recurso para a sua aquisição, pois é uma solicitação da classe médica, e obtido, porém a sala que o receberia demorou para ser aprovada pela Coordenadoria Regional de Saúde e o dinheiro que veio para este fim, cerca de R$ 800 mil, acabou sendo aplicado em outras ações no município. Agora, com estes mais de R$ 957 mil, pode ser que o tomógrafo desembarque de vez em Tapera.
Eu tenho ouvido e lido que tudo isso que anda acontecendo no mundo todo já aconteceu antes em algum lugar. Pode até ser, mas com esta intensidade e com tamanha destruição?
Podem até dizer que não havia televisão e internet para que o mundo soubesse sobre o que aconteceu um dia em determinado lugar, mas me assusta quando moradores antigos dizem nunca terem visto ou ouvido falar a respeito.
E aqui no Brasil, só para ficar aqui. Enchentes no Sul e seca no Norte. Eu não lembro de ter acontecido o que aconteceu há pouco tempo no Vale do Taquari aqui no Estado, e o pessoal no Norte dizendo jamais ter visto os rios chegarem a um nível como os de agora. Está todo mundo assustado com o clima.
Tem coisa errada aí, sim, e a tendência é piorar. De todas as maneiras e em todos os lugares. Muito em breve não haverá lugar seguro no planeta.
Não é medo, nem propagação de desgraça ou pânico, mas preocupação. Muita preocupação.
“Se não pudermos fazer grandes coisas, façamos com amor as pequenas coisas”.
Madre Teresa de Calcutá
A praça central de Tapera está cheia de lixeiras, mas para alguns dos seus frequentadores, principalmente os da noite, elas parecem ser apenas adorno do local.
Na manhã deste domingo (05), fazendo a minha caminhada matinal, flagrei esta cena, bem em frente à Casa Paroquial. O pessoal fez a sua festa, merecida, diga-se de passagem, mas deixou o seu lixo espalhado pelo chão e sobre um dos bancos, sabendo que ao lado, a pouco mais de um metro de onde estavam, há uma lixeira.
Felizmente, tem alguem que recolhe cedo o lixo deixado para trás colaborando com a limpeza da cidade.
O lixo em Tapera é um problema crônico. E não é de hoje.
Por outro lado, o pessoal que trabalha ou necessita do plantão do Hospital Roque Gonzalez, revela as peripécias que os frequentadores noturnos da praça fazem atrás dela, no escuro, na Rua Rui Barbosa. Dizem que é comum meninos e meninas se aliviarem atrás das árvores, sem nenhuma cerimônia. Pedi se o fato era pela falta de banheiros na praça, e o pessoal diz que mesmo com eles a galera prefere o “ar livre”.
Complicada a coisa aqui.
Numa noite dessas, chamou minha atenção um programa na televisão sobre meio ambiente. E ele falava sobre a importância das abelhas e dos pássaros na natureza para a proteção da humanidade.
Segundo ele, sem abelhas não haveria mel nem a polinização de inúmeros alimentos como as frutas, legumes e grãos, que garantem a segurança alimentar da humanidade.
E segundo a FAO, sem abelhas o ser humano não viveria quatro anos. Comeria os estoques mundiais de alimentos e não haveria mais comida no planeta para alimentar as mais de 8 bilhões de pessoas. Alertou, que as abelhas estão desaparecendo aos poucos o que acende o alerta à humanidade.
Já sem os pássaros, não haveria polinização de plantas, dispersão de sementes, controle de pragas, especialmente dos insetos, que se criam em ritmo acelerado diariamente, e atacam plantações causando grande prejuízos.
O programa não esqueceu do aquecimento global. Não falou sobre desmatamento, destacando apenas o que as indústrias jogam todos os dias na atmosfera no mundo todo, especialmente na China e nos EUA.
O homem caminha por uma estrada muito perigosa. E um dia terá de decidir entre perder os anéis ou as mãos. E este dia fatalmente chegará
“O vencedor é apenas um sonhador que já falhou inúmeras vezes, mas que nunca desistiu”.
Desconheço a autoria.
Em 1925, a comunidade italiana de Tapera prestou uma homenagem ao cinquentenário da imigração italiana ao Rio Grande do Sul, construindo na praça central, um monumento com a imagem de Dante Alighieri, maior poeta italiano. Eu soube que naquele monumento existe, no seu interior ou enterrado abaixo dele, um baú. Pois em 2025, o monumento estará completando 100 anos. E essa “cápsula centenária” poderia ser aberta daqui a dois anos, se ela existir, claro, para sabermos como era a Tapera daquela época e, em seguida, se colocar uma nova com documentos, jornais, revistas, fotos e outros, para que daqui a 100 anos os taperenses saibam como era a Tapera do nosso tempo.
Nas fotos, é possível ver o monumento atual e a foto da inauguração dele e também os “figurões” da Tapera daquela época.
E na foto, da inauguração, três coisas chamam atenção: 1 – Não há mulheres nela, 2 – O campanário da antiga igreja de madeira e parte dela, e 3 – será que todo esse pessoal residia aqui?
A outra foto mostra a festa de inauguração do referido monumento. E de onde ela teria sido batida? Pelo ângulo, foi do alto do prédio onde estão hoje a Ki-Presentes, a Palladio e outros. Mas, sobre o que se não havia nada aqui?
Estas fotos vieram da coleção do taperense Celso Dallanora.
Eu sou colorado, já fui fanático e hoje, talvez pela idade, estou mais tranquilo com relação ao futebol e seus debates, mas está difícil de aceitar os fiascos que o time vem produzindo nos últimos tempos. É, praticamente, um a cada ano. Ou mais de um.
O Inter precisa mudar, e com urgência, pois do jeito que a coisa vai só tende a piorar.
“Vai logo porque enquanto você pensa o tempo só passa”.
Frase recolhida no para-choque de um caminhão.