Impunidade
Quando ela acabará no Brasil? E quando esse País se tornará adulto?
Quando ela acabará no Brasil? E quando esse País se tornará adulto?
Por que o Brasil pede ajuda aos EUA para ter lugar no Conselho de Segurança da ONU e assim ter poder de veto? Nunca terá este apoio e o motivo é bem simples. O Brasil não é amigo dos EUA, mas é amigo dos inimigos dele. E por que, então, o Brasil não pede apoio para a Rússia ou a China, que não são amigos dos EUA?
Para tudo existe uma explicação. Os EUA são parceiro do Brasil, mas estão sempre com um pé atrás. É mais ou menos como aquele amigo que a gente tem e que nos aplica, volta e meia. Por ser amigo, a gente tolera, mas sempre com reserva.
Bem que a presidente Dilma poderia ter a mesma postura que teve na ONU, contra os EUA e sua espionagem, com os problemas que sufocam o País.
E se ela tivesse a mesma “pegada” com a saúde, a educação e a segurança, só para ficar nestes?
Mais uma coisa. O Brasil ficou sabendo que estava sendo espionado pelos EUA através do Fantástico da Globo. O serviço de inteligência brasileiro não sabia disso?
Um dos marcos da história taperense, o Tapera City Hotel, que se encontra localizado no centro da cidade, logo vai estar nos noticiários e também nas rodas de conversas, da cidade e do interior. O assunto deixará as conversas reservadas, a boca pequena, porque entrará em liquidação extrajudicial e será vendido pelos seus sócios.
Só que esta venda deverá ter desdobramentos em função do número do seu quadro social que, ao que parece, é muitas vezes maior do que se pensa.
Uma carta, encaminhada aos sócios no último dia 05 de setembro, por uma banca de advogados de Porto Alegre, comunica-os que a sociedade pretende vender o prédio onde estão o hotel, as lojas e os estacionamentos, e pede pelo bem R$ 3.961.646.00. Como liquidante foi nomeado Antônio Bonato, sendo seu representante no município, Paulo Mariani.
No dia 31 de agosto, às 10h, os sócios do Tapera City Hotel Ltda se reuniram, com a banca de advogados, na sede da ACIT, para acertar os detalhes da venda e colocar aos 12 sócios as regras do negócio. Ao que parece, outros sócios, que não integram o primeiro “escalão”, achando que tem parte na sociedade por terem, eles e seus familiares, ajudado na construção do mesmo com dinheiro, madeira, animais e outros, não concordam com a forma que se pretende levar a venda, a divisão do patrimônio, uma vez que as partes envolvidas seriam bem maiores.
Conversando aqui e ali, buscando uma informação ali e aqui, fiquei sabendo que o Tapera City Hotel Ltda tem, além dos 12 associados “oficiais”, mais 494 que ajudaram a erguer o prédio nos anos 60 e 70. Ao todo, seriam 506 e as cotas da sociedade passariam de 18 mil.
Quando o Tapera City Hotel começou a ser construído, em 1962, um grupo de pessoas se reuniu para ajudar no desenvolvimento do recém emancipado município e optou pela sua construção. Na época, era uma obra considerada muito grande para uma ex-vila. Assim o grupo, para apressar a sua conclusão, feita em três etapas, precisou buscar ajuda na comunidade, na cidade e interior. E foi o que fez. Hoje, conversando com pessoas da cidade e do interior, grande parte delas tem pelo menos uma história de contribuição de sua família na construção do TCH. Uma delas, do interior e que pediu anonimato, me disse que cansou de ver o seu avô levar “coisas” para a obra e que não teria sido uma única vez. “Eu sempre soube que a nossa família tinha parte naquilo porque muita coisa foi levada para lá. Quando o pessoal nos visitava, pedindo colaboração, não tinha como dizer não a eles. Tinha gente que não tinha como ajudar, mas não podia negar o pedido e acabava ajudando”, disse ela, se referindo a quem vinha até eles pedir a colaboração, e sua importância na cidade.
O estranho é que ninguém em Tapera quer falar abertamente sobre o assunto. Eu mesmo conversei com algumas pessoas de mais idade, para tentar levantar informações, mas ninguém fala nada abertamente, com medo de que haja algum problema, certamente sobre um possível estremecimento em alguma relação pessoal ou familiar. Falam pouco e pedem segredo. Outra pessoa, da cidade, que também pediu anonimato, e que conhece a história, acredita que tudo terá desdobramento na Justiça, porque aqueles sócios de antes, os oficiais e os “bastardos”, como chama os 494 que estão fora da relação “oficial”, hoje estão ligados por laços familiares e, dependendo do rumo que a coisa tomar, poderá haver abalo, sim, nas relações familiares e de amizades. “Quem mora fora de Tapera não tem o que temer, mas e quem mora aqui e que se encontra todos os dias, como farão?”, questiona ela.
Olhando documentos e nas poucas informações colhidas, vi que num deles diz: “Aos cotistas cabem todos os direitos e deveres previstos no estatuto do Tapera City Hotel Ltda, registrado na Junta Comercial do Estado sob número 150.428”. Outro reconhece que a entidade possui 500 cotistas. Os documentos datam dos anos de 1960.
A questão do Tapera City Hotel está na rua. E é polêmica em se tratando de uma cidade do tamanho de Tapera, com pouco mais de 10,5 mil habitantes e suas peculiaridades. Vamos ver o que acontece a partir de agora e qual serão os rumos que a coisa tomará. E tudo vai girar em cima da divisão, justa, das partes envolvidas. Pelo menos é isso que se percebe nas conversas com quem tem a ver com o Tapera City Hotel.
E como será a sessão tortura hoje?
O Inter terá de jogar bem, para ganhar bem, pois vai decidir seu futuro em Curitiba.
Um passarinho amigo, de Ibirubá, me contou que nos próximos dias deverá ser anunciado o curso superior de Agronomia no IFRS Campus Ibirubá. Disse ainda que, para se tornar oficial, precisa apenas o anúncio conjunto entre a reitoria do Instituto Federal e as autoridades locais.
O Alto Jacuí está mesmo num grande boom, sendo referência no Rio Grande do Sul. Se a notícia for confirmada, a região dará mais um (grande) salto para o desenvolvimento. Já pensou fazer Agronomia em “casa”?
Nesta terça-feira (24/09), vendo a RBSTV Passo Fundo, chamou minha atenção uma reportagem feita no município de Planalto sobre bambu gigante e sua utilização variada. Para minha surpresa, o entrevistado era o artista plástico taperense Cali Ciprandi. Como é bom ver taperense fazendo bonito fora de Tapera. Parabéns, Cali.
Maluf, Azeredo, Collor e Barbalho têm opção de ingressar com embargos infringentes. O Supremo abriu um precedente para que isso aconteça. No final das contas o crime compensa, sim.
E ai, o treinador colorado permanece ou não no cargo?
No outro lado já começou a campanha “Fica, Dunga!”. Que fase!
Será que a direção do Inter já percebeu que o problema do time é na retaguarda? Os laterais são limitados, os zagueiros são lentos e o goleiro é vacilão. É só isso.
E afinal, quem manda no Inter?
O maior ginásio de esportes de Passo Fundo, o Teixeirinha, está vindo abaixo. Nesta semana parte da sua fachada caiu. A obra, que era para ser um cartão postal de uma das mais importantes cidades gaúchas, está jogada ao tempo, sem uso. Mas, quem construiu aquilo lá? E que material utilizou?
E a fiscalização da Prefeitura de Passo Fundo na época, o que fez? Mas, o que fazem com o dinheiro público…