Nesta manhã, vindo para o JEAcontece, me deparei com uma cena que me encantou os olhos: parte da Avenida XV de Novembro limpa e pintada. Aquilo me encheu de orgulho.
Na parte da tarde, toda a Avenida tinha sido limpa e pintada. Acontece que Tapera se prepara para a 8ª Expotapera, que acontece de 10 a 13 de outubro, no Tenarião.
Agora, bem que a Avenida XV de Novembro poderia estar limpa e pintada o ano todo. Tapera, quando se quer, se transforma em uma joia maravilhosa.
1º – O Comando Vermelho, que voltou a acompanhar o América/GF/Fepol/Marasca na competição;
2º – O 1º gol do Milan foi em cima de dupla falha do América (02:02);
3º – O 1º gol do América, marcado por Nuno, foi bonito (02:56);
4º – O gol que o Maurício perdeu (03:30) quando o jogo estava 1 x 1, fez falta;
5º – O 3º gol do Milan também foi em cima de uma falha (08:00);
6º – A torcida milanesa, atrás do banco do América, não deixou o técnico Ronaldão trabalhar;
7º – O gol do Maico (América), no final da partida, teve uma pitada de sorte.
Agora, o América/GF/Fepol/Marasca precisa vencer o jogo da volta, que será em Tapera, no sábado (12/10), feriado nacional do Dia da Criança, no tempo normal e na prorrogação.
A narração é de José Luiz de Mello Ortiz e as reportagens de Marcelo Ricardo Haag, da Rádio Cultura de Tapera.
As imagens são de Jonas Müller e Luiz Paulo Cioatto.
Neste domingo (06/10), após o meio-dia, dormindo para recuperar as energias gastas durante a semana, às 14h22min, um carro que vende picolé, com o volume nas nuvens, parou bem em frente à minha janela para atender a criançada. E o motorista nem se deu o trabalho de baixar o volume. Nem vou falar do susto que levei. Ser acordado com um alto falante a mil por hora na sua janela não tem preço. Maravilha!
À noite, alguns vizinhos, indignados com o barulho, lamentavam ter seu sono domingueiro (e sagrado) interrompido pelo carro do picolé. Como disse um deles: “Vamos ter de ir a Passo Fundo nos queixar ao bispo, porque aqui em Tapera não adianta”. Coberto de razão.
Enquanto isso Tapera continua refém do barulho, sem regulamentação da propaganda de rua. Maravilha (de novo)!
Não se é contra a propaganda de rua, mas ela precisa ter dia, horário e volume. CLEAR?
Na manhã do último sábado, descendo a Avenida XV de Novembro, chamou minha atenção a quantidade de garrafas quebradas ao longo da mesma. O pessoal, além de não colocar o resultado de sua festa no lixo, local correto, ainda quebrou garrafas na calçada e na via. Que feio!
Essa foto veio do álbum do Ademir “Miri” Gehrke e foi tirada no Tenarião, em Tapera (RS), no final dos anos 70, durante um dos grandes (e saudosos) campeonatos municipais de futsal que aconteciam no município.
Vendo essa foto lembrei de como era o futsal em Tapera antigamente, fazendo um comparativo com o atual. Nos anos 70 e 80 tinha boleiro aqui por todos os lados e era difícil sair campeonato ruim, pois a cada ano um time levantava o título e todo ano um ou mais jogadores se destacava. Hoje, além de não termos mais grandes boleiros, não se consegue montar bons times com bom nível técnico. Sem falar que são sempre os mesmos que levantam o caneco.
Apesar de jogar com outras regras, o nível do futsal taperense há mais de 20 anos dava de goleada no atual. Digo isso de cadeira, pois acompanho o esporte desde 1972. E me preocupo com o que está vindo ai.
Parabéns a essa galera da foto. Do grupo, aqui em Tapera o Miri Griebeler, o Hardi e o Airton ainda teimam em correr atrás “dela”. Parabéns a esses “garotos”.
No último dia 01, eu e o Vilmar Paulo Donatti, estivemos em Soledade no 1º Encontro Regional com a Imprensa, promovido pelos Sicredis Botucaraí (Soledade) e Espumoso. O evento deu-se no auditório da cooperativa de crédito soledadense.
O Encontro serviu para estreitar a relação das cooperativas com os veículos de imprensa das duas regionais.
Após a palestra com o gerente de Comunicação e Marketing da Central Sicredi Sul (RS e SC), Ivan Carlos Novello, que falou sobre o posicionamento estratégico da comunicação do Sicredi, houve um show de mágica e em seguida foi servido um coquetel.
O América/GF/Fepol/Marasca largou mal nas Quartas-de-Final (2ª fase) da Série Prata. Jogando em Lagoa Vermelha, neste sábado, contra o Milan, não resistiu e perdeu por 3 a 2. O time jogou bem num bom jogo, segundo quem o assistiu.
Pelo que acompanhei no rádio, os gols que o América levou foram por falha de marcação. Agora, no jogo de volta, espera-se que o time corrija a marcação porque uma única poderá resultar em férias antecipadas e abortamento de todo um planejamento.
No jogo de Lagoa Vermelha a arbitragem foi muito criticada pela equipe taperense pelos critérios adotados na marcação de faltas e na aplicação dos cartões.
E teve mais. A comemoração de um gol do treinador do Milan em frente ao banco americano e as cusparadas que a torcida deu no pessoal que estava nele sentado serão utilizados como combustível para o América no sábado, para passar de fase. O time veio de Lagoa Vermelha mordido.
O América joga tudo neste sábado, no Poliesportivo, contra o mesmo Milan, precisando vencer no tempo normal e também na prorrogação. A equipe joga por duas vitórias, que não serão impossíveis de ser buscadas. O time é bom, tem um bom elenco, joga bem no Poli e terá o apoio de sua torcida. Se vencer o Milan o América pegará Arsenal ou AGF na Semifinal (3ª fase). E ai estaria a dois jogos de fazer uma nova final buscando o Bicampeonato. E não é impossível.
Se terminasse hoje a fase (2ª), o América estaria fora e a 3ª teria: ASTF (2) x Sapucaiense (5) e Milan (3) x Arsenal (4), com os jogos da volta em Teutônia e Guaíba.
E o grupo americano que tire a semana para treinar forte e mentalizar as duas vitórias. Menos do que isso é impensável. Pra cima do Milan, América.
O Inter bateu o Fluminense hoje à tarde, em Caxias do Sul, por 1 a 0. E jogou bem, depois de quatro derrotas e um futebol de chorar. Alguém tem dúvida que o time queria sacar o Dunga do comando?
Os associados do Tapera City Hotel Ltda se encontram no município, com os advogados de Porto Alegre, para uma reunião. A mesma deverá acontecer entre hoje e amanhã (sábado), em local ainda não sabido. O liquidante, Antônio Bonato, também está na cidade. Segundo uma pessoa que pediu para não ser identificada, o grupo veio a Tapera para tratar da divisão dos lucros da entidade.
Depois que postei a história da venda do Tapera City Hotel Llda aqui, que estava sendo comentada na cidade a boca pequena, em lugares fechados, muitos taperenses, a maioria filhos e netos de pessoas que ajudaram a construir o Tapera City Hotel nos anos 60 e 70, vieram até mim dizendo que sua família tem parte no empreendimento.
As pessoas me pedem o que fazer. Estou sugerindo a elas que procurem um advogado, munidos de cópia dos documentos, e vejam com ele o que pode ser feito, porque se pessoas ajudaram na construção e a elas foi dito (e escrito) que elas também são sócias, estas tem direitos, tanto como os 12 “oficiais”.
Inclusive, nossa família tem parte no Tapera City Hotel e também queremos saber como ficará a questão. Acredita-se que a coisa toda será decidida na Justiça. Tem quem ache que não.
Segundo se está sabendo, ao invés de 12 associados, a entidade teria outros 494, o que totalizaria 506 sócios. As cotas, que foram dadas a quem ajudou na construção do prédio, que se deu em três etapas, passam de 18,5 mil.
Agora, não é justo que pessoas tenham ajudado na construção daquele imenso prédio, gigantesco para a época de um município recém criado, ter dado bens que lhes fizeram falta, e agora não ter direito sobre o todo. É este direito que o pessoal vai querer buscar. E com razão.