A pedido da Câmara de Vereadores de Tapera, a Prefeitura taperense enviou correspondência a ela comunicando o valor do prejuízo que o município teve com o não uso da madeira oriunda do vendaval de setembro de 2012, que derrubou árvores na Floresta Municipal das Araucárias Janaína Orth e Área Industrial II. Conforme a Prefeitura, o prejuízo foi de R$ 51.480,00.
Devido a uma denúncia ao Ministério Público, de que a Prefeitura teria derrubado as árvores, a mesma ficou impossibilitada de utilizar o madeirame e o resultado foi a perda de tudo. Agora, o município pedirá na Justiça o ressarcimento do prejuízo tomado.
E faz bem. Quem age de forma inconsequente, deve responder por isso. E se for por política…
Concordo com alguns amigos e leitores do blog e do JEAcontece: a Praça Dr. Avelino Steffens, de Tapera, não é bonita. Ela não tem cor, nem vida. Se tirarmos uma foto dela veremos apenas grama, pedras e árvores velhas. Nossa Praça Central já foi bela. Até os anos 80, quando tiraram os ciprestes, que fazem tanto sucesso em todas as praças do mundo.
Nesta semana, uma leitora lembrou do projeto de revitalização da Praça Central. Se a construção do quiosque fazia parte do mesmo, é pouco, e em nada ajudou a embelezar o local. Aquela parte da cidade, em pleno centro, parece que não faz parte da cidade.
Bem que o poder público taperense poderia dar uma olhada na Praça, afinal ela é muito frequentada pela população, especialmente nos finais de semana. E agora que vai começar a esquentar…
Que saudades da Praça Olavo Bilac, atual Dr. Avelino Steffens, com suas calçadas com pedrinhas brancas e pretas que formavam belos mosaicos e dos seus labirintos de cipreste. Ela era maravilhosa. Quem a conheceu sabe do que falo. A Praça de hoje não é 1% do que foi a antiga. Que pena.
Por que a Justiça não quer reabrir o caso da morte da mãe de Bernardo Boldrini, Odilaine? Não quer gastar recursos públicos? Se gasta tanto dinheiro, todos os dias, com bobagens que vão até ela, por que não gastar com este, para o RS saber o que de fato aconteceu com a mulher que, segundo se sabe, teria se matado no consultório do marido, em Três Passos?
“Tudo aquilo que é exagerado, desconfie. Inclusive bondade”.
Jufras Menhal
A ação rápida da Brigada Militar de Tapera, na noite da última quinta-feira, quando perseguiu e prendeu dois de quatro ladrões de carros, foi maravilhosa. A BM somou preciosos pontos com a comunidade por conta disso. Os dois PMs foram longamente aplaudidos pelas pessoas que estavam na Praça Central, naquele momento. Até eu os aplaudi.
É impressionante a sensação de segurança que se tem quando se vê um brigadiano caminhando na rua ou trafegando com a viatura em velocidade reduzida. Nem estando dentro de um cofre se tem tal sensação.
De parabéns a BM de Tapera por sua ação. Tapera entrou na lista de municípios complicados de atuar pelos ladrões, porque aqui a polícia persegue e prende. Com a vinda das câmeras de monitoramento, as coisas ficarão ainda piores para eles – os ladrões.
Seria ótimo a BM abordar estranhos e pedir seus documentos. Se forem pessoas de bem, seguirão seu caminho. Mas, se não forem, entrarão no carro e sairão daqui o mais rápido possível.
Falando um pouco mais do acidente de quinta, na Avenida XV de Novembro. Se no carro capotado estivessem quatro pessoas de bem, com certeza o resultado seria outro, ruim. Mas, como eram ladrões, ninguém se machucou. É sempre assim.
O pai e a madrasta do menino Bernardo Boldrini, tentando se “proteger”, gravaram imagens do dia a dia com o menino em casa. Só que as gravações, agora em poder da Justiça, mostram exatamente o contrário. Quem tinha de se proteger era o menino, que travava diariamente uma batalha sangrenta com dois adultos, que não o queriam, nem gostavam dele.
Se reabrirem o caso da morte da mãe do garoto, irão descobrir que ela não se matou.
O menino pediu socorro à Justiça e ninguém fez nada. Como será que está a consciência do juiz que ouviu o menino implorando por ajuda e nada fez? Nossa consciência é muito mais severa que a pena de morte.
Em tempo. Nesta semana o advogado do pai do menino pediu a toalha. Não aguentou o repuxo.
“O presidente tem de resolver os graves problemas do País”. A frase foi dita por Dilma, no programa eleitoral da última quinta-feira, falando sobre educação, saúde, segurança, estradas… Mas, ela nestes 4 anos, não fez isso? E fará agora nos próximos 4?
Essa deu no site Espaço Vital. Nesta semana, operadores jurídicos que atuam no Supremo Tribunal Federal, em Brasília, se surpreenderam com a música de espera que tocava ao telefone do STF: Je t´aime… moi non plus, um clássico da música romântica francesa, cheia de sussurros e gemidos, criada e interpretada por Serge Gainsbourg e Jane Birkin, nos anos 60. A música é quente. Quem a ouvia, com toda certeza queria era estar em outro lugar.
Na quinta-feira a música não estava mais no telefone do Supremo.
É, a saída de Joaquim Barbosa fez a Corte desandar, literalmente.
De novo aqui no Rio Grande do Sul? Olha, certos gaúchos me matam de vergonha. Tem muito conterrâneo que gasta energia onde não deveria. Por que não a potencializam para coisas que somam coletivamente? Que nos façam de fato crescer?
Olha, com o que Inter e Grêmio estão jogando, sugiro que para 2015, façam um time só para disputar o Brasileiro e a Copa do Brasil. Sozinhos, não conseguem mais nada, nem colocam medo em ninguém. Parecem dois times de princesas.
Fico louco quando jogador de futebol, que não ganha salário mínimo, se queixa de cansaço. E o que dizer de quem trabalha na construção civil, no pesado, de manhã à noite, de segunda a sexta, e ainda acha tempo para bater sua bolinha? É inaceitável isso.
Inter em Salvador (BA), pela Sul-americana, e o Grêmio em Santos (SP), pela Copa do Brasil, precisando golear. Com estes times e esquema? Tchau! Feliz 2015.