Blog do Sarico

Agilidade


Agilidade 1Durante um safári na África, em um grupo de caçadores de várias partes do mundo, estavam um japonês e um norte-americano. Ao final do dia, o grupo parou em determinado local para acampar e passar a noite. Armaram as barracas e providenciaram várias fogueiras para se proteger dos animais, principalmente dos leões, pois estavam em uma savana. Após muita cantoria, conversa e goles de uísque, todos foram dormir. Os funcionários da empresa de turismo, responsável pelo safári, trataram da segurança de todos. Pela manhã, o japonês e o norte-americano, que tinham feito grande amizade à noite, resolveram sair para dar uma caminhada e explorar o local. E saíram sem comunicar os demais. Certo tempo depois, longe do acampamento, notaram que estavam perdidos e, para piorar a coisa, a sua frente, surgiu um leão, enorme e faminto. O japonês olhou para o norte-americano e disse:
– Vamos correr para nos salvar.
– E de que adianta corrermos, estamos muito velhos para isso. O leão vai nos pegar – disse o americano.
– Nada disso – respondeu o japonês. Eu só preciso correr mais do que você…

O que quero dizer com essa história é que, em 2015, nós precisaremos correr mais do que os nossos concorrentes e fazer mais e melhor do que eles para passarmos mais um ano. Mas, essa corrida deverá ser feita de maneira honesta, com muito trabalho, bom atendimento, bons produtos e preço justo. Para passarmos mais um ano teremos de ser bem melhor, pois não será a crise que irá nos parar, mas sim o nosso serviço e os nossos produtos. Pense nisso.

Um maravilhoso 2015 a você.

Devagar


Devagar 1Hoje, assume a nova diretoria do Inter. Será que vão anunciar reforços? Sim, o clube disputará neste ano a Libertadores e ainda não tem time para isso. A imprensa já deu uns 20 nomes e ninguém chegou. Vamos ver quem chega ao Beira-Rio a partir de hoje. Os outros times brasileiros que disputarão a maior competição sul-americana já estão prontos e treinando. Tomara que 2015 não seja novamente apenas um ano de Gauchão.

Incômodo


097445_cropNa boa. Onde está a graça de se gastar uma grana legal com foguetes de artifício na virada do ano e em eventos diversos? Além do perigo que se corre existe o problema da perturbação com o barulho e o lixo que fica. Isso tem mesmo graça?

Calote


Calote 1O governador José Ivo Sartori começou bem seu governo. Começou congelando as contas a pagar por 180 dias. A medida é ousada e dura, mas foi a forma encontrada pelo novo governo para começar a arrumar a casa. Só não se sabe como farão os credores que também tem suas contas a pagar. E não devem ser poucas.

Mudanças…


Mudanças 1Pessoas acima do peso que passaram pela redução de estômago, aos poucos vão descobrindo os alimentos que dão prazer e que são facilmente digeridos. Percebem que, mesmo sendo um pouco de cada vez, voltam a fazer o que sempre fizeram: comem demais. Por isso, metade das pessoas obesas que fazem a cirurgia voltam a engordar.

Outro estudo médico demonstrou que, apesar de terem sido alertadas para mudar o seu estilo de vida ou morrerão, 90% das pessoas que passaram por uma cirurgia, para colocar marca-passo, não mudam. É comum ver que, dois anos após a cirurgia, os pacientes não alteraram seu estilo de vida.

É uma dura realidade: PARECE QUE A MAIORIA PREFERE MORRER A MUDAR!

Lema


Lema 1A presidente Dilma Rousseff, em seu discurso de posse para o segundo mandato, disse que o lema da segunda metade do seu governo será “Brasil, pátria educadora”. Perfeito. Tomara que agora a Educação aconteça de fato e em todos os sentidos: do jardim de infância à universidade e que atinja a todos os nela envolvidos: alunos, professores e escolas.

Agora, uma coisa é importante que se diga. Educação educadora é função do Estado, mas a educação que cria cidadãos de verdade é função dos pais. Em casa.

Falando em Dilma, devemos torcer para que ela faça um bom governo, que faça as reformas que o País tanto necessita, que acabe de vez com a corrupção no governo e que ataque de frente os problemas que assolam a nação e o povo. Tem tudo para fazer um bom governo. Basta querer. E a nós não interessa torcer pelo pior, pois cada passo dado para trás é preciso cinco para seguir em frente e o tempo é muito rápido.

Na posse de Dilma foi emocionante quando ela, comandante em chefe das Forças Armadas de uma das maiores nações do planeta, sozinha, passou em revista os militares armados, demonstrando o quão frágil é a democracia e ao mesmo tempo o quão forte ela é – a democracia.

Vamos torcer para que Deus ilumine nossos governantes para que façam a coisa certa. Agora é a hora.

Força


Força 1Poucas vezes comunguei com o ex-governador Tarso Genro. Uma delas foi quando ele disse que o Rio Grande do Sul não tem força política para interferir nacionalmente. Está coberto de razão. Depois da abertura política o Estado não construiu ninguém com força suficiente para se colocar junto com os grandes nomes nacionais em Brasília. Com luz própria. Nos últimos anos, com tudo que aconteceu no País, qual político gaúcho se destacou nacionalmente? Que apareceu com destaque no Jornal Nacional, por exemplo?

O Brasil continua sendo tocado por paulistas, montados em muitos votos de imigrantes de todos os cantos do País, além de cariocas, mineiros, nordestinos e nortistas, menos por gaúchos. Por que isso acontece? Ou o que falta aos nossos políticos?

O Rio Grande do Sul é tido como um dos estados mais politizados do País o que, em parte, é bom por que não deixa criar caudilhos, coisa que acontece com a maior naturalidade nos outros estados da federação. Será que não é isso? Mas, e por que não se cria um grande nome aqui, ou mais de um, com toda essa consciência política que se tem? Com a palavra os nossos políticos e sua ambição e capacidade.

Posse no RS


Posse 1Acompanhei em parte a posse do governador José Ivo Sartori e lembrei da campanha. O bigodudo começou bem atrás e foi comendo pelas beiradas, quem nem mineiro, até vencer. A senadora Ana Amélia Lemos, que mais parecia a rainha da Inglaterra na campanha, entrando nela “eleita”, no final das contas, ficou de fora do segundo turno. Conseguiu perder para Tarso Genro que já estava condenado pela maioria dos gaúchos.

O novo governo do RS terá de fazer mais do que apenas administrar um Estado falido e assim terminar seu mandato, em 2018. Na verdade, Sartori e sua equipe, terá que pensar em algo bom, grande e eficiente para tirar o Rio Grande do Sul do atoleiro em que se encontra. E não será com aumento de impostos como pensa a maioria dos governantes. A ideia da mudança, do acontecer, deve partir dele e não da população até por que não é ela quem executa. A ela cabe tão somente eleger os executores e pagar impostos.

Vamos torcer para que Sartori recoloque o Rio Grande nos trilhos e o faça voltar a ocupar seu lugar destacado de sempre.

Previsões


Previsões 1Neste final de ano, ouvi previsões de todos os tipos, por todos os lados e por muitas pessoas. Acho que não tem como se prever o futuro. Pode ser que alguém consiga, mas eu não conheço ninguém.

Esse pessoal que faz previsões, a cada final de ano, faz revelações óbvias de coisas que acontecem quase que diariamente no mundo todo. Tenho mania de guardar previsões e, com toda certeza, o acerto é próximo de zero.

Nos anos 80 e 90, os “entendidos” em previsões diziam que o Inter seria campeão brasileiro. Os anos (e as décadas) foram passando e o Inter não foi campeão brasileiro. E lá se vão 36 anos.

As pessoas falam em destino, no que eu concordo, em parte. Acho que, quando nascemos, ganhamos de presente um mapa e um volante para que possamos levar nossa jornada em frente, com a possibilidade de alterar o curso, mas sempre para frente.

Também não conheci ninguém que tenha ganho na loteria mais de uma vez. Você conhece? Os anões do orçamento não valem, tá? Lembra deles?

E será que o Inter dará um título nacional para sua torcida neste ano? O que os “entendidos” acham disso?

Que tipo de motorista você tem sido?


Que tipo de motorista você tem sido 1Gosto muito da história sobre uma mulher estressada que dirigia por uma avenida, “colada” ao carro da frente. Quando o outro motorista parou num sinal amarelo, a mulher enfiou a mão na buzina, gritando palavrões, enquanto gesticulava com raiva.

Enquanto ainda esbravejava, ouviu uma batidinha no vidro e viu o rosto de um policial que ordenou que ela saísse do carro com as mãos levantadas. Ela foi levada a um posto policial, onde ficou detida.

Uma hora mais tarde, o policial voltou e disse:
– Desculpe, minha senhora. Foi tudo um grande engano. Quando eu parei atrás do seu carro, vi um adesivo que dizia: O QUE JESUS FARIA? Então achei que o carro era roubado.