Assisti a pouco Santos e Inter. Jesus do céu, mas o que é esse time vermelho? Não parece o Inter, mas um de segunda divisão. Sofrível.
Tem jogador que não está jogando nada, como o Anderson, que nunca jogou no Inter. E o time não tem “pernas”. Não tem nada mais. Nem vontade. E o treinador é um medroso. Que fase!
Abel Braga queria o Lucas Lima e a direção, de novo ela, não o quis. Pois, o cara deitou e rolou na partida de hoje.
E quarta-feira tem Palmeiras, pela Copa do Brasil, lá em São Paulo. Não esperem milagre. Que venha 2016 e com ele um novo projeto e novos nomes. E sem as m….. que a atual direção fez neste ano.
Os municípios, onde o País acontece de fato, são os mais prejudicados no rateio da arrecadação federal. Eles, com 100% da produção, recebem apenas 18% de tudo que o Brasil arrecada. Esta é a briga dos municípios com a União. E estão cobertos de razão, pois está errada a divisão que vem de muitas décadas. A “rebelião” começou por que eles é que estão bancando gastos que não são de sua competência.
O certo seria dar 30% aos municípios, 30% para os Estados e 40% para a União. Seria o mais justo.
A União que diminua o seu tamanho e seu apetite e faça a sua parte. Está mais do que na hora.
E eu quero ver como os municípios irão se virar até a troca de mandato. Prefeito que tiver noção de administração e de economia, vai sofrer, mas conseguirá manter a máquina nos trilhos, aos trancos e barrancos. Mas, quem não tem tais noções, deixará uma bela herança para seu sucessor. E quero ver também o final disso. Ou o Brasil toma um choque agora e perde os dedos ou vai perder os braços num futuro não muito distante. Ele cresce e precisa acompanhar este crescimento. É como um bebê que precisa de roupas novas a cada troca de idade.
Ontem, no final do dia, assistindo a Globo, enquanto trabalhava, apareceu uma chamada do Como será? onde foi mostrada a Caravana da Leitura de Quinze de Novembro. A Caravana da Leitura apareceu antes em Tapera e chegou a ser premiada pelo governo do Estado. Quinze de Novembro, que realizou seu trabalho depois e com o mesmo nome, criou-a para um concurso da Fundação Maurício Sirotski.
O projeto de Tapera teve divulgação regional. Já o de Quinze de Novembro foi visto em todo o Brasil.
Se houve plágio ou não não interessa, interessa é que as duas prefeituras tiveram visões diferentes sobre o projeto e foram felizes nas suas escolhas. Uma preferiu ficar restrita ao Estado e a outra ganhar o Brasil. Simples assim.
O programa de televisão do PMDB, apresentado na última quinta-feira (24), foi bonito, bem montado.
No programa, que iniciou e terminou com o vice-presidente Michel Temer, o partido alternou nos seus maiores nomes – governadores, senadores e deputados federais – em falar em arrumar a casa, recuperar o País e falar a verdade. Pelo Rio Grande do Sul falaram o governador José Ivo Sartori e os deputados federais Osmar terra, José Fogaça, Darcisio Perondi e Eliseu Padilha.
Só não entendi por que o programa foi todo centrado no Temer. Ele começou com um mosaico pequeno, que foi crescendo, até se transformar no rosto do vice-presidente. O que será que o PMDB deseja?
O partido falou como tendo a receita para tudo. Se ele está no governo desde o fim da ditadura, por que neste período todo, não ajudou a realizar estas medidas para sanar a casa? Será que o problema maior do Brasil está sendo agora, hoje?
Outra coisa. Por que o maior partido do Brasil não consegue colocar um candidato à presidência e vencer uma eleição? É estranho isso.
O PMDB não esta mais falando a mesma linguagem com seu parceiro, o PT. Está havendo ruído na comunicação entre os dois e isso é testemunhado todo dia na imprensa. Na eleição de 2018, na hipótese de o PT estar mal nas pesquisas, mesmo com Lula candidato, se ele for, claro, será que o PMDB o acompanharia novamente?
O governo gaúcho teve seu projeto de aumento de impostos aprovados pela Assembleia Legislativa na última terça-feira. Ele pretende fazer caixa para tocar sua pesada e lenta máquina. Mas, esse aumento não quer dizer que o governo vá arrecadar o que pensa. Esquece que o consumidor tem o direito de comprar apenas o que lhe convêm e não havendo consumo não haverá ganho.
Aumentar imposto não é nada bom. Além de antipático é o ultimo suspiro de um governo para continuar administrando.
Por outro lado, quem o acompanhou na apertada votação irá se beneficiar. E quem não apoiou, nem pense em pedir, pois não levará. Coisas da política.
Nesta história, o governo teve certeza de que a sua maioria na Casa não é plena, fiel.
Agora, após dar esse tarifaço na gauchada, bem que o Sartori poderia tomar quatro decisões, já que não possui um projeto de saneamento do RS e de governo: acabar com a maioria das estatais e autarquias, adotar um sistema eficiente de gestão pública, acabar com privilégios de toda natureza e faça as reformas necessárias (previdenciária, trabalhista, fiscal, tributária e política). Depois disso, o bom e velho Rio Grande estaria de volta.
Quem conhece a Tríplice Fronteira em Foz do Iguaçu (PR) sabe que na Argentina o comércio não aceita o guarani paraguaio e no Paraguai não aceitam o peso argentino. Agora, no Paraguai, nem real estão mais aceitando. Só dólar. Que tal? Será que vai muito tempo para a Argentina começar a barrar o real? E o argentino não gosta de sacanear o brasileiro, né? Mas, é a crise. E é o Mercosul.
Com a criação da Rede Sustentabilidade o Brasil soma agora 34 partidos políticos. E juntos não conseguem acertar o País. Que coisa!
A publicação da foto da visita do bispo Paulo do Canto à família de Jairo Paulinho Kolling, autor da morte do padre Eduardo Pegoraro, nas redes sociais, deu o que falar nestes dias em Tapera e região. E o pessoal falou muito, ao ponto do próprio bispo precisar vir a público para dar a sua versão dos fatos.
Segundo ele, não sabia que Jairo estaria no encontro e lamentou a publicação da foto, achando que ela deveria ter ficado restrito à família.
O motivo da Igreja, de pregar a paz, a conciliação, o bem, o amor, a vida, é elogiável e compreensível, mas o “X” da questão foi a publicação da foto, que deveria mesmo ter ficado em família, onde aparece Jairo, sorridente, como se nada tivesse acontecido. Isso deixou indignados familiares e amigos de padre Eduardo e a comunidade taperense.
A Igreja, cumprindo o seu papel, sabe o que faz, assim como o Jairo sabe que deverá responder pelo seu ato.
Por outro lado, sobre a motivação do crime: a suspeita do marido contra a esposa. O sigilo telefônico dos três telefones foram quebrados e o conteúdo das conversas e mensagens estão em poder da Justiça e, consequentemente, do Ministério Público e da defesa. E se houvesse alguma coisa entre o padre e a Patrícia, esposa de Jairo, será que já não seria do conhecimento público, em tempos de internet?
Pois, corroborando para isso, o advogado criminalista Ivan Batista, contratado por Patrícia Kolling, para representá-la em juízo, em entrevista concedida à Rádio Planetário de Espumoso, na manhã de hoje, afirmou que não existe nada que comprove um relacionamento amoroso entre ela e o padre. Diante disso, a motivação do crime cai por terra.
Quando vejo o que fizeram com o nosso grande, rico e maravilhoso Estado e ouvi, nas comemorações da Semana Farroupilha, o “Sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra” confesso que fiquei meio confuso. Será que somos de fato um modelo a ser seguido com tufo que estamos vendo ai?
Mas, o que fizeram com o Rio Grande do Sul, tchê?
A União gastará R$ 3,8 bi com pagamento de pensões vitalícias a filhas de militares este ano. Que tal?
Mas, será que ninguém nunca mandou essas mulheres trabalhar? Poderiam até casar no papel se quisessem.
O Brasil mal das pernas e o pessoal mamando em suas tetas.