De fora
A rede de farmácias São João é mais uma empresa forasteira que aporta em Tapera, acreditando no potencial do município. O que temos aqui que nós taperenses não estamos conseguindo enxergar e que os fora enxergam?
A rede de farmácias São João é mais uma empresa forasteira que aporta em Tapera, acreditando no potencial do município. O que temos aqui que nós taperenses não estamos conseguindo enxergar e que os fora enxergam?
Um passarinho me contou que o PP selbachense realizou uma pesquisa nesta semana para saber quem a população deseja que concorra a prefeito na eleição do próximo ano. Estou tentando descobrir o que ela deu e a seguir informo.
Em Selbach, o pessoal já pensa em 2017.
As eleições municipais do ano que vem deverão ser atípicas, por vários motivos, em cada município. E em cada um deles haverá peculiaridades em função do seu tamanho, PIB, número de partidos políticos, candidatos, equipe de apoio e, principalmente, dinheiro.
No próximo ano, a campanha no rádio e na televisão terá 35 dias e não mais 45. Num primeiro momento parece ser que 10 dias não soma nada, mas é uma eternidade para quem pensa em prospectar votos em cima de indecisos ou mesmo de quem já tem certo o seu.
Em 2016 os partidos políticos terão de se desdobrar para buscar dinheiro para manter toda a estrutura da campanha, que não será nada modesta. Alguns partidos não terão dificuldade de bancar sua campanha, mas a maioria terá de fazer mágica para mantê-la.
Hoje em dia, não se ganha mais eleição apenas em cima de um nome e isso esta mais do que provado. Hoje, além de um bom nome, uma sigla terá de ter um bom projeto de governo, uma boa equipe de retaguarda e boa publicidade. E tudo isso custa dinheiro. Dias atrás conversei com um amigo que atua com publicidade na região de Passo Fundo e ele me disse que a despesas partidárias deverão terá um acréscimo de mais de 25% no próximo ano. Como se vê, quem for à luta, além de um nome, programa e equipe, terá de ter uma boa carteira.
Vamos aguardar o que (e quem) está vindo ai em nossos municípios. Vai ter muita gente aparecendo na mídia agora, mas na hora do vamos ver pulará fora.
Uma última coisa. Nossos municípios estão preparando jovens (bons) para a política? A velha guarda está se indo e a sucessão não está sendo nada animadora. Eu quero ver a coisa daqui a bem pouco tempo.
Tem novidade na politica taperense. Conto em seguida.
Na semana passada soube que um taperense esteve na Prefeitura de Tapera em busca de madeira para reformar a sua casa e que não logrou êxito. A ele foi dito que não havia recurso para isso, nem madeira. O homem teria saído de lá “P” da vida com a negativa. Se houvesse dinheiro e madeira certamente ele teria sido ajudado.
Ai lembrei daquela ação no Distrito Industrial, das árvores caídas e que teriam sido supostamente cortadas, que foi parar na Justiça. Segundo soube, o município ganhou a ação, mas a madeira foi toda ela perdida. Não deu para se aproveitar nada de lá, lamentavelmente.
Além da perda da madeira, houve ainda uma perda irreparável para os empresários que pretendiam se estabelecer naquele local e cujos projetos ficaram trancados por nove meses, sem falar que alguns deles já haviam investido na área. Eles perderam muito e o município também.
Como seria bom se todos os taperenses remassem na mesma direção. Se isso acontecesse Tapera estaria hoje muito melhor. É uma pena que a visão de uns não é a mesma de outros.
Pergunta. Quem tranca uma ação está penalizando uma administração ou um município?
Na manhã de ontem, em Corupá (SC), aconteceu mais um acidente de trânsito envolvendo ônibus de turismo e que resultou em cinco mortes.
Por que tantos ônibus de turismo se envolvem em acidentes? Que tipo de manutenção as empresas estão dando para seus carros? E será que ela são feitas em oficinas especializadas? Ou na própria garagem?
Hoje, 20 de novembro, faz 10 anos que Márcio Resende de Freitas, um dos maiores árbitros de futebol do Brasil, “garfiou” o Inter. Foi naquele jogo contra o Corinthians, no Pacaembu, pelo Brasileirão 2005. O Inter empatava com o “Corintia” e, ao não dar um pênalti claro e ainda expulsou Tinga injustamente, tirou a taça das mãos do Inter, dando-a ao Coringão, de graça.
Depois, Márcio Resende de Freitas admitiu o erro e pediu desculpas ao Tinga e ao Inter, mas não adiantou por que essa marca ele carregará em sua folha corrida para o resto da vida.
MRF é persona não grata para metade da gauchada. Ferrou o Colorado bonito.
Hoje, vendo o Globo Esporte, na RBS, apareceu uma imagem dizendo o seguinte: “Corinthians Campeão Brasileiro de 2015”, e em cima o escudo do time. Bem grande. Quando é que colorados e gremistas verão isso novamente? Sim, por que ultimamente aqui no extremo sul do País nossos times lutam por vaga na Libertadores e não por título. Será que ficamos tão pequenos assim? Que m….!
Hoje, 20 de novembro, é o Dia da Consciência Negra no Brasil. O racismo existe no País, sim. Mas, as pessoas dizem o contrário. Casos de racismo existem a todo momento de norte a sul.
A propósito. Você conhece pelo menos algum caso de racismo, certo? Mas, conhece alguém que foi preso por ele?
O Brasil ainda está muito longe do porto que pretende aportar.
O Estado Islâmico é financiado com dinheiro que vem de todas as partes do mundo. E o mundo todo sabe de onde ele vem e do que. Sabe também onde os extremistas estão e como o dinheiro chega até eles. Então, por que não vão até a fonte e a secam? Sem dinheiro aquele pessoal não faz mais nada.
E falando em Estado Islâmico, essa semana ele prometeu que atacaria a Casa Branca, sede do governo dos EUA. Será que seria tão corajoso assim? Até poderia fazê-lo, mas depois disso o grupo teria de se esconder fora do sistema solar.
Os bancos jamais perdem dinheiro, mesmo na pior das crises, pois não existe negócio melhor do que vender dinheiro e com juro alto. E sabendo que crises acontecem a todo momento, a cada uma os bancos mostram crescimento de muitos bilhões de reais. O pessoal acha que crescer de 1% ou 2% é pouco, mas coloquem isso em cima de muitos bilhões para ver o resultado final.
Além disso, os maiores investidores das campanhas presidenciais são os bancos e há uma explicação para essa “colaboração”. O dinheiro que aplicam na campanha retorna em valores muito maiores durante o mandato. Mesmo ao bancar todos os candidatos aquele que vencer paga toda a despesa dos outros, e várias vezes.
O governo federal, para manter sua pesada e lenta máquina administrativa e bancar seus programas sociais, precisa de muitos bilhões, todos os meses. E quem acha que tudo isso é bancado apenas pela arrecadação de impostos está redondamente enganado O governo capta recursos com os bancos privados que, continuam ganhando a “colaboração” prestada na eleição.
Mas, a impressão de que se tem, pelas conversas e manifestações dos economistas, é que os bancos estão cansando de bancar as contas do governo federal. E se eles resolverem fechar a torneira, o que acontece?
Vamos aguardar os próximos passos da economia brasileira.