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O prefeito de Tapera, Ireneu Orth, que teve suas contas de 2011 rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), com 16 apontamentos contrários, esteve na segunda-feira (12), na Câmara de Vereadores, para se defender e tentar convencer os vereadores a aprová-las.
O prefeito, em pouco mais de 75 minutos, foi convincente nas suas explicações. Sobre a instalação da Acople em Tapera, Orth disse que entrou no grupo de investidores locais para “puxar” a frente e que para isso usou uma de suas empresas, a Transorth, e que depois que a Acople engrenou, ele se afastou do grupo, sem nada ganhar. Segundo ele ainda, a área foi doada ao município para que indústrias fossem instaladas nela e que existe, sim, uma cláusula de reversão. A Acople, segundo seu gerente, que também esteve presente na oportunidade, não é proprietária da área em que se encontra, por que a mesma não está legalizada e que por isso não consegue financiamento. Segundo ele ainda, a Acople cresceu graças à perseverança dos seus sócios.
As contas, para serem aprovadas, necessitam de 2/3 dos votos, ou seja 06, e o prefeito possui 04 na Casa. Se os vereadores a aprovarem a vida seguirá normalmente, mas se as rejeitarem ai começará a via sacra do prefeito e do seu vice, Beto Visoto.
Pelo que se ouviu na Câmara, na segunda, Ireneu Orth somente obterá os 06 votos de que precisa com muita habilidade e humildade. A ideia da maioria é pela rejeição como se verificou nas manifestações em plenário.
Em 08 anos, o prefeito Ireneu jamais foi à Câmara de Vereadores e não teve política de aproximação com seus vizinhos de poder e agora, no apagar das luzes do seu quarto governo, precisa dos votos de 2/3 deles. Como Orth obterá os 02 votos de que precisa é uma incógnita.
Esta foi a terceira vez que o processo das contas tem pedido de vistas na Câmara. Agora, ficam faltando duas sessões para o encerramento do ano e da atual legislatura e as contas precisam ser aprovadas ainda neste ano. De repente, a votação acontece nesta segunda-feira, 19/12.
Ireneu Orth também falou sobre os projetos que ressetoriza os terrenos no município e que fixa os valores do IPTU, falando da importância para Tapera que os mesmos sejam aprovados na Câmara sob pena de que serviços públicos venham a parar no próximo ano. A aprovação destes projetos também é uma incógnita na Câmara. Aumento de impostos para político é mais ou menos como falar de corda em casa de enforcado.
Três dos cinco Estados mais ricos do Brasil estão literalmente “quebrados”: RJ, MG e RS. E quebraram por que foram mal administrados ao longo do tempo. Nestes anos todos seus governantes gastaram mais do que arrecadavam. Qualquer aluno do primário sabe que se gastar mais do que ganha vai quebrar.
Como podem ter feito isso? E tinha ainda as indicações de correligionários que incharam a máquina com o passar dos anos. A coisa chegou num ponto que não tem mais conserto.
O Brasil terá de mudar o seu modelo político-administrativo, pois não está funcionando. E os políticos não estão conseguindo fazer a coisa andar. O que fazer, afinal? A saída seria profissionalizar as administrações de uma vez por todas. Quem sabe privatizar boa parte do que o Estado controla, ficando ele com a fiscalização dos serviços. Estado inchado não cresce.
Essa questão do trigo me intriga a vida toda. Como pode um País do tamanho do Brasil, com a área agricultável que possui e o nível de sua agricultura, ter de importar a maior parte do trigo que consome? Isso não tem explicação.
Também não dá para entender que, quando se tem produto sobrando, não há preço e ninguém quer comprar. Sem falar que na maioria das vezes ele vira alimento para animais.
E essa conta não fecha nunca. Por que?
Nesta segunda-feira (12), o prefeito eleito de Tapera, Volmar Kuhn, anunciou o secretariado que assumirá com ele a Prefeitura em 01 de janeiro.
Para mim não houve surpresa nas mudanças e nas indicações. A princípio o pessoal estranhou que a maioria do secretariado é ligada ao PP e poucos são do PMDB. Acontece que o Volmar está apenas cumprindo o que disse na campanha, nas caminhadas, nas visitas e nos comícios. O primeiro critério é a capacidade de cada pessoa no setor afim e depois quem entrou na campanha com ele, que o abraçou em uma batalha que parecia impossível de ser vencida por que de um lado estava um agricultor recém-entrado na política e do outro um político experiente que comandou Tapera em duas oportunidades. O que parecia impossível foi criando forma e tamanho e mudou de lado, conforme mostraram os números nas urnas.
O PMDB, no começo, questionou a indicação do Volmar, que foi preparado pelo atual prefeito para ser o seu sucessor. Inteligente e bom aluno, Volmar aprendeu muito e rápido e se preparou para a sucessão. O seu partido não acreditava na vitória e demorou a abraçá-lo. Boa parte dos cardeais peemedebistas não foi para a rua com ele.
Mas, o PMDB terá espaço no próximo governo, assim como o PDT, afinal três partidos se uniram, abraçaram um nome e o sustentaram até o fim culminando com uma vitória inquestionável, alicerçada em cima de um belo trabalho iniciado em 2009.
Uma coisa que o prefeito eleito deverá fazer é manter o que está ai e melhorar o que pode ser melhorado. Confiar nos seus secretários e dar-lhes abertura para que sugiram, pois uma dica, se bem trabalhada a muitas cabeças, pode solucionar grandes problemas. Também deverá estreitar as relações com o Legislativo, por que nunca se sabe o dia de amanhã. Vereador é importante, sim.
O time do Volmar e do Jorge Quadros: Administração (Gelsi Kunzler), Desenvolvimento (Renato Cassol), Educação (Regina Salvadori), Fazenda (Claudete Bervian), Infraestrutura (Claudio Schultz), Jurídico (Henrique Oppelt e Euclésio Seibel) e Saúde (Marisa Vargas).
Os demais diretores serão anunciados num segundo momento ano que vem, pois a premissa é economia, desde o primeiro dia de governo.
O presidente Michel Temer está envolvido até o pescoço em corrupção, assim como mais 14 integrantes do seu partido, o PMDB, e outros mais de outras siglas. Um ex-diretor da Odebrecht delatou a quadrilha. Acho que Temer deveria renunciar e convocar eleições para o começo do próximo ano. É constrangedor isso tudo. Ficou vergonhoso para o País. Sim, o cara tira a titular do cargo, se coloca no lugar dela e apronta algo pior. Não dá…
Segundo pesquisa da Folha de S. Paulo, 51% dos brasileiros consideram a gestão do presidente Temer ruim ou péssima. Era 31% em julho. Já 63% quer a sua renúncia ainda este ano para realização de eleição direta.
Agora, se for convocada a tal eleição, bem que os brasileiros, TODOS eles, de norte a sul, poderiam não votar mais naqueles em que votam a vida toda e que se perpetuam no poder com extrema força. Está na hora do brasileiro ser brasileiro, de verdade. Na urna.
Se os políticos de sempre, que criam raiz e bunda em Brasília nestes anos todos, ficarem de fora de uma eleição eles perderão poder e status e deixarão de se adonar do que não lhes pertence. É bem simples ajeitar este País, mas depende de nós. De TODOS nós. Chega de elegermos porcarias.
Mais da pesquisa da Folha. Num segundo turno, Marina bateria Lula em 2018. Que tal?
Tem gente que se amarra em uma novela, tanto mulher como homem, e não perde um só capítulo. O ruim da novela é que os maus deitam e rolam na maior parte da trama e os bons vencem somente no fim, no capítulo derradeiro. Por que nas novelas o bem demora a prevalecer?
E na vida não acontece o mesmo?
Primeiramente quero agradecer a direção do Inter e ao seu maravilhoso elenco pelo belo presente dado à torcida neste final de ano. Não poderiam ter dado algo melhor à metade vermelha gaúcha. E nós não esperaríamos nada melhor de uma equipe qualificada como essa que nos representou em 2016.
A enganação colorada começou em fevereiro e fomos iludidos com a conquista do Gauchão. Ai, começamos bem o Brasileiro do qual ficamos em primeiro nas três primeiras rodadas e após desandamos ladeira abaixo, sem freio. O Inter colecionou porcarias neste ano, dentro e fora do campo.
E por uma sequência de erros vai agora disputar jogos nas terças, sextas e até sábados. Nós não merecíamos isso. Por Deus, que não.
Já vi muitas pessoas, entidades e empresas fazer m…., mas tanta e numa sequência tão longa como esta jamais tinha visto. E tinha de ser o meu Inter para fazer tudo isso, né? Em 10 anos fomos do céu ao inferno, sem escalas.
Time grande não cai. Cai, sim. E deveria cair na cabeça de quem disse isso.
Por outro lado, em 2017 o Inter deverá montar um bom time para vencer a competição e voltar à elite nacional, em 2018. Deve parar, pensar, lamber as feridas e voltar babando de raiva, mas com humildade e competitivo como sua história nos conta. E se o Colorado levantar a taça da Segundona 2017 poderá colocar na frente do seu estádio uma placa com os seguintes dizeres: CAMPEÃO DE TUDO DE FATO, pois tudo que se poderia disputar para um clube sul-americano o Inter disputou e venceu. TUDO! Mas, para isso tem de passar por 2017.
Com a queda, restam agora quatro times brasileiros que jamais foram rebaixados: Cruzeiro, Flamengo, Santos e São Paulo. Mas, eles que se preparem por que sua vez chegará. Afinal, na vida, o nunca não existe. O ex-presidente Fernando Carvalho é prova disso.
Mas, que presentinho de grego o Inter deu à sua torcida neste ano. Acho que até Papai Noel ficou louco da vida com o time que leva suas cores.
O Supremo Tribunal Federal (STF), a mais alta corte de Justiça do Brasil, ordenou ao presidente do Senado, Renan Calheiros, que deixasse o cargo, acusado de corrupção que foi, e o homem disse não e não saiu. Se a Dilma tivesse feito o mesmo estaria até hoje no poder.
O Brasil é o único País democrático do mundo onde sua mais alta corte não manda. Apenas sugere.
Aliás, depois dessa o STF poderia trocar de nome e passar a chamar-se de SUGESTIVO Tribunal Federal.
Ficou feio aquilo. Constrangedor.
O governo federal está querendo mexer nas aposentadorias e está brigando muito para isso. Só que nesta “mexida” os militares ficariam de fora das mudanças. Por que será? Será que Brasília acha que aquele pessoal deixaria os quartéis novamente?