Nesta quarta-feira (05), o Corpo de Bombeiros Misto de Tapera recebeu o reforço de três soldados, recém formados e vindos de Santa Maria. Agora, a guarnição taperense conta com 10 militares e 9 civis, totalizando 19 bombeiros. Segundo o comandante, 1º sargento Vilmar, a defasagem do efetivo é de 8 bombeiros.
Analisando a área de segurança de Tapera, o município está muito bem servido de bombeiros e policiais civis e militares, apesar da defasagem do pessoal nas três forças e de todos os problemas que enfrentam e que a gente conhece. Mas, mesmo assim, o pessoal está fazendo o seu serviço e muito bem aqui, o que nos tranquiliza a todos. Temos bons profissionais em Tapera.
Eu sempre digo. A Brigada Militar e o Corpo de Bombeiros não precisam fazer nada durante o ano todo, apenas transitar na cidade com suas viaturas basta. Vendo-os me dá uma grande sensação de segurança. E a gente torce para nunca precisar deles, mas quando necessário é bom saber que eles estão aí e que podemos contar sempre com eles.
Dia desses, enquanto tomava meu café e via na tevê o Hora 1, na Globo, chamou minha atenção matéria sobre o câncer. Segundo o Instituto Oncoguia, que coordenou recentemente um fórum nacional sobre saúde pública em São Paulo, o tratamento do câncer não está sendo igual em todo o País, seja pelo SUS ou pela rede particular. Existem alguns remédios, de uma longa lista, que não estariam sendo usados por alguns hospitais que tratam a doença.
Segundo o Oncoguia, de 288 hospitais credenciados para o tratamento do câncer no País, 86 foram escolhidos para responder a uma pesquisa e destes 52 a responderam. E foi através deste questionário que se chegou a esta temida conclusão.
Às vezes, segundo o Oncoguia ainda, em um mesmo Estado, um hospital oferece menos medicamentos do que o outro o que pode afetar drasticamente a qualidade e a expectativa de vida das pessoas. É difícil isso. Quem já teve contato com a doença sabe do que falo.
E a população, que paga seus impostos, muitos e caros, gostaria de saber do governo, no Ministério da Saúde, por que isso acontece? E por que ele não fiscaliza estes hospitais, afinal estamos falando de pessoas, de vida. Lamentável isso, profundamente lamentável este descaso.
A população enlouquece com a Justiça quando esta libera alguém por ausência de prova. E isso seguidamente ocorre.
A Justiça, segundo seus operadores, reconhece uma boa prova quando tem uma nas mãos. No caso da Operação Lava Jato, onde envolvidos, partidários e funcionários bradam aos quatro ventos que não existem provas contra eles, será que a Justiça não viu no contexto todo uma boa prova? Será?
Na última reunião da ACIT, realizada no dia 20 de junho, no Clube Aliança, com a presença do prefeito Volmar Kuhn, foi falado sobre a realização da Expotapera, que deverá acontecer de 07 a 10 de outubro. Na reunião, falou-se que a mesma poderia sair neste ano, mas Prefeitura e ACIT veriam como seria seu formato, devido à falta de recurso. Pois, nesta quarta-feira (05), a Prefeitura dará um parecer à ACIT sobre uma verba que viria de fora para a realização do evento.
Segundo soube, a ACIT quer realizar a Expotapera, para que se reaqueça as vendas no município. Não se fala em tamanho da feira, mas que ela saia neste ano.
Acredito que a Expotapoera 2017 saia. Não naquele formato grande, com empresas de fora, mas alguma coisa bem caseira para movimentar o comércio e a indústria local. O empresariado taperense torce por isso tendo em vista o momento atual.
Numa manhã dessas, no Posto de Saúde da Zona Sul, aqui em Tapera, vi um homem procurando ajuda para largar o cigarro, vício mantido há mais de 30 anos e que começa a lhe prejudicar, segundo me contou. Fez bem em pedir ajuda, pois todo esforço inicia exatamente da própria pessoa dando o primeiro “passo”.
Conversei com ele sobre o assunto e lhe disse que sou ex-fumante, vício que larguei há mais de 30 anos. E eu era uma “chaminé” com o cigarro na mão. Felizmente, consegui me livrar dele, mas não foi fácil. A primeira semana é o pior martírio do mundo. Depois, gradativamente, a gente vai se afastando dele, esquecendo-o. Mas, a jornada é árdua, principalmente pelos lugares que se frequenta.
Hoje, a fumaça do cigarro não me afeta mais, mas me incomoda o cheiro do fumo no ar e na roupa. É terrível.
E quem fuma deve saber que a maioria das pessoas hoje em dia não fuma e não deseja fumar com ele, inalando a sua fumaça. Quem fuma deve saber também que não pode fazê-lo em público ou em ambiente fechado. O cerco ao fumo cresceu muito no Brasil nas últimas décadas.
O governo federal gastou bilhões em publicidade contra o fumo e deu resultado. Hoje, são poucas as pessoas que fumam. Comece a observar nos grupos que você participa ou em qualquer outro local quantos fumam. São poucos. Antigamente era chique fumar. Hoje, não é mais e parece que o pessoal o faz escondido, envergonhado.
Mas, é bastante elogiável a atitude do homem aquele, o qual conheço há muitos anos, de parar de fumar. E também à Secretaria de Saúde de Tapera que proporciona essa ajuda aos munícipes. Quem quiser parar de “pitar” agora tem ajuda e deve aproveitar.
E ao amigo que deseja largar do cigarro, votos de sucesso. Vai doer muito. Mas, ele vai sobreviver e terá uma vida muito melhor. Pode crer.
A JCI Espumoso, que realiza anualmente o concurso de Redação e Oratória nas Escolas, neste inovou e trouxe a final para Tapera. E a mesma deu-se na tarde da última sexta-feira (30), no Centro de Eventos, e mais uma vez Tapera brilhou. Das seis distinções, o município levou três: 1º e 2º lugar na Redação e 3º na Oratória.
NATÁLIA MARQUES (Escola Francisca Cerutti) foi 1º na Redação e MONIQUE DA SILVEIRA (Escola Presidente Costa e Silva) foi 2º na Redação e ANDRESSA BATISTELA (Escola Estadual Dionísio Lothário Chassot) foi 3º na Oratória.
Tapera levando metade da premiação do concurso vem comprovar o que já se sabia: o ensino aqui é muito bom, apesar de todos os percalços vividos na atividade de ensinar e de aprender. E, pelo visto, nossa gente larga melhor na escrita.
Por outro lado, é bom que nossos jovens saibam escrever e falar e, principalmente a se envolver com as coisas que o cercam como política, economia, segurança, sociedade… por que um dia eles serão os responsáveis pela sua casa, sua cidade, seu Estado e seu País e irão querer sempre mais e melhor para seus filhos e para a nossa gente. E não esqueçam de ler, ler muito. Fica a dica.
E parabéns aos alunos de nossas escolas pelo empenho e conquista no concurso da JCI Espumoso. Tapera se orgulha e muito de vocês. Continuem assim. E parabéns também às nossas escolas e professores pelo bem trabalho que realizam.
É impressionante como a mídia sulista explora o frio nos seus programas jornalísticos. Para ela, o frio é um charme com suas bebidas, comidas, restaurantes, hotéis, roupas, neve e tudo mais. O objetivo deste é claramente atingir as classes mais abastadas. Mas, aí fico pensando nas classes menos favorecidas, que não tem estas oportunidades e que passam muito sufoco quando as temperaturas caem assustadoramente, principalmente à noite, com suas casas humildes e cheias de buracos e sem cobertores e roupas que as mantenham quentes.
O mundo é perfeito e belo demais, mas não é justo.
Em uma volta que dei pela cidade de Tapera num dia desses, algumas coisas chamaram minha atenção:
1 – Na esquina da Avenida Tancredo Neves com a Rua Antônio Libório Bervian, próximo ao Centro Administrativo, tem uma placa dizendo que é proibido depositar lixo naquele local. Mas, naquele dia vi muito lixo lá.
2 – Na parada de ônibus do Clube Aliança, dos estudantes universitários, a mesma não tem assento para o pessoal sentar. E quem espera o transporte ou senta na barra de ferro ou fica em pé.
3 – Após um tempo de trégua os cachorros voltaram a perambular errantes pela cidade. Vi uma cadela no cio, toda poderosa na frente, seguida pelo seu séquito de “pretendentes”. Eram 10 eles. E sobre este problema eu não sei como ele acabará, mas vai resultar em um gasto considerável.
4 – O mau cheiro em frente ao Sekus Bar, pelo esgoto que corre ali, parece que vai acabar. Vi um pessoal mexendo na estrutura e instalando uma espécie de “válvula” que funcionará por pressão. Deverá resolver o problema no local que é bastante concorrido, principalmente no verão.
5 – A Administração andou fechando alguns buracos pela cidade e esqueceu o da esquina da Avenida Dionísio Lothário Chassot com a Rua Almirante Barroso. E o mesmo aumentou com as últimas chuvas.
6 – E falando na Rua Almirante Barroso, aquela via merece receber uma reforma ou mesmo asfalto porque o tráfego nela anda complicado devido aos buracos e cocurutos existentes. Quem vem dos bairros e quiser ir para o sul da cidade, se não quiser passar pelo péssimo calçamento daquela via, terá de pegar a Avenida XV de Novembro e se esta estiver congestionada perderá um bom tempo esperando para acessá-la. Uma moradora da rua me contou que o pessoal vai até a Prefeitura pedir pela melhoria. A mãe de um aluno que estuda na escolinha, também vai.
Teria mais coisas para falar, mas vamos apontando aos poucos. Esta colaboração vem ao encontro do que o pessoal vem me pedindo com certa insistência. E os pedidos vem chegando.
Nesta semana, conversando com um amigo antenado às coisas da cidade, este me falou algo que me surpreendeu. Segundo ele, os canos que sustentam as placas de sinalização são grande fonte de proliferação de mosquitos da dengue. E analisando a coisa, ele está coberto de razão, pois elas estão espalhadas por toda a cidade. E, se uma tampinha de garrafa pode criar mosquitos, imagine um cano de mais de dois metros repleto de água da chuva. A sugestão é que estes canos sejam furados na base para que não mais armazenem água.
O alerta está dado e parte da solução, também.
Recentemente, o vereador Jacson Lauxen (PDT) entrou na Câmara de Tapera com proposição solicitando ao Executivo a instalação, no Centro Administrativo, de uma cadeira elevatória para que cadeirantes e pessoas com dificuldade para se locomover possam acessar o segundo piso do prédio. A matéria foi aprovada por unanimidade.
Segundo o Jacson, o ideal seria a construção de um elevador, mas devido ao alto custo e o momento econômico atual, achou-se por bem instalar uma cadeira, que reduz o custo em até 90%.
A pessoa com necessidade chega no CA, deixa sua cadeira no primeiro piso e acessa o segundo em outra cadeira.
A ideia é boa, pois atualmente é grande a preocupação com a acessibilidade de todos. Só não sei como demoraram tanto para pensar nisso, pois todo dia vemos na mídia prédios públicos e privados sendo modificados para facilitar o acesso dos cadeirantes. Outra coisa. E se mais de um deles se dirigir ao segundo piso do Centro Administrativo?
E na mesma sessão, o vereador Luiz Carlos Ritter (PTB) solicitou à Casa que instale na Câmara um retroprojetor com tela retrátil e todos os acessórios necessários para apresentações diversas naquele local. A ideia também é boa, por que cada vez que a Câmara é utilizada para um evento é aquele corre-corre atrás de equipamentos e de ajustes.
As duas ideias são muito boas e agora é torcer para que elas deixem o papel e tornem-se realidade para o bem da comunidade e da imagem da cidade.