A 1ª Copa dos Pampas, competição criada pela Liga Gaúcha Futsal para o primeiro semestre, está indo para seu final, faltando três rodadas para sabermos quem serão os quatro semifinalistas. Se terminasse hoje estariam na próxima fase: AEU (14pg) e Passo Fundo (8) pela chave A e Guarany (16) e Parobé (7) na B.
Uma destas equipes ou ainda outra que melhorar na reta final levará para casa o troféu de campeão estadual. O torneio não tem a participação de todas as equipes que disputarão a Liga Gaúcha 1, no segundo semestre, mas não deixa de ser um título estadual.
O América, com uma equipe praticamente toda renovada, não conseguiu decolar na competição estando em 4º lugar na sua chave (B), com 5 pontos, e aproveitamento de 33,3%. De repente, o time saia do sério e vença seus três últimos jogos.
Que esta Copa termine e que sirva para a equipe taperense se aprimorar para o que virá no segundo semestre e que de fato valerá, pois nela estará a elite do futsal gaúcho.
E nesta quarta-feira (01), tem América e Guarany no Poliesportivo de Tapera. É só um dos maiores clássicos do Rio Grande do Sul.
Nesta quarta-feira (24), estive na Câmara de Vereadores de Tapera (RS), acompanhando o julgamento de Jairo Paulinho Kolling, autor da morte do padre Eduardo Pegoraro, em 22/05/2015. Após, quase 12 horas de trabalho, o réu foi condenado a 26 anos e 10 meses de prisão, saindo do local algemado. Jairo, que passou a maior parte do processo em liberdade, vai agora cumprir sua pena no Presidio Estadual de Espumoso (RS). A comunidade taperense, que sentiu muito a morte de seu pároco, queria justiça (e paz) e levou, quase quatro anos depois.
Em suas colocações, a acusação passou seu tempo, 90 minutos, tentando provar aos jurados, que Jairo cometeu um crime motivado por ciúme, tendo tirado a vida do padre e por pouco a de sua ex-mulher, Patrícia, e a sua própria. Já a defesa, no mesmo tempo, se agarrou na tese de que o padre mantinha um caso com Patrícia, fato que a acusação negava o tempo todo. Em certo momento, o advogado de Jairo disse que Patrícia e padre Eduardo tinham um caso e a promotora disse que não havia provas disso, ao que o advogado devolveu dizendo que as mesmas haviam sido apagadas. Eu não entendo nada de informática e de tecnologia, mas sei que tudo que entra em um telefone, pode ser apagado nele, mas fica tudo armazenado em algum lugar. Será que o MP e a defesa não foram atrás disso? Sim, porque mesmo o mundo virtual deixa “rastros” e a perícia consegue alcançá-los com facilidade.
A defesa trabalhou no sentido não de absolver o réu, mas de reduzir ao máximo a sua pena, afastando as agravantes. Já o MP e os advogados assistentes, trabalharam para que Jairo Kolling fosse condenado à pena máxima pagando pelo ato cometido. As duas partes fizeram seu trabalho, mas ao final a Justiça foi feita, devido à grande quantidade de provas e ao fato em si.
Para mim, um júri é como um teatro, onde os personagens tentam de todas as formas convencer o “expectador”, no caso o conselho de sentença. Só que leva a melhor quem tiver mais provas. De preferência, irrefutáveis.
E no caso dos jurados, os sete, sendo quatro homens e três mulheres, estes entenderam o clamor popular e decidiram a questão, dando um ponto final a ela. O tribunal do júri é criado para atender este mesmo clamor.
Agora, o Jairo, que cumpra a sua pena. Ele terá muito tempo neste período para pensar no que fez em nome de algo que não foi confirmado. E a vida segue.
E a família de padre Eduardo e os seus amigos tentarão viver suas vidas sem a sua presença, ele que fora vítima de uma suposição não comprovada.
Ontem (25), um PM tombou na troca de tiros com bandidos em Porto Xavier (RS). E viu-se muito pouco sobre isso na imprensa. Agora, se um policial tivesse matado um bandido ela teria caído de pau em cima dela.
O que estamos vendo hoje no Brasil é uma completa inversão de valores. Os mocinhos são a polícia, apesar de seus erros, e os bandidos são os outros.
Outra coisa. Um tiro de fuzil não tem escapatória. 95% dos casos é morte certa e 5% amputação. E um colete balístico fica igual a papel higiênico contra uma bala calibre .556 ou .762.
E quando acontece uma m…. a quem os “bonitos” recorrem? Aos bandidos é que não. É muita hipocrisia isso daí.
Nesta sexta-feira (26), inicia a novena em Tapera (RS). O evento é preparatório à Festa de Maio, que comemora o aniversário da Paroquia Nossa Senhora do Rosário da Pompeia. E a grande festa acontecerá no dia 05 de maio (domingo), no Tenarião. O pessoal está vendendo cartões para a carne: gado R$ 45 (1,5 kg) e meio frango R$ 20.

O STF autorizou o ex-presidente Lula, preso em Curitiba por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, a conceder entrevista na prisão a dois jornais: o brasileiro Folha de S. Paulo e o espanhol esquerdista El País. A mesma foi nesta manhã, das 10h às 12h. Outros veículos de comunicação brasileiros participaram dela, mas não puderam fazer perguntas ao preso ilustre.
Desde quando neste País é permitido um preso comum dar entrevista à imprensa?
É só uma pergunta.
Então, se que quiser ir a Espumoso entrevistar um preso eu posso? Ou não?
Nesta quarta-feira (24), o América foi a Ibirubá enfrentar a ASIF, pela 6ª rodada da 1ª Copa dos Pampas, e empatou em dois gols. O jogo foi bom, com o América fazendo boa partida e não a venceu por detalhe, pois mais uma vez errou muitos gols. O time do Morruga está pronto, faltando apenas sair de dentro do ovo. Se mostrar, desencantar.
A classificação nesta primeira competição do ano é difícil, assim que se aproveite ela para azeitar as engrenagens para a que vale de fato, no segundo semestre, com todos os grandes juntos: a Liga Futsal 1.
E deste jogo em Ibirubá, belíssimo em quadra e fora dela, foi lamentável fora do ginásio da Escola General Osório, quando o ônibus da delegação americana foi apedrejado. A pedra, além de quebrar o vidro traseiro, ainda danificou a lataria do coletivo, causando uma despesa desnecessária ao América, que terá de arcar com algo que não estava programado fruto de algum deslocado.
Não estou culpando a ASIF por este lamentável episódio pós jogo, mas a gente se obriga a noticiar tal fato.
E eu que pensei que isso era coisa do século passado. Com quase 40 anos de “estrada” estou me esforçando para lembrar quando aconteceu algo assim aqui em Tapera. E se alguém souber me informa, por favor.
Nesta semana, conversando com uma pessoa que participa na realização de eventos diversos aqui em Tapera (RS), como voluntário, ela se queixou que está faltando voluntários no município e que nestes eventos são sempre as mesmas pessoas que trabalham. Ele citou como exemplo a novena e a Festa de Maio, que estão vindo aí, e que não foi muito fácil encontrar noveneiros e pessoas dispostas a colaborar em todos os setores dos dois eventos.
Segue aqui os parabéns aquelas pessoas voluntárias, anônimas, que tiram tempo do seu trabalho, da sua família e do seu lazer para trabalhar pela comunidade. Veja a importância desta gente, homens e mulheres, pois sem elas a comunidade não respiraria. Imagine um município sem eventos. Seria igual a um morto-vivo.
Conheci muitas pessoas que tiveram sérios problemas com o álcool e que optaram por tomar cerveja sem ele, como a Kronenbier, fabricada pela Companhia Antarctica Paulista, que deu origem à poderosa AMBEV. A promoção da empresa era baseada na inexistência de álcool em sua composição e, com isso, vendeu muito nos anos 90.
Pois, o pessoal resolveu verificar se a cerveja tinha ou não álcool e a análise provou que ela tem, sim. Em pequena quantidade, mas tem. Entraram na Justiça e, 15 anos depois, a questão ainda não foi decidida. E como estamos no Brasil…
Se fosse com o pessoal da Lava Jato a coisa toda estaria decidida, com os prejudicados indenizados e o produto fora do mercado.
Mas, que sacanagem a empresa fez com o pessoal que era alcoólatra e que não queria ficar longe da sua cervejinha.
O julgamento de Jairo Paulinho Kolling, acusado de matar o padre Eduardo Pegoraro, está confirmado para esta quarta-feira (24), às 09h, na Câmara de Vereadores de Tapera (RS).
O júri será presidido pelo juiz Márcio César Sfredo, tendo na acusação a promotora Marisaura Inês Raber Fior e na defesa os advogados Carlos Eduardo Hoff da Silva e Ethel da Silva Seemann.
No julgamento, não serão ouvidas testemunhas, apenas Patrícia Kolling, que foi atingida por disparos, será ouvida. O réu também será interrogado.
Jairo Paulinho Kolling foi pronunciado por homicídio consumado, duplamente qualificado (motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima) e por homicídio tentado, triplamente qualificado (motivo fútil, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e por ter sido cometido contra mulher em razão do sexo feminino).
Pela ausência de testemunhas, espera-se que o júri deva ser mais rápido do que os de costume.
O América vai a Ibirubá nesta quarta-feira (24) enfrentar a ASIF, no Assisão, em jogo válido pela 6ª rodada da 1ª Copa dos Pampas. E é clássico, daqueles pegados, mordedor, onde ninguém quer perder.
Vamos ver como se comporta em quadra o jovem time do Morruga que veio um tanto quanto apagado na temporada e agora começa a criar liga, criar forma. Fez um bom jogo em Parobé no sábado (20) e espera-se agora que continue evoluindo.
Falei com o Morruga nesta manhã e ele me confirmou que o time está em evolução e que a ansiedade normal de uma estreia passou e que agora o grupo está vacinado para encarar as pedreiras que vem pela frente. Vindo de quem veio, fico tranquilo e feliz.
Aliás, essa gurizada que está chegando aí, deve prestar (muita) atenção no que fala o treinador, pois este paisano jogou muita bola. Tanto, que nos anos 80, a Penalty produziu um tênis com seu nome. Tive dois deles.
O América perdeu para a ASIF no jogo de Tapera e poderá vencê-la no jogo de volta. Por que não?
A ASIF é 3º na chave B com 6 pontos e o América é 4º com 4.
Chegou a hora de soltar os bichos.