Nesta quarta-feira (29), a Burguer House, aqui de Tapera (RS), reuniu um grupo de amigos para um bate papo cervejeiro, com degustação e harmonização de produtos da cervejaria Hillneck, de Passo Fundo (RS), com um mestre cervejeiro seu. O cara, meu tocaio, por sinal, falou sobre os vários tipos de cerveja produzidas pela empresa: Pilsen, Red Ale, IPA, Dry Stout, Imperial Porter e Blonde Ale. Degustamos todas elas, começando pela Pilsen, a mais tradicional e mais consumida no mundo, e finalizamos com a Imperial Porter, a mais encorpada do portfólio. O cervejeiro apresentou ainda a “Cervage”, uma Blonde Ale de sua criação. Muito boa.
Na conversa, com muita troca de informações, degustamos as cervejas com um hambúrguer bacon e após com uma sobremesa de chocolate, para realçar o sabor das mesmas.
Para quem gosta de tomar uma boa “cerva” temos umas muito boas aqui em Tapera na Burguer House, daquelas que não se encontra em balcão de bar ou restaurante.
Gente da minha idade, com muitos litros de cerveja na conta, sabe muito pouco sobre elas, mas conhecendo um pouco dos vários tipos existentes parece que elas ficam mais saborosas. Você aprecia muito mais conhecendo o que está tomando.
De parabéns a Burguer House pelo evento e a Tauana e ao Geovani pelos produtos que estão oferecendo à comunidade taperense e regional.
Em breve, a Prefeitura de Tapera (RS) dará sequência à repaginação da Praça Dr. Avelino Steffens. Na primeira etapa, muitas árvores foram suprimidas e com elas a sombra. Quem passa pelo centro da cidade percebe duas situações distintas. De dia, o pessoal se acomoda na parte de cima, onde tem muita sombra, e à noite na parte nova, sob o luar. E lá se vê muitas pessoas conversando e tomando mate e crianças correndo e andando de bicicleta. É bonito ver a praça pulsando.
Tomara que, quando forem executar as demais etapas, que cuidem com a quantidade de árvores que cortarão, por que naquela parte nova essa geração de crianças que está aí não vai curtir a sombra na praça ao lado de seus pais e irmãos. Nem terão fotos de quando criança na pracinha de sua cidade.
O América não foi à reunião em Cachoeirinha, no sábado (25), que definiu a Liga Gaúcha Futsal 1 deste ano. Com isso, ficou de fora da competição, como eu já havia noticiado aqui.
Diferente dos anos anteriores, neste, o Campeonato terá duas chaves de seis onde as quatro melhores de cada uma delas passarão às Quartas-de-Final. A ideia é diminuir despesas. Que não são poucas, diga-se de passagem.
Achei que haveria repercussão em Tapera pelo fato do América não ter vindo neste ano. E não houve. Aliás, a coisa passou batida na cidade com alguns poucos se manifestando nas redes sociais. E nada mais.
O América encontrou muita rejeição junto à comunidade nestes anos todos e isso foi um dos fatores que fez com que parasse. Faltou ao clube se envolver com ela. E a falta de dinheiro foi a pá de cal.
Seria bom que a direção americana convocasse uma reunião com a imprensa taperense para falar como está a situação da equipe. O clube precisa dar uma resposta à população uma vez que usufruiu do dinheiro público por vários anos. Além disso, várias empresas emprestaram seu nome a ele e merecem também uma satisfação.
Por nossa história e conquistas no futsal, vamos sair com estilo. Pela porta da frente.
Sobre esse rapaz, de 25 anos, que matou a tiros quase uma família inteira em Porto Alegre nesta semana, após uma discussão no trânsito, o que será que sua a defesa dirá no julgamento? Certamente que foi legítima defesa. Aliás, em seu depoimento à polícia, o homem disse que a arma era da vítima.
O pior de tudo é que pode mentir. É do jogo. Só não sei se vai convencer as outras partes.
Esse homem, por um momento infeliz, botou fora sua vida e privou uma criança de crescer ao lado de seus pais e irmão.
Eu fico imaginando aquele cena fatídica. Um bate-boca acalorado e o cara me saca a arma e dispara contra todos, matando-os. É muita covardia e porcaria na cabeça.
Os contêineres encomendados pela Prefeitura de Tapera (RS) chegaram. São 150 deles que estão acomodados no Parque de Exposições José e Rosalina Koehler.
A ideia da Administração Municipal é acabar com o acúmulo de sacolas espalhadas pela cidade e outras ainda rasgadas pelos cachorros que acabam deixando tudo atirado pelo chão causando péssima imagem.
Vai ter gente que reclamará por ter de caminhar um pouco mais para descartar seu lixo e que não quer um deles na frente de sua casa.
Isso tudo é irrelevante diante do avanço que se terá. O bom é que não teremos mais a visão daquela pilha de sacos de supermercados amontoados na calçada, no meio da rua ou dos canteiros e nem dos cachorros revirando tudo no meio da rua.
Resta saber quando começa a colocação dos contêineres.
Na manhã desta segunda-feira (27), a Câmara de Vereadores de Tapera (RS) se reuniu extraordinariamente para analisar e votar 07 projetos de lei de origem do Executivo Municipal. Após, o presidente Jacson Ivan Lauxen (PDT) pediu a seus colegas se os mesmos gostariam que o município retornasse à Associação das Câmaras do Alto Jacuí e a maioria disse que sim. Assim, Tapera retorna à Ascamaja, após um ano ausente.
O Jacson, que já teve ajuda da Associação em vários pleitos, acha importante que Tapera permaneça nela pela força política que ela tem na hora de reivindicar junto aos governos. E está certo.
Na minha opinião, o jantar após os encontros é normal, afinal é momento de confraternização. Imagine os caras fazer certa quilometragem para uma reunião e retornar ao município logo em seguida. O controle deve ser feito no balanço.
E é absolutamente normal se fazer reunião com jantar, pois é um modo de levar gente a ela. Isso acontece em todos os setores e em todos os lugares.
O cara aquele que matou a tiros a família em Porto Alegre, após uma discussão de trânsito, tornou-se foragido da Justiça e a polícia foi ao seu encalço, mas teve dificuldade de encontrá-lo com ajuda do povo, por que não podia colocar a fotografia do maluco em lugar nenhum. Essa piada é fruto da lei 13.869/19, que proíbe a divulgação de foto.
E sem uma foto como poderá haver denúncia?
Então, o cara mata três de forma covarde e ainda é protegido pela lei. Tem umas coisas neste País que não tem explicação. Um dia o Brasil será um estado de verdade.
Segundo o Estadão, a busca no Google por “Bolsonaro frita Moro” aumentou 2.800%.
Os filhos do presidente atribuem a fritura do ministro à imprensa quando na verdade foram eles que começaram tudo, depois das entrevistas dadas pelo pai.
Bolsonaro sem Moro quebra, literalmente.
Na tarde do último sábado (25), na sede da Liga Gaúcha de Futsal em Cachoeirinha, aconteceu o Congresso Técnico com dirigentes da LGF e dos clubes da primeira divisão.
As competições de 2020:
Copas Regionais – 14/03 a 02/05
Copa dos Pampas – 16/05 a 15/08
Liga Gaúcha 1 – 22/08 a 12/12
A grande mudança para este ano é o formato da LG 1. Ao invés da primeira fase com todos jogando contra todos, as equipes foram divididas em 2 grupos de 6, onde jogarão turno e returno, classificando-se as 4 melhores para as Quartas-de-Final.
Os grupos:
Grupo A – AFUCS (Seberi), ALAF (Lajeado), AMF (Marau), Atlântico (Erechim), Guarany (Espumoso) e Uruguaianense (Uruguaiana)
Grupo B – ACBF (Carlos Barbosa), Guarani (Frederico Westphalen), Horizontina, Lagoa Futsal (Lagoa Vermelha), Passo Fundo Futsal e SASE (Selbach)
Como América (Tapera) e ASIF (Ibirubá) não disputarão as competições adultas da LGF neste ano entram seu lugar: AFUCS (Seberi) e Guarani (Frederico Westphalen).
A ideia dos clubes é deixar as competições mais curtas para os jogos serem mais atrativos ao espectador e também evitar custos desnecessários.
A Super Copa entre Guarany x Atlântico não acontecerá no dia 08/03, mas em outra data a ser marcada.
A LGF usará neste ano o naming rights de Liga Gaúcha SICOOB 2020 e a bola da competição será Penalty.
Os roubos à túmulos e jazigos retornaram à região. Desde 2016, vários cemitérios do Alto Jacuí foram visitados pelos saqueadores que vão até eles para roubar metais, especialmente bronze. E o que esse pessoal faz depois com o produto roubado? Vende ou troca por drogas. E tem comércio para isso, também.
Agora, esses caras não fazem ideia do dano psicológico e financeiro que causam às famílias. Para se dar uma simples arrumada em uma sepultura, homenageando quem lá está descansando, se gasta um valor considerável. Uma simples identificação não sai por menos de R$ 500 para depois ser vendida por R$ 5 ou R$ 10.
O negócio, para quem não é rico, é partir para artigos de plástico. Os sepultados irão entender.
Isso aí precisa ter um fim.