A exemplo de boa parte dos municípios aqui da região (RS), Tapera seguiu seu exemplo e também determinou que a população use máscara em todo o território municipal. Decreto neste sentido (036) foi assinado nesta quarta-feira (22), pelo prefeito Volmar Kuhn.
Não vou falar sobre o decreto, mas apenas dizer o seguinte: saiu de casa ponha a máscara.
A medida pode ser drástica, mas tendo em vista o que anda acontecendo na região, com o aumento dos casos de positividade à Covid-19, é bom o pessoal começar a se cuidar. E a ter noção do perigo iminente.
Eu não tenho o hábito de usar a máscara, mas devido ao decreto e o “bicho” andar cada vez mais perto de nós, comecei a usá-la a partir de hoje.
E você, já arrumou a sua? E vai usá-la, né?
Uma última coisa. Cuide-se e evite aglomerações.
Quando dizem que esta doença vai modificar o mundo eles não estão falando bobagem. Depois dela, a maioria de nós mudará, inclusive as empresas e os governos.
No caso dos governos, eles aprenderão que somente dinheiro, força militar e arsenal nuclear não importa. De que adianta tudo isso se não conseguem controlar uma espécie de gripe que pode vir a matar. Adianta tanto poderio assim? Os países terão de se rever. Inclusive com suas empresas que buscam nações mais baratas para produzir.
As empresas, por sua vez, que estão demitindo agora temendo o pior lá na frente, verão que poderão fazer o mesmo trabalho com menor número de pessoas, bastando apenas melhor adequação à produção ou comercialização. A automação já é um sinal disso e a prova maior são os bancos que estão cada vez mais partindo para o uso da “máquina” e dos aplicativos. E não são só eles. As indústrias também estão partindo para a robotização.
É duro dizer isso, mas é o que se prevê lá na frente. O homem está cada vez mais criando equipamentos e ferramentas para facilitar sua vida, mas ao mesmo tempo está pulverizando empregos.
E quando tudo estiver automatizado o que acontecerá? Onde as pessoas vão trabalhar? Vão comer o que? Estas são perguntas que precisarão de respostas quando este dia chegar.
O homem, querendo mais tempo para si e sua família e mais facilidade para sua vida, está trilhando um caminho muito perigoso.
Esse lance dos contêineres em Tapera (RS) foi uma baita ideia da Administração Municipal, pois não se vê mais aquelas pilhas de sacos acomodados nas calçadas, canteiros ou no meio da rua, e nem restos espalhados pelo chão pelos cães. Resolveram um grande problema que tirava o brilho da cidade.
Agora, o lixo continua sendo separado entre “seco” e “molhado” e verificado seu dia certo para descarte e recolhimento.
Neste feriado de Tiradentes (21), andando pela cidade, vi um homem, usando máscara, bem como deve ser, puxando um carrinho e coletando material reciclável das empresas e também dos contêineres. Este é outro serviço muito importante para o município. O senhor esse ganha seu sustento ali e ainda ajuda no embelezamento da cidade. Parabéns a ele pelo trabalho e pela colaboração.
Quando o tema é lixo é preciso que toda a comunidade faça sua parte de maneira correta, afinal a imagem do lixo não pode ser a nossa.
“Difícil administrar um reino onde uma parte tem medo da morte, outra tem medo da fome e a terceira quer atear fogo no castelo. Espero que, ao final, os que tem medo da morte e os que tem medo da fome se unam contra os que querem atear fogo no castelo”.
Desconheço a autoria, mas é bem apropriada para os dias atuais, especialmente aqui no Brasil.
Na manhã fria da última quinta-feira (16), por volta de 07h, estava eu parado em frente ao CAIS, aqui em Tapera (RS), esperando para ser vacinado e, conversando com uns amigos, fixei os olhos na placa que identifica o prédio que abriga a Secretaria Municipal de Saúde e, conhecendo um pouco da história do município e suas personalidades, identifiquei um erro na mesma. Onde está escrito LEONIR, na verdade deveria estar LENOIR, pois este era o segundo nome do Dr. Hercílio Steffens, que empresta seu nome a ele.
Lembro da homenagem feita ao médico e político em 28 de abril de 2015 e passei por debaixo dela inúmeras vezes nestes quase cinco anos sem nunca perceber o erro. E nem a comunidade taperense reparou nele. É aquela velha história da segurança do saber.
O Dr. Hercílio foi o taperense que mais vezes ocupou assento na Câmara de Vereadores local, com 08 mandatos.
Escuta, esses corajosos que não estão levando a sério a Covid-19 (Coronavírus), que andam para lá e para cá e se reúnem com pessoas ao longo do dia, já se deram conta de que estão ocorrendo casos aqui na região, bem perto da gente? A doença está em Espumoso, Não-Me-Toque, Tio Hugo, Carazinho, Passo Fundo, Cruz Alta, Nicolau Vergueiro, Marau, Chapada e em outros mais, tudo pertinho de Tapera (RS), e que temos contato quase que diário com pessoas vindas destes municípios.
Até o momento ninguém precisou de hospital ou morreu aqui na região, o que é maravilhoso, graças a Deus, mas é bom o pessoal não bobear e ficar ligado.
Agora é hora da gente se cuidar e evitar aglomerações.

A direção da Comunidade Católica de Tapera (RS), reunida na última quinta-feira (16), decidiu cancelar a tradicional Festa de Maio, que aconteceria no próximo dia 03, no Tenarião.
Conforme padre Osvaldo Baptista Ferreira Júnior, pároco da Igreja Matriz, a decisão foi tomada em razão da pandemia da COVID-19. Segundo ele ainda, a novena está mantida e será feita via internet. Ela inicia no próximo dia 24 (sexta-feira) e se estenderá até o dia 02 (sábado), sempre às 19h, também via internet.
Já a missa de coroação da imagem da padroeira, no domingo (03), também está mantida e será igualmente pela internet e Rádio Cultura.
A Festa de Maio, que é realizada no município a mais de 80 anos, homenageia a padroeira do município, Nossa Senhora do Rosário da Pompeia. E pela primeira vez é interrompida.
Está na hora desta pandemia passar e tudo voltar ao normal.
E você, cuide-se. Fique longe de aglomerações.
Estudo realizado por cientistas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, indica que o novo Coronavírus pode sobreviver até três dias em algumas superfícies.
Segundo a pesquisa, o vírus resiste por cerca de 72 horas no plástico e 48 horas no aço inoxidável, enquanto no papelão tem uma sobrevida de 24 horas. Já no cobre, apenas 4 horas.
O levantamento também mostra que o vírus pode sobreviver no ar entre 40 minutos e 02h30, após uma pessoa infectada tossir ou espirrar.
E lembre-se: cuide-se e evite aglomerações.
As autoridades brasileiras não estão se achando quando será o pico da Covid-19 no País. Primeiro falaram em março, depois abril e agora falam em maio e, pelo visto, a coisa vai além. Afinal, quando será esse pico?
Enquanto isso o brasileiro vai vivendo, como diz um amigo, que nem mala de louco indo de um canto para outro.
Agora, está na hora de parar essa loucura, não está?