Blog do Sarico

Na fila


O Inter está na fila do Brasileirão há 41 anos. Seu último título na competição foi em 1979, o Tri, de forma invicta, feito ainda inédito no Brasil. Mas, o Atlético MG supera o Colorado. O time mineiro ganhou seu único título no primeiro Brasileirão, em 1971, e lá se vão 49 anos.

A propósito. Será que o Inter emplaca neste ano? Tem sido sofrível alguns jogos seus no campeonato. E nos três últimos a arbitragem não colaborou com o time como vinham dizendo por aí.

E ao que parece o “Framengo” está aparecendo como primeira opção da galera fora do Rio Grande.

Ia ser bem interessante o Inter campeão brasileiro e o Grêmio campeão da Copa do Brasil. Haveria muita gente de beiço virado neste País.

A praça de Tapera


Numa noite desta semana, dando uma caminhada pela cidade, ao passar pelo Centro, vi a praça central toda iluminada e repleta de pessoas, na maioria crianças. Os adultos sentados nos bancos e cadeiras conversando e tomando mate, a maioria sem máscara, e a criançada no parquinho brincando e correndo. Está muito bonito aquilo lá.

Aliás, a praça de Tapera (RS) está dividida em duas, com uma diferença abissal entre elas. Na parte de “cima”, mesmo com todas as árvores, sua beleza não se compara com a parte nova, a de “baixo”.

O único senão na parte nova é o diminuto número de árvores. E as que estão dentro do parquinho demorarão um bom tempo até começarem a fazer sombra e, por isso, as crianças somente poderão brincar nele à noite, longe do sol impiedoso que tem feito nos últimos tempos.

E aquele gramado sintético está meio esquisito no parquinho. Quem já jogou futebol numa quadra sintética sabe do que falo. E não sei se as crianças o aprovaram. E nada como uma grama natural para poder pisar nela e descarregar a energia do corpo. Pais com criança pequena que o digam.

Depois que a praça ficar pronta Tapera ganhará outro belo cartão postal em seu Centro, para alegria da comunidade que a utiliza, especialmente aos finais de semana. E com o maior número de árvores possível. Com sombra.

Presente saudoso


Nesta semana, ganhei um presente, de um casal de amigos, que me emocionou pela história. Ganhei, do Ademir e da Julia Sipp, uma camiseta personalizada da AVECS, clube que ajudei a fundar em Selbach, em 08 de agosto de 1990, e que neste ano estará completando 31 anos.

Fui um dos cinco fundadores do time e o seu 11º presidente e, por coincidência, fui o dono da camisa 11, por vários anos. E com ela fui seu maior goleador, em toda a sua história. Acho que a camisa deveria ser aposentada, sem falsa modéstia, claro.

Lembro como se fosse hoje do começo de tudo aquilo e da luta para se ter uma sede social própria e depois para ampliá-la.

Há poucos dias, vi uma foto do time e me surpreendeu o fato de a equipe atual ser formada por novos rostos, já que o pessoal da “velha guarda” fica, agora, do lado de fora do alambrado, torcendo.

Lembro da folia que se fazia no ônibus que nos levava para os jogos em outras cidades. Também, das pedreiras que pegamos, das goleadas dadas e sofridas e dos jogos de “reabilitação”. Não esqueço também dos almoços e das cervejadas, após as partidas, e dos eventos de integração que fazíamos na sede. E, também, são inesquecíveis as chuletas na chapa, os jogos de bochas e as longas conversas, em volta do fogão à lenha, atrás da copa, nas sextas à noite.

E tem, ainda, umas figuras naquele time que são impossíveis de serem esquecidas, pelas pessoas que são/foram e pela amizade mantida, até hoje, com muito carinho. E, sempre que nos encontramos por aí, é uma “festa” o encontro.

Que tempos saudosos aqueles…

Jú e Mi, obrigado pelo presente. Fiquei muito feliz com a lembrança.

Frase do Dia


“A tentação bate à sua porta muitas vezes, mas a oportunidade o faz uma única vez”.

Desconheço a autoria

Por garantia, olhos e ouvidos bem abertos. Sempre.

Tá aumentado


Hoje à tarde, foi divulgado o Boletim Epidemiológico de Tapera (RS) que apontou mais 14 casos positivados de Covid-19 no município, fazendo com que o total de infectados suba para 633. Os óbitos são 18.

E o Hospital Roque Gonzalez está lotado.

Precisa falar mais?

Em tempo. Tem ainda o Carnaval e o resto das férias.

Hospital de Tapera no limite


A Associação Hospital Roque Gonzalez de Tapera (RS) divulgou nota nesta tarde (10) informando a comunidade taperense e regional que está com sua capacidade de internação de pacientes com Coronavírus no limite da ocupação.

Pede ainda que a população continue se cuidando para evitar a contaminação e com isso a possibilidade de uma internação.

A contaminação está por toda parte pelo que se está sabendo. Até o momento o pessoal infectado está sendo tratado em casa e está relativamente bem. Os que se sentirem mal são encaminhados ao hospital que tem uma capacidade de internação. Se este limite for superado o bicho pegará, se é que me entenderam.

A pandemia não passou e o vírus continua aqui bem aquecido, assim vamos nos cuidar.

Estou curioso para saber como será a coisa aqui depois do Carnaval e das férias.

E a Covid vai que vai


Após informar a 18ª morte decorrente de Covid-19 em Tapera (RS) nesta segunda-feira (08), hoje (09), foi informado mais 12 casos positivados da doença no município elevando o número de infectados para 609.

Até o final das férias e do veraneio os números de infecção e morte deverão aumentar pelo que se está vendo nas ruas, nos estabelecimentos, na televisão e nas redes sociais.

O bicho continua aí. E faminto.

A Covid em Tapera


Nesta segunda-feira (08), Tapera (RS) informou o 18º óbito em decorrência da Covid-19. Até o momento, 597 pessoas foram infectadas pela doença. Os recuperados são 548.

Só para constar. A pandemia ainda não passou e é preciso ainda nos cuidarmos.

Autopreservação


O planeta Terra anda agonizando há várias décadas, e isso é do conhecimento de todos – e por culpa do homem, que insiste em extrair indiscriminadamente os recursos que ela levou milênios para criá-los.

Certa vez, ouvi de uma pessoa mais velha, que tudo que anda acontecendo no mundo atualmente é o planeta se vingando do ser humano. Ela me disse que um dia a natureza iria reivindicar tudo que dela foi tirado. E ela não está errada.

Num livro que li, o autor fala que a violação do homem contra a Terra não passará impune. Não fala em punição, mas em “autodefesa”. E que as doenças, como esta que estamos enfrentando agora, a Covid-19, é uma forma dela se proteger contra as ações predatórias do seu “inquilino” insaciável.

A vida humana é uma ínfima parte da vida planetária a defender. Apenas 0,01%. Perante o planeta o homem não é ninguém e ele viverá tranquilamente sem nós. Já nós sem ele…

Eu acho que a raça humana passará pelo planeta e que este permanecerá. E, após toda essa violação, ele se regenerará e voltará a ser como era antes de nós colocarmos os pés aqui.

Pergunta


Se você pudesse comer suas próprias palavras, a sua alma seria nutrida ou envenenada?

Desconheço a autoria.