A Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e Prestação de Serviços de Tapera (RS), vendo que o semestre está encerrando e que a Prefeitura não se manifestou em algo que lhe interessa muito, arregaçou as mangas e foi à luta com seus associados, lançando a campanha “Compre aqui. Compre em Tapera”.
Por entender que seus associados precisam manter suas portas abertas, os empregos e faturar, especialmente neste período delicado de pandemia, a ACIT lançou a campanha de vendas que entregará R$ 10 mil em vales-compra.
A mesma, que terá validade de 01 de junho a 25 de dezembro, terá quatro sorteios:
– Dia dos Namorados – 15/06 – 07 vales-compra de R$ 250.
– Dia dos Pais – 10/08 – 07 vales-compra de R$ 250.
– Dia da Criança – 14/10 – 07 vales-compra de R$ 250.
– Natal – 29/12 – 8 vales-compra de R$ 2 mil (1), R$ 1 mil (1), R$ 500 (1) e R$ 250 (5).
Parabéns à ACIT por ter matado no peito sozinha a realização da campanha que resultará em retorno para o município a cada nota fiscal exigida no momento de uma compra.
A ACIT está fazendo sua parte. Se Maomé não vai à montanha…
O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, em seu depoimento na CPI da Covid, nesta quinta-feira (27), disse que o Brasil poderia ter sido o primeiro País a vacinar contra a doença, mas não o foi por que não houveram investimentos.
Escrevi aqui, no começo do ano que, se os governos federal e de São Paulo tivessem sentado e parado com a briga política e pensado no povo brasileiro, o Brasil poderia ter fabricado uma vacina e exportado ela e, enquanto isso, poderíamos ter comprado vacinas para ir imunizando nosso povo. E hoje, a nossa situação seria bem outra.
Eu não sei no que dará essa CPI, mas a pandemia resultará em alguma coisa futura. A ver.
“Criança difícil não existe. Difícil é ser criança nesse mundo de gente ocupada e cansada, sem paciência e com pressa.”
Carla Ferro – Educadora
Em tempo. Como nossos pais estão educando seus filhos? Nunca esquecendo que educação se dá com exemplo e muita paciência.
Desde muito cedo aprendi que uma vírgula faz uma enorme diferença num texto, seja ele qual for. Uma vírgula colocada de maneira errada, antes ou depois ou não sendo utilizada, altera substancialmente o conteúdo da escrita e também da história.
Nesta semana, li que o apresentador José Luiz Datena (BAND) terá de pagar uma indenização de R$ 50 mil à apresentadora Xuxa Meneghel, por ter chamado ela de “garota de programa” e “imbecil”, por conta das críticas que ela fez numa rede social a Joel Datena, filho de José Luiz.
Datena (pai), por sua vez, reagiu à crítica de forma contundente. “Olha, pra dizer a verdade, uma das poucas vezes em que eu quis dar umas palmadas no meu filho Joel (e foram bem poucas), é quando ele assistia aquela garota de programa, infantil, que cresceu e continua infantil. E, além disso, imbecil”.
O erro está exatamente na vírgula entre programa e infantil. A Justiça entendeu que garota de programa infantil é uma coisa e que garota de programa, infantil, é bem outra.
Datena e seus advogados tentaram se safar, mas não lograram êxito. A multa de R$ 75 mil, que foi baixada para R$ 50 mil, terá de ser paga.
Em tempos de rede social muito cuidado com o que você escreve e como escreve. Além de postar fotos sem autorização da pessoa você corre o risco de também ser processado por má escrita.
Cuidado! Fique esperto na internet.
A direção do Inter deixou preocupada uma significativa parcela de colorados por uma decisão sua na comemoração dos 15 anos da conquista do Mundial FIFA. Ela criou uma campanha de marketing para sócios e torcedores com uma caixa contendo uma camisa branca, a braçadeira de capitão do Fernandão, adesivos, entre outras coisas. Até aí tudo bem, é merecido. Só que na tampa da caixa há uma estrela vermelha semelhante à do PT (Partido dos Trabalhadores).
Será que o fato do presidente Alessandro Barcellos estar ligado ao PT tem a ver? Barcellos é filiado ao PT, foi candidato a deputado pelo PT, foi secretário no governo estadual do PT e é assessor parlamentar da bancada do PT na Assembleia. Uma clara mensagem subliminar?
Cada um é livre para vincular-se ao partido político que quiser, mas a instrumentalização política de uma instituição como o Internacional é inaceitável.
Pisaram feio na bola, literalmente, e exatamente na comemoração de algo significativo para o clube.
Esses números que os municípios estão divulgando sobre a Covid-19 (infecção e mortes) são reais? Nós podemos confiar neles?
É só uma pergunta.
E por via das dúvidas continue se cuidando usando máscara, álcool gel e observando o distanciamento, mesmo tendo recebido as duas doses da vacina, pois estamos vivendo tempos difíceis e morrer é uma possibilidade real.
O isolamento social imposto pela pandemia da Covid-19, há mais de um ano, poderá acarretar algumas consequências futuras, dentre elas, o medo de as pessoas – pelo menos, as que estão levando a sério o cumprimento das medidas sanitárias vigentes – retomarem as suas atividades sociais, mesmo estando vacinadas, quando a conjuntura pandêmica der a tão esperada trégua.
Pois, de acordo com um texto que li, nesta semana, esse medo foi diagnosticado pela psicologia como “Síndrome da Caverna”, a qual possui três fatores: hábito, percepção de risco e conexões sociais. No contexto da pandemia, o uso da máscara e o distanciamento criaram um hábito: o hábito de se isolar. E, segundo o texto, é muito difícil quebrar um hábito que vem sendo praticado há tempos.
Esse texto, ao abordar as consequências da pandemia, também fala em “agorafobia”, que é o medo de lugares abertos ou lotados, e cita os jovens como as suas maiores vítimas.
Os especialistas apontam que, ao longo da pandemia, perceberam aumento no medo, na ansiedade e na dificuldade de dormir, e tudo indica que esses índices vão subir ainda mais. Quando a pessoa permanece numa condição de estresse prolongado e não consegue ver saída, as esperanças diminuem, levando à depressão e a outros males. E, quanto mais tempo a pessoa permanecer reclusa, maior será o medo de enfrentar os desafios do mundo externo.
E como reconhecer se a pessoa está em casa só por causa da pandemia ou se está em casa, simplesmente, porque não consegue sair, os especialistas, segundo o texto, apontam algumas características: “basta observar se a pessoa está em casa em segurança, mas está inquieta, como se algo ruim fosse acontecer com ela, sempre querendo saber mais das mesmas notícias ruins e começa a dar desculpas para não sair de casa”.
Concluindo. Como estará a nossa saúde mental e os nossos hábitos, quando a pandemia tiver acabado? Depois dela, com certeza, nós não seremos mais os mesmos.
O pessoal já deve ter reparado no preço da carne de gado nos mercados. Está pelos olhos da cara. E nesta semana li que o consumo do produto cai ao menor nível em 25 anos no País.
Ora, se está caro não se compra. O negócio é optar por outro tipo de carne ou de alimento.
E se o consumo baixar o preço cai. Ordem do senhor mercado e também do bolso do consumidor.
Esse encontro que o ex-presidente FHC teve com o também ex-presidente Lula, para “falar” sobre o Brasil, não foi bem visto, principalmente pelo pessoal do PSDB. Eu, particularmente acho, que todo o legado deixado por FHC foi jogado por terra com esta aproximação questionável.
O que FHC quer, na verdade? Qual seu objetivo se Lula e o PT sempre foram seus mais ferrenhos adversários?
Tem sal nesse doce.
Tenho acompanhado parte de alguns depoimentos da CPI da Covid, no Senado, e tenho visto coisas que me surpreendem de modo positivo e também negativo. Há muita inconsistência nas respostas e leviandade nas perguntas.
Nela, tem um grupo que quer o rim e o fígado do presidente Bolsonaro, e outro que mente (de ambos os lados). O ex-ministro Pazuello, por exemplo, nesta quinta-feira, se superou nas suas respostas sem envermelhar. Quem é um pouco esperto sabe que não existem duas verdades.
Essa CPI foi criada para pegar o Bolsonaro e não dará em nada se ele direcionar dinheiro para a turma do Centrão. Se sair “pila” a pizza vai direto para a geladeira. E vai sair.
Enquanto isso, nós – o povo – seguimos o berrante que é tocado pelo governo, políticos, farmacêuticas, economistas e pelos adeptos do caos.
Que tempo nós estamos vivendo no Brasil…