Blog do Sarico

Reencontro com os amigos


No último sábado (07), tive de dar uma escapada da clausura que me foi imposta pela pandemia, desde março do ano passado, para ir ao aniversário de um grande amigo: o Nico Preto, ali no Parque de Exposições de Tapera (RS). Ele reuniu seus amigos para comemorar mais um ano de vida, neste que está sendo danado para todo mundo, assim como foi o último.

Mas, sempre é dia para se comemorar a vida e podermos estar ao lado dos amigos.

Parabéns, Nico, pelo aniversário e pela recepção.

E aproveitando aqui para dizer aos amigos que, já vacinado, estou ansioso para que tudo isso termine logo para que possamos nos reunir como nos reuníamos antes de tudo isso acontecer. Que falta que faz nossos encontros.

Um grande e fraterno abraço a todos. E continuem se cuidando.

O segredo das medalhas olímpicas


O Brasil jamais será uma potência olímpica. Será sempre um mero participante dos Jogos Olímpicos figurando no escalão intermediário do quadro de medalhas.

Nós temos tradição em alguns esportes, como o futebol, o vôlei, a natação e o iatismo. E, quando ganhamos ouro em outras modalidades, é sempre uma surpresa que veio de onde ninguém esperava, sendo resultado de uma luta dura, de superação, para chegar à olimpíada e ao lugar mais alto do pódio. E aí quando o(a) atleta chega ao País, após os jogos, é tratado(a) como herói(na) nacional pelo feito. E há muita comemoração e badalação por isso.

Na verdade, a maioria de nossos atletas nasce em regiões periféricas do País, sendo descobertos por algum olheiro, que os(as) leva para um clube, onde recebem ajuda para defender o seu escudo em campeonatos internos. Até que um dia, a confederação do seu esporte os(as) convida para ingressar nos seus quadros, quando, então, começam sua vida esportiva – a profissional – e o sonho de uma olimpíada.

Mas, em se tratando de Brasil, boa parte dos atletas vai para a Olimpíada sem ajuda da sua confederação, tendo de bancar tudo do seu bolso, de pequenos patrocínios e, até mesmo, com a ajuda de familiares e amigos.

Obviamente, existem os atletas de elite, que têm “escora” própria para bancar o seu esporte, devido ao alto custo dele, como é o caso do iatismo e do hipismo. Sem falar nos jogadores de futebol e de vôlei, que são de outro naipe. Mas, a grande maioria não consegue viver do esporte no Brasil.

Em países como EUA, China, Rússia, Japão, Grã-Bretanha, Alemanha, França, Canadá e outros, os(as) atletas são garimpados nas escolas e, dependendo de sua performance, as universidades ficam de olho neles, até que atinjam a idade da graduação. E, quando na universidade, eles recebem estudo, alojamento e incentivo para representá-la, pois elas se distinguem, umas das outras, pelas personalidades que formaram – como presidentes, campeões nacionais e medalhistas olímpicos.

E, nestes países ainda, se de cada 10 atletas, um resulta em título ou medalha olímpica, terá valido todo o investimento feito em todos eles. E, além dos clubes, vêm as empresas pagando fortunas para que estes superatletas vistam a sua marca.

Esta é, pois, a diferença entre as nações que levam uma pilha de ouro, tendo, a reboque, outra de prata e bronze, daquelas que apenas participam dos jogos olímpicos. A diferença é gritante no quadro geral de medalhas.

Quem sabe, um dia, o Brasil dispute a “ponta de cima” com as grandes nações esportivas. Mas, ainda levará um bom tempo, pois o cronômetro de nossos políticos não é o mesmo dos delas.

Péssima imagem


Quem passa pela ERS 332, na perimetral leste de Tapera (RS), próximo ao campo do Operário e na entrada do bairro Brasília, se depara com esta cena lamentável: um monte de lixo, que está depositado ao lado da estrada e que está quase fazendo aniversário.

Essa imagem dá uma má impressão da nossa cidade e também da nossa gente.

O correto seria recolher tudo aquilo e a comunidade não mais depositar lixo naquele local.

E fica bonito para todo mundo.

E os benefícios?


Neste ano, houve um crescimento significativo no Brasil: agronegócio (5,7%), PIB (2,5%), indústria (07%) e setor de serviços (04%). Até a inflação subiu (6,79%).

Enfim, como tudo isso, sem a inflação, claro, poderia beneficiar a nossa gente, facilitando a vida dela?

É só uma pergunta.

Governo, economistas, entendidos e imprensa tentam esclarecer a coisa toda, mas o povo não entende. E não vê.

Imunizado e esperançoso


Na manhã desta quarta-feira (04), estive no CAIS, aqui em Tapera (RS), para receber a 2ª dose da vacina contra a Covid-19. Graças ao bom Deus estou imunizado. Agora, é esperar as duas semanas para que a vacina surta o efeito desejado e me proteja da doença.

Diferente de algumas pessoas, que tiveram reação a ela, eu não senti nada de anormal após a agulhada.

Mas, mesmo imunizado, continuarei me cuidando: usando máscara e álcool gel e evitando aglomeração.

E estou na torcida para que até o final do ano essa coisa louca tenha passado e as nossas vidas voltem ao normal. Está mais do que na hora.

A vacina está de fato ajudando a controlar a pandemia, o que é maravilhoso.

E por enquanto, por garantia, vamos nos cuidando. E quem não se vacinou que vá receber a sua dose para ficar tranquilo e voltar a viver sem medo.

Colorados amenizando o inverno de nossa gente


Depois dos gremistas taperenses promover uma campanha do agasalho entre seus integrantes e amigos para repassar à Assistência Social, para depois entregar tudo a famílias em vulnerabilidade social do município, agora foi a vez dos colorados promover a sua.

No último dia 28, o presidente Marco Gatto, do Consulado do Inter de Tapera (RS), entregou roupas e agasalhos à AS.

Já no dia 30 de julho, o Banco do Brasil local entregou à AS as roupas e agasalhos arrecadados entre seus servidores e clientes.

Antes disso, as candidatas a soberana de Tapera entregaram quase uma tonelada de alimentos à AS. A arrecadação foi uma das provas do concurso.

Graças ao nosso pessoal algumas famílias taperenses estão tendo um inverno ameno neste ano, apesar de todo frio que está fazendo aí.

A propósito. Você já ajudou alguém a passar este inverno gelado?

Mal orientado


O erro de Bolsonaro foi ter continuado brigado com a imprensa depois da eleição. Tudo bem que teve problema com alguns veículos de comunicação brasileiros durante a campanha, mas depois de eleito deveria ter convidado todos eles e colocado à mesa a sua intenção de governar o Brasil para todos com ajuda de todos, inclusive dela. A nova política, lembra?

E se Bolsonaro tivesse a imprensa do seu lado neste momento será que ele estaria refém do Centrão?

É só uma pergunta.

O staff do presidente falhou na orientação.

A propósito. Governos vem e vão e a imprensa continua, inclusive contando fatos e alimentando a história.

A transformação de Tapera


A Praça Dr. Avelino Steffens aqui em Tapera (RS), que está sendo revitalizada, se transformou em um grande canteiro de obras. O Centro da cidade aos poucos vai se transformado para melhor, ficando mais bonito.

O pessoal está trabalhando na terceira etapa do projeto, de um total de cinco.

A iluminação da praça já chama atenção pelo “clarão” que proporciona à região central. Está muito bonito aquilo lá.

E tomara que a avenida seja atacada em seguida, por que ela também precisa de renovação, especialmente os canteiros.

Agora, aquela praça com ciprestes e seus labirintos e aquelas calçadas com as pedrinhas portuguesas, brancas e pretas, nós nunca mais teremos. Se tudo aquilo ainda estivesse aí Tapera teria hoje a praça mais bonita do Estado.

Por outro lado, soube que o pessoal do trânsito vai analisar o setor na cidade e talvez fazer mudanças de mão em algumas ruas, o que é bom e necessário.

Enfim, aos poucos, Tapera vai ganhando forma e cores e isso é ótimo para a autoestima dos taperenses que anda baixa por conta da pandemia e da situação econômica que está aí, em especial, com a perda de empregos e o alto custo das coisas.

Liderança feminina


A CNN Brasil veiculou uma pesquisa realizada pela BR Rating, sobre a presença feminina no comando das maiores empresas do Brasil.

Segundo ela, a primeira agência de rating de governança corporativa do País, apenas 3,5% das empresas são presididas por mulheres – CEO. Ainda, que 16% tem mulheres na sua diretoria e 19% em cargos de gerência.

A pesquisa, feita com 486 empresas, mostra uma disparidade abissal entre homens e mulheres no mercado de trabalho brasileiro.

As mulheres, que são maioria no Brasil, ainda não descobriram a força e o poder quem tem.