Eu sempre tive aversão ao frio, mas depois destes calorões que aconteceram aqui no Estado, com 15 dias com temperaturas acima dos 40 graus e noites infernais, estou começando a rever este meu gosto. Frio é brabo, mas calor excessivo é muito pior.
No frio, a gente dá um jeito para se manter aquecido, agora baixar a temperatura não é nada fácil.
Acho que nunca mais vou amaldiçoar o frio.
Por outro lado, você lembra de um ano com tantos dias para lá de quentes como este?
Em tempo. Num dia temperatura de 40 graus e no outro de 19. Só nós para aguentarmos uma coisa dessas.
Agora, vamos combinar. Esse friozinho é bem bom, não?
Nesta semana, passei no Bairro Elisa aqui em Tapera e chamou a minha atenção a derrubada dos eucaliptos no antigo campo de futebol do Guarani, que após décadas, passou para as mãos do município. Soube que naquele local será construído um loteamento com a ampliação da área nos fundos dele. Pelo que soube serão construídas lá 25 casas, podendo ser mais.
Parabéns ao governo municipal taperense pela iniciativa. E se der para construir mais casas na cidade, melhor, afinal moradia nunca é demais e todo mundo quer ter a sua.

A promotora Suzane Hellfeldt, que atuou na acusação no julgamento desta quarta-feira (26), em Tapera, elogiou o município. Segundo ela, bastante eloquente, Tapera é um dos municípios com mais baixo índice de criminalidade da região.
Isso sim é uma boa notícia.
DE SAÍDA – A promotora, em sua manifestação ainda, revelou que a juíza Luana Schneider, diretora do Fórum de Tapera e que assumiu a comarca no dia 16 de março de 2020, está deixando-a nos próximos dias.
“Um bom nome é melhor do que riquezas”.
Proverbio francês
Poderiam acrescentar aí o crédito.
Desde o início desse ano, com o aumento do número de casos de Covid-19 no Brasil e com o surgimento da nova variante do vírus da gripe (H3N2), por conta das confraternizações de final de ano e do período de veraneio, aumentou demasiadamente a procura por testes que detectam essas doenças.
Sintomáticas ou não, normalmente, as pessoas, quando retornam de suas viagens, estão buscando realizar a testagem, para evitar transmitir o vírus adiante, caso estejam infectadas.
Ocorre que, no atual período, com o aumento da demanda, o setor responsável pelo fornecimento dos testes está enfrentando uma crise de escassez de materiais – fazendo com que os serviços de testagem públicos e privados estejam racionando a utilização desses testes, condicionando-os, normalmente, às pessoas que apresentam mais de um sintoma da doença.
Diante disso, questiono: quantas pessoas que não apresentam sintomas –ou que apresentam apenas um sintoma leve característico da Covid-19 ou da gripe – e que não realizam a testagem acabam disseminando o vírus?
Lembrando que a testagem em massa é importantíssima, tendo a finalidade de mapear a doença (principalmente, para analisar o potencial surgimento de novas variantes) e analisar as estatísticas, visando à instituição de políticas públicas e medidas sanitárias que possam contribuir para a diminuição do número de casos positivados.
Essa escassez de testes é uma situação bem complicada, mas, graças à efetividade da vacinação, os casos estão sendo leves e, consequentemente, o índice de mortalidade está baixo – o que não dispensa, entretanto, a continuidade dos cuidados de praxe, principalmente, pelo risco do surgimento de novas variantes que possam prejudicar o progresso conquistado, em termos de imunização, até agora.
E, para finalizar: não deixe de tomar a sua dose de reforço, porque a vacinação é um pacto coletivo de saúde pública e que todos devem cumprir, para que possamos nos livrar dessa pandemia, que nos assola há quase dois anos.
Escuta, alguém tem notícias da máquina adquirida para limpar a cidade? Ela chegou e não foi mais vista.
É só uma pergunta e a comunidade quer saber.
O Sport Clube Jacuí foi o primeiro time de futebol de Tapera, criado nos idos dos anos 1920, quando Tapera era uma vila pertencente a Passo Fundo, e que mais tarde passou a pertencer a Carazinho, até emancipar-se em 1954.
O time, montado por funcionários do curtume, da selaria e da sapataria, vestia camisas listradas nas cores verde e branco. Quando jogava na então vila ele reunia toda a comunidade sendo um dos seus eventos mais importantes. E esta ia ao campo de José Baggio, que ficava em uma invernada localizada entre o antigo Seminário e o acesso à ERS 223, para vê-lo jogar. Os homens vestiam terno e chapéu e levavam uma fita nas cores do time no bolso do casaco, na lapela ou no chapéu, e as mulheres vestiam verde e branco.
As viagens para os “matchs” (jogos), como chamavam na época, eram realizadas em caminhões lotados de jogadores e torcedores por estradas empoeiradas e esburacadas.
Segundo as anotações do médico Anildo José Sarturi, os times chegavam em Tapera e paravam em frente ao Hotel Sarturi, que ficava ali na esquina das ruas Rui Barbosa e Tiradentes, fazendo frente à praça e ao hospital. O pessoal almoçava ali e ali aguardava a hora do jogo. Os dois times se fardavam no local e iam para o campo prontos para a disputa que iniciava sempre às 16h em ponto.
O Jacuí jogava contra equipes da região, em casa e fora. Disputa contra quadros de Espumoso e de Soledade sempre terminavam em briga, dentro e fora do campo. Socos, empurrões e muitos palavrões nas partidas eram normais. As mulheres também entravam nas brigas, e de sombrinha. Até tiros para o alto aconteciam nestes encontros esportivos.
O Sport Clube Jacuí se encontrava no Salão Junges, atual Clube Aliança, onde eram realizados os bailes da vila e também o cinema familiar.
Tudo corria bem na vida do Jacuí até que começou uma briga entre as famílias Baggio e Mombelli. Por conta disso, o proprietário do curtume, Guido Mombelli, proibiu seus funcionários de jogar no Jacuí e criou outro time: o Riograndense Futebol Clube. E como a maioria dos funcionários do Jacuí trabalhavam no curtume, foi fácil acabar com a equipe. O empresário construiu outro campo para sua equipe, localizado acima de sua empresa, onde hoje está a Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania e onde por muitos anos funcionou o Grupo Escolar Barão de Caçapava.
E assim terminou a vida do primeiro clube esportivo de Tapera. Depois disso não se teve mais notícias do Riograndense. Sabe-se que, muitos anos depois, as comunidades do interior começaram a fundar seus próprios times de futebol.
CONSERVADORES – Querem usar o Estado para preservar a sociedade tal como ela está. Abominam mudanças.
PROGRESSISTAS – Querem usar o Estado para transformar a sociedade de acordo com as suas preferências. Querem ainda conquistar a posição dos conservadores para serem eles no futuro.
LIBERAIS – Diferem de conservadores e progressistas num ponto crucial: rejeitam o uso do Estado como instrumento ao serviço de facções políticas. Para eles, o Estado deve funcionar como uma autoridade imparcial cuja função deve ser a de garantir o cumprimento da lei e o respeito pelos contratos. O Estado não deve servir para mudar a sociedade nem para a conservar tal como existe. Ele deve apenas permitir que existam os instrumentos legais que permitam a cada indivíduo fazer as suas próprias escolhas com os seus próprios recursos.
REACIONÁRIOS – Pessoas ou entidade que favorecem o retorno a um estado político anterior da sociedade. Lutam para restaurar um status quo do passado e condenado.
E com qual dessas você se identifica?

“De onde não se espera, daí é que sai”.
Adágio popular
Com tudo isso que anda acontecendo pelo mundo, esses desastres naturais com mortes, destruições, muitos prejuízos e medo, é a natureza em fúria. E uma coisa eu me pergunto: será que ela está ficando nervosa assim do nada?
Com toda certeza alguém puxou o “gatilho” e acionou o mecanismo que está entrando em cena lentamente, por que a natureza não tem a mesma pressa dos homens, e vai causando muita dor por todo o planeta, e piorando a cada dia.
E quem será que puxou esse “gatilho”?
O aquecimento global é o grande responsável pelo derretimento das geleiras (que aumentará o nível do mar, avançando para as cidades litorâneas), pelos incêndios florestais, pelo descompasso nas estações do ano, pela alteração nos solos e nos ciclos da chuva (o que pode prejudicar a agricultura e, consequentemente, a produção de alimentos), pela extinção de espécies animais e vegetais (o que acarreta a perda da nossa biodiversidade), dentre muitos outros fatores.
Hoje, já é possível sentirmos esses efeitos, com as estações do ano “bagunçadas”; os verões cada vez mais severos e os invernos rigorosos; com as secas e as enchentes; tempestades de poeira que ocorreram em alguns estados brasileiros, dias atrás. E, frequentemente, tomamos conhecimento de algum fenômeno ou desastre ambiental que tenha ocorrido no Brasil ou em algum outro lugar do mundo. Eram cenários que não víamos antigamente, quando as atividades humanas eram mais “comedidas”, pois não havia tanto consumo e tanta tecnologia disponível – fatores que contribuem para essa conjuntura de desequilíbrio no planeta.
O fato é que as mudanças climáticas e ambientais já são uma realidade e cabe aos países se comprometerem a reduzir as emissões de carbono (e efetivarem esse compromisso, na prática). Do contrário, a vida na Terra se tornará cada vez mais desafiadora – e não teremos para onde correr.
Nós precisamos de ar, água e alimentos para vivermos e se isso não for possível um dia o que será do homem neste planeta? Se nós não tomarmos medidas hoje aquelas cenas apocalípticas que vimos nos filmes serão a nossa vida real um dia.