Blog do Sarico

Pelo fim das mentiras na campanha eleitoral (e sempre)


A campanha eleitoral nem começou e as fake news – que nunca cessaram – seguem tomando propulsão, nesse período em que os (pré)candidatos estão se mobilizando para tentar conseguir um cargo (ou garantir o seu). E o maior veículo propulsor dessas mentiras, que vêm de todos os lados do eixo político, é o WhatsApp, que é o lugar onde os fanáticos saem compartilhando todo e qualquer tipo de conteúdo, sem ter o mínimo discernimento, como se fossem uns zumbis, agindo no automático.

A mentira é uma praga que enfraquece a nossa democracia, pois o povo, altamente manipulável, consegue ser influenciado pelas mensagens falsas dos políticos, que buscam sempre “puxar a brasa para o seu assado”, defendendo os seus interesses e as suas ideias, fazendo com que os seus seguidores acatem tudo o que é difundido por esses caras.

E o problema é que, quando as agências de checagem jornalísticas comprovam, por A+B, que determinada informação é inverídica, as pessoas acabam não acreditando na real versão dos fatos, pois a maioria já tem o seu “lado”, já tem as suas ideias e concepções pré-definidas – especialmente, porque o povo gosta de defender o seu político de estimação.

E as agências de checagem – assim como a imprensa – são constantemente atacadas e descredibilizadas, simplesmente, por prestarem um serviço essencial à sociedade, que é o de informar e o de trazer luz às pessoas.

Mas, para tentar combater toda essa desinformação que circula pelas redes sociais, o Tribunal Superior Eleitoral está tomando uma série de iniciativas, incluindo parcerias com as principais plataformas digitais, determinando que elas criem mecanismos para tentar reduzir a propagação dessas notícias falsas, durante o período eleitoral.

Espero que as redes sociais e os aplicativos de mensagens – principalmente o WhatsApp – cumpram essas determinações do TSE, porque a internet não pode se tornar a “terra do Pinóquio” e os brasileiros merecem muito mais do que apenas serem manipulados e enganados.



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Responder Anônimo (1657845327568-52212) Cancelar resposta


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