Blog do Sarico

Toca do Coelho: feedback e perspectivas


A Toca do Coelho realizada neste ano, após dois anos de hiato, por conta da pandemia, foi um grande sucesso. E uma das novidades desta edição foi o novo local: ao invés de acontecer no Tenarião, teve todas as suas atividades ocorrendo no Centro de Eventos de Tapera – o que teve uma boa aprovação por parte da comunidade e dos visitantes. A gratuidade do ingresso foi outro ponto positivo.

Devido às opiniões positivas do pessoal, cogita-se que as próximas edições da Toca continuem sendo realizadas no Centro de Eventos, que é um espaço amplo, agradável e que merece ser utilizado pelos taperenses. Além disso, o que contribui para que esse seja um local favorável é a proximidade com a avenida principal e a praça central – espaços, esses, que também podem continuar sendo ocupados pelos visitantes da Toca.

Entretanto, é necessário que se tenha uma infraestrutura externa adequada para servir o público, em termos de alimentação e de recreação. Digo isso porque, naquele final de semana, recebi inúmeras queixas do pessoal (daqui e de fora), relatando que, na tarde do feriado da Sexta-Feira Santa, havendo mais de mil pessoas na praça, e alguns estabelecimentos estavam fechados.

Então, caso a Toca do Coelho continue sendo realizada no Centro de Eventos nos próximos anos, seria interessante se, ao longo da praça, fossem instalados food trucks ou outros, com várias opções de alimentação, para que seja possível atender e contentar a todos os visitantes do evento que faz parte da identidade de Tapera, sendo seu maior evento e também da região e que está inserido no calendário de eventos do Rio Grande do Sul.

Mas, para a próxima Toca poderá haver alterações na criação, montagem e execução dela. Eu conversei com duas pessoas que fazem parte da equipe que faz a Toca acontecer, que me disseram que cansaram de deixar as suas famílias e o seu descanso e lazer para trabalhar nela gratuitamente, o que é injusto, afinal ninguém trabalha de graça. Chega um dia que o trabalho, mesmo voluntário, cansa.

E, se esse pessoal, resolver não mais participar espontaneamente o que acontecerá? E se isso acontecer quem entrará no seu lugar para produzir e montar tudo? A Toca seria terceirizada?

A presidente Liciene Ciprandi, da ACIT, adiantou na última reunião-jantar da entidade, que para a próxima edição algumas coisas terão de ser revistas.

Uma última coisa. Tomara que para 2023 a Praça Central esteja concluída para que possa ser toda ela aproveitada como foi nestes 17 dias de Toca.



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