Bolsonaro, presidente do Brasil
Quem um dia imaginou que um partido nanico fosse vencer um gigante em uma eleição presidencial no Brasil? E quem imaginou um dia que um desconhecido, sem brilho nenhum no Congresso Nacional, surgisse do nada para dobrar o PT e toda sua estrutura? Eu, jamais imaginaria isso. E foi o que aconteceu no último domingo (28), com o PSL e com Jair Bolsonaro, eleito 38º presidente brasileiro. Na verdade, deu a lógica nesta eleição. E do começo ao fim. A dúvida sempre foi a diferença de votos.
Bolsonaro não era o candidato ideal para presidir o Brasil, mas os rumos que o País tomava, bastante perigosos, foi o que se apresentou perante a população e falou o que ela queria ouvir, e ela o “adotou” no mesmo instante e o seguiu até o final pelo fim da corrupção e por segurança, por mudanças, afinal esse modelo governamental não era mais o ideal para os brasileiros e uma forte rejeição se criou em quatro das cinco regiões do território nacional.
O novo presidente, além de combater a corrupção e melhorar a segurança, não deverá esquecer da saúde, da educação, da geração de emprego e das reformas que o País tanto necessita, enfim terá de fazer o Brasil caminhar para frente. E de forma acelerada, pois não há mais tempo a perder. E que ele, o Brasil, comece a voar como voam as grandes aves: com seus pares, alto e longe.
O PT, quando criado nos anos 80, ajudou a lutar contra os militares pedindo democracia ao Brasil, e mais de três décadas depois, pelo voto direto, este mesmo povo reconduz os militares ao Palácio do Planalto. Quem imaginaria isso um dia? Eu, jamais. Como é a vida, não?
E que Deus, que fez parte da campanha de Jair Bolsonaro o tempo todo, seja de fato nosso conterrâneo neste momento conturbado que vive a nação e o ilumine e também o seu pessoal técnico, afinal não podemos mais errar. E chega de bancarmos ditaduras fracassadas, de mentiras e de canalhas enriquecendo às custas do povo.
chuuuuuuupa PT