Dois pesos…
Caminhoneiro não pode protestar, mas sem terra, índios e servidores do INSS podem. E não são multados. No caso do pessoal do INSS, os caras ficaram quatro meses parados. Além de não serem multados ainda receberam seu vencimento cheio. É mole isso? Bem feito para os caminhoneiros. Quem mandou não serem unidos e organizados. Que coisa!
É, moçada, aguardem as urnas em 2018, pois será lá o palco de protestos da categoria.
O Brasil é um país afortunado, mesmo.
Enquanto no resto do mundo as pessoas vivem apavoradas, com ataques terroristas a todo momento, com fanáticos matando estudantes à queima roupa, com o estado islâmico decepando cabeças e agora mesmo, em Paris, um atentado suicida ceifando dezenas de vidas, aqui no Brasil nossa única preocupação e perigo é o golpe falido do Aécio Neves em conluio com o Agripino Maia, que com fúria mussulmana querem ganhar no grito uma eleição perdida por força da vontade do povo brasileiro.
Aqui não tem antenado, pois os terroristas estão no poder.
Mas no Brasil em 2014 tivemos 143 assassinatos por dia, mais do que os outros terroristas mataram em Paris.
O PT acabou com o Brasil
Favor nos informar quantos foi em 2001 antes do PT.
Com essa imprensa mentirosa que está aí, cada um se sente à vontade para mentir, inventar e induzir como quer e gosta.
As estatísticas do trânsito são manobradas conforme a necessidade do momento e os crimes e roubos mudam mais que as supostas pesquisas eleitorais encomendadas aos ibopes e DataFolhas da vida.
Sequer registros oficiais a polícia tem.
Portanto, afirmar que houveram 143 assassinatos por dia em 2014, mesmo num país continental como o Brasil, baseado em dados veiculados por essa imprensa viciada, é o mesmo que afirmar que no governo FHC não houve nenhum caso de corrupção porque ninguém nunca foi preso.
Gostaria de perguntar ao amigo que acredita nos 143 assassinatos por dia, em 2014, sem publicar a fonte, se ele consegue confirmar quantas destas mortes se verificaram apenas em São Paulo, onde os tucanos reinam absolutos a mais de 20 anos.
Só no Carandirú, lembro de memória, foram 115 mortos a tiros num único dia.
Em São Paulo, onde o último petista foi exportado para Minas, para ser enforcado junto com Tiradentes.
OPERAÇÃO ZELOTES:
Quero contar uma coisa que vocês desconhecem: vocês repararam que só o Lula tem filhos?
O FHC não tem filhos, o Serra não tem filhos, o Alckmin não tem filhos, o Álvaro Dias não tem filhos, o Agripino Maia não tem filhos, o Eduardo Cunha não tem filhos, o Sérgio Cabral não tem filhos, etc..
Se tiverem acho que não registraram e por essa razão a polícia federal não os investiga. Abraços.
FHC tinha filho, sim, o Thomaz, com a Miriam Dutra. E ele só apareceu quando exama de DNA provou que não era de FHC. Os filhos de FHC não aparecem por medo que seja provado de que não sejam dele…
O militonto espirocou de vez….
…deve ter ganhado mortadela alucinógena…!!!
..prá saber mais sobre filhos de ex-presidentes:
http://www.aquinao.org/lulinha-fit-amarelou-e-hesitou-em-depoimento-desastroso/
Está difícil entender o que passa na cabeça de juízes como Sérgio Moro. Ao mesmo tempo em que permite publicidade de peças de julgamento, tolhe a liberdade, “preventivamente”, de quem se torna réu ou suspeito. Quer dizer: quem precisa se defender fica preso e impossibilitado de sua ampla defesa, pois está preso; ao mesmo tempo, a publicidade dos documentos, aumenta o potencial de fogo de quem quiser destruir ou se aproveitar do previamente condenado. Me parece uma desproporção exagerada! Sem falar que os “compadres” da mídia podem ter feito ou fazer o que quiserem, pois estão imunes! Tanta seletividade só se viu em tribunais de exceção. Parece que a lei, no Brasil, continua dura só para pobre, puta, preto e petista! Os “Zés Bonitinhos” continuam mandando na festa!
LEIA ESTA HISTORINHA, gentil leitor, e saiba como funciona essa imprensa que quer pegar o Lula, e não consegue, e covardemente atira contra sua família:
Por Paulo Moreira Leite.
Lauro Jardim, com seu espetacular fiasco na estreia no Globo, conseguiu ressuscitar Lillian Witte Fibe.
Também Lillian confiou cegamente numa informação de Lauro que ganhou a manchete do Globo há um mês.
Um delator, segundo Lauro, teria dito que pagou despesas de 2 milhões de reais para Lulinha, filho de Lula.
Vi, outro dia, a primeira página do Globo. Lauro aparecia numa foto como um galã das novelas de antigamente. Imagino que naquele dia ele pode até ter dado autógrafos no Leblon.
Bem, o único problema é que não era verdade. Só que em seu comportamento bovino e obtuso a imprensa repercutiu amplamente o erro de Lauro.
Demorou, mas vieram os desmentidos, à luz dos fatos reais. Antes de tudo, o do próprio Globo, que submeteu Lauro a uma humilhação em praça pública ao corrigir a barrigada numa inédita primeira página.
Como Lauro não perdeu o emprego mal se iniciou nele é um mistério. Que sua reputação foi trucidada, disso não há dúvida.
Depois, vieram desmentidos do Estadão e da Folha. Os dois jornais foram obrigados a dizer que tomaram como verdade uma notícia do Globo.
E as coisas acabaram chegando a ela, Lillian Witte Fibe, uma jornalista de economia que teve seus dias de glória nos anos 1980, quando fazia na televisão mais ou menos o que Míriam Leitão faz hoje.
Em comum, as duas têm o fato de, sendo especialistas em nada, discorrer sobre tudo.
Líllian foi minguando a partir da década de 1990 até sumir. Ou quase. Hoje, ela faz ponta no programa de Jô Soares. É uma de suas meninas, um grupo de jornalistas de explosivo teor de reacionarismo. Perto delas Jô parece Robespierre.
Mas ficou, de Lillian, uma lembrança forte para os que a viram trinta anos atrás.
Um destes é o veterano ator Tonico Pereira. Ele gravou um vídeo perguntando se Lilian não iria se retratar.
O vídeo, postado nas redes sociais, viralizou. E então todos ficaram sabendo que Lillian estava, primeiro, ainda na ativa e, segundo, que passara adiante o descalabro de Lauro Jardim.
Cobrada por Tonico, ela admitiu também seu erro nas redes sociais.
Pediu desculpa com exclamação no Twitter. Assim: desculpa!
Com sua retratação exclamativa, o ciclo de desmentidos provocado pela inépcia de Lauro Jardim parece ter se esgotado.
Ou quase.
Em menor medida, cobram no Twitter o mesmo gesto do jornalista e radialista Jorge Bastos Moreno, do Globo.
Moreno é aquele boa praça que acredita nas boas intenções e no compromisso com a verdade das empresas jornalísticas, a começar pelas Organizações Globo.
Em seu concorrido Twitter, Moreno bateu palmas de pé para a “estreia triunfal” – é dele a expressão – de Lauro Jardim.
Até aqui, Moreno não desmentiu a informação que ajudou prontamente a veicular. Mas também é verdade que jamais voltou a citar furos de Lauro Jardim.
Moreno jamais teve a notoriedade de Lillian Witte Fibe, e por isso não ocorreu a ninguém fazer o que Tonico Pereira fez com ela. Pode continuar a fingir que não é com ele.
Se Lillian olhar para o lado positivo das coisas, poderá até agradecer a Lauro Jardim.
Graças a Lauro ela voltou a ser notícia.
Como é bom ver o outro lado das notícias.
Obrigado, Sarico.
NEM AS NETAS DO FHC VOTAM NO PSDB. E ISSO NÃO É PIADA.
A Piauí que está nas bancas tem um furo sensacional.
Nem as netas de FHC votam no PSDB.
Num perfil sobre Jean Wyllys, FHC revela que elas votaram nele, JW. Como sociólogo, ele afirma que JW, “um fenômeno”, defende as causas que comovem e mobilizam os jovens de hoje.
Isto tem um nome. Zeitgeist. Em alemão, espírito do tempo.
Jean Wyllys representa o Zeitgeist: defende as minorias, combate pelo meio ambiente contra a predação da plutocracia e daí por diante.
O que o avô FHC parece não ter se dado conta é que seu partido é o anti-Zeitgeist. É um partido que parece ser ainda mais velho que o próprio FHC com seus 84 anos.
Não há nenhum motivo para jovens se interessarem por um partido tão embolorado, tão sem graça, tão atrasado.
Que causa progressista os tucanos abraçaram nos últimos anos? Nenhuma. As causas conservadoras, em compensação, têm tido irrestrito apoio do PSDB.
Isto posto, você pondera o seguinte. Os jovens não querem nem saber dos tucanos. Eles olham para um lado e vêem Serra. Olham para o outro lado e vêem Aécio. Sobem numa escada para enxergar mais adiante e dão com Aécio ou FHC.
É um cenário absolutamente desolador para a juventude, e não só para ela, aliás.
Agora: neto é neto. Neta, mais ainda, dado o carinho das meninas. A neta pode não se empolgar pelo partido do avô, mas vota nele por amor, por devoção, por lealdade.
Isso quer dizer o seguinte: se nem as netas de FHC votam no PSDB é porque é um partido tecnicamente morto.
Como sociólogo, FHC deveria estudar este caso familiar. E tentar aprender.
Em vez de ir a programas irrelevantes como o Roda Viva para vender seu livro novo, deveria reunir os tucanos e dizer: “Amigos, nem minhas netas estão votando em nós. Que fazemos?”
Não adianta, como é costume entre os líderes tucanos, ir bater nas portas dos barões da mídia.
Foi isso, essencialmente, que o PSDB fez nestes últimos anos todos. Em vez de procurar o eleitor, o povo, foi atrás dos donos da mídia.
“Esse rapaz não faz nada sem me consultar”, Roberto Civita dizia de Aécio a seus interlocutores na Abril.
Nenhum conselho de um Civita, de um Marinho, de um Frias vai levar o PSDB a se reinventar e passar a fazer sentido para jovens como as netas de FHC.
O que elas estão dizendo, ao recusar os tucanos, é que o partido está em adiantado estado de putrefação.
Mas é aquela história.
FHC vê as netas votarem em Jean Wyllys e, em vez de aprender com isso, prefere dar uma entrevista sobre o assunto para a Piauí, viciado em mídia que é.
O PSDB não é mais um partido. É uma múmia.
Ponto, pelo menos, para a nova geração de Cardosos representada pelas netas de FHC.
Se você for tucano, quer matar o Lula, destituir a Dilma e colocar o Aécio em seu lugar, NÃO LEIA essa notícia. Pule esse texto para continuar iludido com o “choque de gestão” do modo de administrar um estado, especialmente na área de educação, por um governo do PSDB, tido pela mídia nacional como modelo:
Da Agência Brasil
“O número de escolas estaduais ocupadas por estudantes em São Paulo chegou neste sábado (21) a 74, segundo a Secretaria da Educação do estado. Na sexta-feira (20), o número de escolas ocupadas totalizava 67. Já o movimento de estudantes afirma que são 91 escolas ocupadas em todo o estado.
Os estudantes ocupam escolas paulistas em protesto contra a reorganização proposta pelo governo de Geraldo Alckmin (PSDB). O projeto da secretaria prevê o fechamento de 94 escolas e a transferência de cerca de 311 mil estudantes para instituições de ensino da região onde moram, já a partir do início do próximo ano. O objetivo da reorganização, segundo a secretaria, é segmentar as unidades em três grupos (anos iniciais e finais dos ensinos fundamental e médio), conforme o ciclo escolar.
“Eu estou no [colégio] Fernão Dias [no bairro de Pinheiros, zona oeste] no noturno, e vão tirar. E eu não sei para onde eu vou. Na Pompeia [zona oeste], onde eu moro não há escola. Essa aqui é a mais próxima e vão fechar o noturno”, disse a porta-voz dos estudantes que ocupam o colégio Fernão Dias Paes, que se identificou apenas como Tainã, do ensino médio.
O colégio permanecia na tarde de hoje ocupado pelos estudantes. Eles controlam o acesso ao prédio, e permitem a entrada apenas de alunos ou pais. Diferentemente do que ocorreu nas últimas semanas, quando a polícia cercou o local, hoje não havia presença de policiais.
“Eles argumentam que os cursos que vão ser fechados têm poucos alunos. Mas aqui no Fernão deve ter ao menos uns 800 alunos no noturno. Na minha classe tem 65 alunos”, disse a porta-voz. No local, as aulas normais estão suspensas. Os alunos que ocupam a escola organizam “aulas públicas”, com professores convidados. A tema da aula de hoje seria processo histórico.
Na última quinta-feira (19), terminou sem acordo a reunião de conciliação do secretário da Educação do Estado de São Paulo, Herman Voorwald, com representantes dos estudantes que ocupam escolas paulistas em protesto contra a reorganização proposta pelo governo paulista.
No encontro, ficou acertado que haverá uma audiência de conciliação, nos próximos dias. Por enquanto, estão suspensas todas as ações de reintegração de posse nas escolas do estado. Herman Voorwald apresentou propostas para que os alunos desocupem as escolas. Ele disse que a secretaria vai distribuir para os estabelecimentos de ensino todo o material sobre as mudanças e, além disso, fará audiências públicas, com participação de integrantes da comunidade, para discutir a as modificações.
Voorwald disse que os estabelecimentos, após receberem o material, terão um prazo de dez dias para debater com a comunidade escolar e apresentar contrapropostas. Os estudantes não concordaram com isso, e pediram um prazo maior: todo o ano de 2016. O secretário não concordou e manteve o prazo anterior”.
“Se passar na banca e vir a VEJA, não compre. Se comprar, não abra. Se abrir, não leia. Se ler, não acredite. Se acreditar, RELINCHE.”