Blog do Sarico

Bafafá


Área de transferência01A publicação da foto da visita do bispo Paulo do Canto à família de Jairo Paulinho Kolling, autor da morte do padre Eduardo Pegoraro, nas redes sociais, deu o que falar nestes dias em Tapera e região. E o pessoal falou muito, ao ponto do próprio bispo precisar vir a público para dar a sua versão dos fatos.

Segundo ele, não sabia que Jairo estaria no encontro e lamentou a publicação da foto, achando que ela deveria ter ficado restrito à família.

O motivo da Igreja, de pregar a paz, a conciliação, o bem, o amor, a vida, é elogiável e compreensível, mas o “X” da questão foi a publicação da foto, que deveria mesmo ter ficado em família, onde aparece Jairo, sorridente, como se nada tivesse acontecido. Isso deixou indignados familiares e amigos de padre Eduardo e a comunidade taperense.

A Igreja, cumprindo o seu papel, sabe o que faz, assim como o Jairo sabe que deverá responder pelo seu ato.

Por outro lado, sobre a motivação do crime: a suspeita do marido contra a esposa. O sigilo telefônico dos três telefones foram quebrados e o conteúdo das conversas e mensagens estão em poder da Justiça e, consequentemente, do Ministério Público e da defesa. E se houvesse alguma coisa entre o padre e a Patrícia, esposa de Jairo, será que já não seria do conhecimento público, em tempos de internet?

Pois, corroborando para isso, o advogado criminalista Ivan Batista, contratado por Patrícia Kolling, para representá-la em juízo, em entrevista concedida à Rádio Planetário de Espumoso, na manhã de hoje, afirmou que não existe nada que comprove um relacionamento amoroso entre ela e o padre. Diante disso, a motivação do crime cai por terra.



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