Super Dilma
O Datafolha entrevistou 2.614 pessoas entre os dias 19 e 20 de fevereiro, em 161 municípios, e sua pesquisa não trouxe nenhuma novidade. Apenas confirmou que a presidente Dilma continua bem na frente com 47% da preferência e venceria a eleição no primeiro turno. Também, que seus opositores estagnaram.
E se Lula fosse candidato, venceria qualquer nome no primeiro turno, com 54% das intenções de voto. É mole?
A oposição, desorientada e sem rumo, não deve estar dormindo faz tempo.
A revista Exame que começou a circular esta semana, apresenta o Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro como os piores exemplos de gestão pública no Brasil. O caso do RS é até pior, porque segundo a revista é um Estado onde a dívida já se situa acima do limite legal e no qual os investimentos despencam assustadoramente
Do Tambosi
Que Aécio cresça em todo país a fim de nos livrarmos do Partido Totalitário, o mais corrupto da história brasileira. Com a derrota de Dilma, o Brasil erradicará o partido que mais ameaça as liberdades. Boa notícia no Diário do Poder:
O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), lidera as intenções de voto no Distrito Federal, segundo pesquisa do Instituto Dados realizada entre os dias 10 e 17 de fevereiro. Aécio tem 22,9% das preferências do eleitor do DF, contra 21,7% de Dilma Rousseff (PT) e 8,7% de Eduardo Campos (PSB). O DF é a primeira unidade da Federação onde Aécio supera Dilma.
A pesquisa do Instituto Dados, com detalhes do universo apurado e metodologia, foi registrada no TSE (nº 013/2014) e no TRE (001/2014).
Para apurar as intenções de voto para presidente, no Distrito Federal, o Instituto Dados entrevistou 3.000 eleitores.
O PSDB e o possível candidato do partido ao governo do DF, deputado Luiz Pitiman, comemoraram o desempenho de Aécio na pesquisa. (Claudio Humberto).
Tambosi
Só é de recriminar o repórter do Estadão por dizer que o discurso de FHC e Aécio Neves, no Senado, foi em “tom eleitoral”. Ora, nunca dizem o mesmo de Dilma, que, apoiada na máquina pública, anda pelo Brasil em plena campanha desde o ano passado:
Na solenidade dos 20 anos do Plano Real, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador Aécio Neves (MG) usaram a tribuna do Senado, nesta terça-feira, 25, para fazer ataques à política econômica do atual governo. Em tom eleitoral, os discursos dos tucanos defenderam mudanças na economia e a necessidade de “renovação”.
Em um discurso bastante aplaudido no final, Fernando Henrique afirmou que o atual governo vive com os “olhos no passado”. Para ele, o País vem perdendo o momento da “fartura de capitais”. FHC voltou a afirmar que “chegou a hora de darmos novos passos” e defendeu a necessidade de “renovação” na democracia. “É preciso ter coragem para dizer as coisas, sem agressividade, mas com clareza: já está passando da hora, há momentos em que é preciso renovar”, afirmou.
Ao descrever a trajetória de implantação do Plano Real, o ex-presidente disse que precisou reconstruir a credibilidade junto aos credores. “O Plano Real foi trabalho duro de reconstrução das instituições”. Segundo ele, o processo foi demorado e “difícil”.
Ele criticou indiretamente a presidente Dilma Rousseff, recorrente alvo de queixas de empresários e investidores, ao dizer que “um líder que não desperta confiança não é líder”. “Um líder democrático convence, explica, ouve; tem que ter humildade para ouvir”, afirmou. “É hora de abrir o coração e dizer a verdade ao País”, completou.
Aécio Neves, provável candidato do PSDB à Presidência, afirmou que atualmente o Brasil é visto com desconfiança pela comunidade internacional e que é preciso derrotar nas urnas as mentiras e os “pactos de conveniência”. “Se já realizamos esta transformação uma vez, quando tudo parecia impossível, seremos possível fazer isso mais uma vez em favor do povo brasileiro”, disse o senador.
Segundo o tucano, “formulações ideológicas interferem no ambiente econômico” e, nos últimos tempos, vem crescendo a “hostilidade” entre o governo e o setor privado. “Sucumbe o BNDES e humilha-se a Petrobrás”, afirmou, em pronunciamento.
Para ele, o Brasil se tornou um país onde é mais caro produzir. “É forçoso registrar que, quem suceder o atual governo, governará em tempos difíceis”, concluiu. O tucano defendeu que o próximo governo recupere a capacidade de regulação do Estado nacional.
Ninguém quer saber nada do que escreve esse Tombosi, muito menos coronel, Gozzo e outros tantos aloprados. Não percebeu ainda. Por que não escreve com suas próprias idéias, sem nome?
Um pouco das antigas…
http://otambosi.blogspot.com.br/2014/02/homenagem-ao-professorado-ideologico.html#.Uw0uWSDzj3E.email
Então tá!
Isso, enfia a cabeça no buraco, que o perigo passa!
Saricão, fiquei sabendo que o Sacolé abandonou o América pois brigou com o Ronaldão. Esse tal de Ronaldão ainda vai derubar o amércia hein…….