Coragem
O deputado federal Luiz Carlos Heinze (PP-RS) foi corajoso ao defender o pessoal da agricultura, os seus votos. Ao criticar minorias – índios, negros, gays e lésbicas – o parlamentar passou da conta, se bem que hoje no Brasil a lei permite a liberdade de expressão, mas não permite um posicionamento contrario a alguém ou algo.
Mas, se Heinze falou bobagem as urnas é que dirão isso, em outubro. A pergunta é: o trabalho que ele vem fazendo pelo agronegócio no Brasil será esquecido por um posicionamento em uma manifestação da categoria? A conferir.
Luiz Carlos Henize é um dos maiores e melhores políticos gaúchos da atualidade, com boa visibilidade no RS e no Brasil. Faz belo trabalho. Já sobre sua manifestação o risco do posicionamento é todo dele. Só dele, ainda mais nos dias atuais.
Hoje pela manhã um dos seus adoradores me afirmou que ele somente falou a verdade, o que reafirma tudo o que eu já sabia há muito tempo: o grupo da direita é unido em suas ideologias ao ponto de achar que um ato nazista ( que a supremacia branca existe) é aceitável e legal. Heinz mostrou sua homofobia ao ofender os gays e lésbicas, pondo-os num nível inferior ao seu. Também deixou claro que é xenofóbico ao ofender a nação indígena brasileira, reais donos das terras do país, pilhadas pelos invasores europeus. Tivesse dito que o governo deveria procurar outros lugares para assenta-los, e não desapropriar agricultores estabelecidos há cem anos, dava para tolerar, mas o que disse é inaceitável. Ao responder a repórter sobre o ocorrido ainda passou o aval em tudo o que dissera, externando seu caráter (falta dele) ao comprovar que tem no seu relacionamento muita gente desse “TIPO” , ao se referir aos homossexuais. Também como legislador perdeu o respeito num ato político ao menosprezar o gabinete da Presidência da República , quando deveria ser um apaziguador, não um incentivador da violência. Perdeu a chance de ficar com a boca fechada.
Respondendo a sua pergunta, ele fará muitos votos aqui na cidade, pois tem muitos seguidores do “terceiro heinz” , que odeiam negros, índios, homossexuais e principalmente pobres. Que os eleitores das classes menos favorecidas lembrem desse fato quando estiverem ante às urnas e não repitam o erro de depositar o voto num sujeito sem caráter , e nada de respeito ao próximo. Cuspido e escarrado como seus progenitores: os generais mãos de ferro!
tá com peninha de indio vagabundo, adota um e trabalha tua vida inteira pra sustenta ele, enquanto tu te mata trabalhando ele fica na tua casa de perna pro ar, assistindo tv, comendo tua comida, gastando tua água, luz, e ainda reclamando que nada ta bom.
Seguidor do “terceiro Heinz” (isso não te lembra algo?):
Por isso é que eles merecem ter suas terras para não dependerem de você (me deu uma dó sua com esses gastos). As Nações indígenas do Brasil são protegidas constitucionalmente, por isso são livres para viver conforme suas tradições sem a intervenção do homem branco em suas tribos. Como todo cidadão preconceituoso você generaliza seu péssimo conceito sobre eles, coisa bem natural quando se trata de um grupo que foi dominante até há pouco tempo e nunca se preocupou, muito menos teve interessante em ouvir os anseios das minorias.
Essa foi demais, Anã.
“TERCEIRO HEINZ” !
Tua acuidade e sensibilidade social aumenta a cada comentário.
Que diferença com as pedradas que acontecem aqui.
Ao demagogo AnAã:
Primeira atitude a tomar segunda-feira, supondo que você não seja tupi-guarani: pegar um ônibus para o Uruguai ou Argentina. Ou uma ponte aérea para Cuba. Afinal você também será ocupando terra indigna, ou existe algum salvo conduto por ser petralha!
Segunda, procurar uma biblioteca afinal nazismo não defendia superioridade branca e sim da “raça” ariana. Somente por isso já seria estupidez dado que o conceito de raças para identificar cor de pele não existe mais.
Terceiro, os progenitores, pai e mãe, era generais? Então é um complexo de Edipo exacerbado ter dois pais?
Ao 14:58:
Oh, cara pálida, controla o linguajar. Eu tenho muito mais direito a essas terras que você, pois me orgulho de ser tataraneto de índia Guarany. Mas não se preocupe, já tenho o que preciso, e não pretendo tomar suas propriedades. 2. Arianos eram a raça branca caucasiana européia sem miscigenação, embora tu aches o contrário.
3. Pela reação tu lamentas profundamente não ser de fato filho de general na época da ditadura, para poder perambular intocável por entre o povo acuado pelo fuzil. Nós certamente estaríamos em lados opostos: você atrás da coronha, e eu de frente para a baioneta. Somos opostos em tudo, felizmente, pois essa prepotência de senhor feudal, jamais combinou comigo.
Não posso ser filho de general.
Sou bugre, nós temos cacique e pagé , o resto é índio!
Sim, e daí, minha tia toca trombone….
Se perdeu na confusão da cachola?
Ou errou de página na cartilha?
Mas, passados poucos anos, você seria presidente!
Cada vez que você cita sobe sua luta contra a tirania inclusive com o uso de armas, eu fico extremamente curioso tentando visualizar o “aparelho” (procure o significado revolucionário de atraque) em Tapera.
Estaria localizado embaixo da ponte? Atrás do curtume? Quantos terroristas o compunham? As armas eram transportadas pela Ouro e Prata?
Os sequestros? Os roubos a banco?
Tente escrever um folhetim, daí pode sai um filme e um Oscar.
Humm nega! Controle seu linguajar!
Deixou transparecer seu lado professoral?
Ah que saudades da minha turma da faculdade.
Por que fui me diplomar? Hoje poderia ser igual à Sininho.
É, mas desta vez sem amadorismo, ou piedade!
Ao cara pálida 14:58. Oh, senhor de todo conhecimento, esqueci de te dizer, que lamentavelmente tu nem tem idéia do que é complexo de Édipo, pois na sua ânsia de querer se mostrar mais inteligente do que eu, ou como eu digo, superior aos demais, devo esclarecer que o complexo em questão é um distúrbio que ocorre no início da puberdade, onde o indivíduo passa a fixar interesse SEXUAL por pessoa da mesma família (entenda-se filho com obsessão pela mãe), com fins obviamente incestuoso. O que eu falei qualquer um entenderia se tivesse uma mente receptiva a intender uma metonímia, pois transportei o seu nome para outro, em vista de uma interdependência histórica entre ambos. Na verdade isso, no fundo mesmo, não me surpreende, pois arenoso geralmente imagina ser intelectual, devido a sua doutrina dominadora verticalizada: eu mando, você obedece! Mas cara pálida, o muro de Berlim caiu faz tempo, e agora os tempos são outros, e, para sua tristeza, o povo pode contestar sem ser posto na paredão de fuzilamento. E pasme, nem todo sujeito da esquerda é burro , muito menos desordeiro, pois todos temos família e só queremos segurança para trabalhar e criar nossos filhos.
Os problemas dos índios, seu nazista deputado foi eleito para resolver democraticamente apontando soluções legais embasadas nos princípios da lei, moral, e da boa sociabilidade, não plantando mais ódio e tensão com possibilidade de mais conflitos com o incentivo a criação de milícias armadas.
Xô satanás!!!
É tão forte e perigoso o discurso que foi feito em novembro passado e só agora está repercutindo!!!! Pelo que entendi havia mais outras pessoas no evento. Opinão é garantida por lei, desde que não esteja incursa em crime.
Só que nesse meio tempo quem morreu foi o jornalista da Band. Será que foi vítima do braço armado do agronegócio??
Caro blogueiro, sugiro que mude o título do assunto de Coragem para Bobagem!
Pelo contrário, a lei permite sim posicionamento contrário a alguém ou algo, isso se chama DEMOCRACIA, a direita não tem muita intimidade com ela que chega esquece-la. O que a lei não permite é calúnia, injuria, difamação, homofobia, pregação da anarquia, policia privada, esse deputado do PP faltou a aula de constituição
Este cara se passou, certo.
Mas a revolta dos agricultores tem fundamento.
Índios e as pessoas do MST, são uns coitados viraram massa de manobra do PT.
O que o PT faz é tirar terras de quem ta trabalhando e produzindo e simplesmente jogar os Índios e sem terra nas mesmas sem assistência alguma e sem qualquer preparo.
A maioria dos sem terra não tem vocação alguma para plantar, muitos nem pegaram em uma enxada, ficam 1 mês em cima da terra e vendem.
Antes da inscrição para o recebimento de terra, deveria haver uma triagem, os coitados deveriam fazer um curso básico em agricultura, técnicos agricolas fariam uma avaliação e quem tiver vocação entraria no programa de reforma agraria.
Nós temos que pensar que os proprietários das terras desapropriadas são indenizados ( com um valor bem abaixo do mercado) e estes bilhões que o governo gasta sai do nosso bolso, então isso tem que mudar. Esta história do PT dar terras para pessoas sem vocação tem que acabar.
Já os Índios não precisam mais de terras, índio quer fazer faculdade, ter carro, ter computador. O governo deveria integrar os coitados a sociedade. Ensinar os mesmos a trabalhar tirar sustento das terras.
O Lula(Mula) em raposo serra do sol, assinado pelo nosso “baita”governador então ministro da justiça, retirou produtores que empregavam milhares de pessoas, derrubou uma vila de 4000 pessoas e JOGOU índios nas terras.
As terras que antes davam impostos para NÓS brasileiros hoje estão abandonadas.
Haviam muitos índios trabalhando nas fazendas, hoje estão mendigando esmolas, as terras estão só capoeira.
Perderam os índios, perderam os agricultores, perderam os trabalhadores e perderam nós Brasileiros.
Mas para os petistas ta tudo bem, vamos deixar o povo bem coitadinho, pois assim conseguimos nos perpetuar no poder e continuar roubando.
Mas você trabalhar a vida inteira e derrepente
Psit !!
Esqueceu o FORA TARSO?
Sarico, quem critica o racismo sofrido pelo Tinga, não pode ficar em cima do muro no caso Heinz. O que ele falou é uma lástima. Existem forma de democraticamente defender os agricultores. Discriminar a minoria traz um risco que não podemos correr.
SÁBADO, 15 DE FEVEREIRO DE 2014
O Brasil bonzinho, cúmplice de assassinos.
Guilherme Fiuza publica hoje no jornal O Globo um artigo sem meias palavras: quem assassinou o cinegrafista da Band foi o “Brasil bonzinho”, esse Brasil que o lulopetismo corrompeu com a doutrina politicamente correta e que vê a sociedade como criminosa e os criminosos como vítimas, invertendo todos os valores. Essa estúpida visão tem como pai o filósofo Rousseau – o verdadeiro pai das esquerdas -, cuja imagem bem merecia ser estampada em camisetas e bandeiras junto com Che Guevara, Fidel e tutti quanti:
O Brasil bonzinho assassinou o cinegrafista Santiago Andrade. Não foi outro o criminoso. Quem matou Santiago foi esse Brasil envernizado de bondade e infernizado de hipocrisia. Nenhum débil mental mascarado poderia ter matado Santiago sem a cumplicidade desse monstro.
A herança maldita da Primavera Burra foi apontada exaustivamente neste espaço. Os bem-pensantes e os demagogos — hoje praticamente indiscerníveis — continuaram matraqueando que os políticos precisavam ouvir “o recado das ruas”. Mentira. Não houve recado nenhum. Não há uma mísera mensagem aproveitável daquele carnaval cívico, onde multidões exuberantes marcharam contra tudo e contra nada — na mais patética perda de oportunidade política na era do Império do Oprimido.
É claro que esse heroísmo imaginário das passeatas não poderia acabar bem. Qualquer bando de almas penadas que fechava uma rua podia ser aplaudido pela sociedade engarrafada. “Desculpem o transtorno, estamos mudando o Brasil”, diziam os revolucionários de videogame. Mudando o Brasil para onde? Para o Afeganistão?
Ninguém perguntou. E a natureza não perdoa: onde não há luz, há treva. Rapidamente, o espaço sacralizado da revolução sem cabeça foi tomado pelo obscurantismo. E o Brasil começou a matar Santiago Andrade quando se permitiu ficar na dúvida sobre o que fazer diante dos boçais mascarados e seus chiliques medievais. Ou melhor: a parte mais bondosa e solidária desse Brasil não ficou na dúvida. Criou um movimento pela libertação dos detidos nas arruaças, black blocs e idiotas associados.
Deputados bonzinhos, intelectuais do bem e artistas antenados gritaram — alto — pela liberdade dos presos em manifestações. Não há artefato mais letal do que a bondade prenhe de ignorância e flacidez moral. E os comandantes da segurança pública, intoxicados pelo arrastão populista, passaram a declarar que “a polícia não está preparada para esse novo tipo de manifestação”. Um escárnio. A barbárie nunca foi tratada com tanto carinho.
Ora, o que se faz com criminosos que saem pelas ruas destruindo o patrimônio público e privado, sitiando cidadãos e atentando contra a sua integridade física? Prende-se. Depois processa-se, julga-se e condena-se. Com as leis que estão aí, com o aparato judicial e policial que está aí, sem um segundo de conversa fiada sobre novos tempos e nova boçalidade. Esse Brasil progressista que matou Santiago se permitiu hesitar diante da afronta ao estado de direito. Confundiu atentado com protesto, e resolveu (embora jamais vá confessar isso) relativizar a violência. Assassino.
Os criminosos que explodiram o crânio do cinegrafista foram identificados sem dificuldade, e estão presos. Mas eles mesmos e seus coleguinhas de terror se cansaram de protagonizar atos igualmente letais, fartamente filmados e fotografados — e puderam voltar tranquilamente para o Facebook e combinar o próximo programinha. Isso porque a sociedade civilizada cismou que não sabe combater “esse novo tipo de manifestação”. A mãe do sujeito que disparou contra Santiago, assustada, não sabia que tinha um criminoso em casa. O Brasil escondeu isso dela.
Quem se meteu a investigar os computadores dos covardes mascarados, chegando a deter alguns dos articuladores desse câncer, foi bombardeado pelos progressistas nas redes sociais. E lá ia o Brasil discutir se pode ou não pode condenar os facínoras ideológicos, deixando as mamães sem uma notícia decente de quem eram os seus pimpolhos homicidas.
Brasil, explique isso agora aos filhos de Santiago.
Não, ninguém vai explicar nada. Já estão chovendo teorias sobre o que é terrorismo, o que é black bloc, que reformas devem ser propostas ao Congresso Nacional (só rindo). Daqui a pouco o irrevogável Mercadante propõe um “plebiscito popular”, e o país volta tranquilamente à sua letargia assassina. Por falar em assassinato, os diplomatas do MST deixaram dez policiais gravemente feridos em Brasília. O Brasil está esperando um deles morrer para se horrorizar.
E o que aconteceu com os agressores? Foram recebidos em seguida por Dilma Rousseff no palácio, para um bate-papo de uma hora sobre reforma agrária. O que você está esperando para pegar sua borduna e ir atrás do que é seu? (Continua).
Postado por Orlando Tambosi às 19:28
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Ah seu Orlando, o senhor não tem pena de nós?
Não se sente constrangido em ver seus textos quilométricos enfiados num blog conservador, mas democrático, reacionário, mas bem intencionado?
Não adianta inventar moda, seu Orlando, não vai nunca nos fazer acreditar que o PT seja responsável por estas provocações ou violências que estão acontecendo nesse país.
As pesquisas mostram que no momento, a Dilma ganha no 1º turno.
Só graves perturbações durante a Copa, com a ajuda da nossa parcial justiça, poderão modificar o cenário.
O senho Orlando acha mesmo que ao PT interessa mudar o panorama , numa circunstância que está francamente favorável a ele?
A quem interessa provocar e bagunçar?
O próprio “seu” Olavo já colocou algumas condições para um sujeito ser um idiota completo.
P. S. : Não dava para ser mais conciso? A gente tem pouco tempo aqui no interior, e se o senhor evitasse as repetições, poderia dizer o que pensa em duas ou três linhas.
Parabens ao ultimo comentarista. O cara ai que falou varias vezes, que tanto quer defender os PTs, suas acoes, defende indios etc. deve ser tambem decendente de Europeus, se acha que as Terras sao dos Indios, o que esta fazendo no Brasil, se arranca. Ou acha que os governos brasileiros, a mais de cem anos passados, quando venderam, ou povoaram o pais, ou parte dele, com imigrantes basicamente vindos da Europa, dandolhes documentacao passada em cartorio, Nao o fizeram com responsabilidade. Agora vem parte deste PT radical, incitar primeiro os sem terra, depois os kilombolas e Indios, para invaderem propriedades particulares, espropriando os que la estao e documentados, se achando proprietarios legitimos, em cima de laudos FRAUDULENTOS, elaborados por antropologos ligados a Funai e ao PT. colocando estes agricultores nas periferias das cidades, ou na rua mesmo, para acentar, alguns, que muitas vezes se dizem Indios e Nao sao, arrendarem as Terras para brancos, vivendo de arrendamentos, muitos deles vivendo no Luxo, principalmente os caciques, que em conluio, com alguns integrates da Funai fazem a festa, sendo ainda que a maioria dos proprios Indios vivem no ostracismo, na miseria. Ai quando temos alguns parlamantares, como o dep. HEINZE, MOREIRA, CAPOANI e outros, que conhecem esta situacao como poucos, a defender os agricultores, diga-se, os mesmos que produzem os alimentos, que ate Voce consome diariamente, que produzem os alimentos do bolsa fome, bolsa familia, produzem alimentos para o Brasil e o Mundo, mantem, onde toda a cadeia produtiva e responsavel por quase 50 por cento do PIB do pais. Deputados que tem historia, tem servicos prestados em prol deste pais, principalmente em defesa de quem efetivamente trabalha e produz, pelo fato de dizer uma verdade, que POUCOS tem corragem de dizer, onde no fervor do discurso, no momento da colocaco, possa ter colocado mal alguma palavra, o que pode e ja aconteceu para muitos oradores, ser condiderado pelos adjetivos acima espostos nos comentarios anteriores. Mesmo porque o discurso colocado na Internet, foi extraido de um discurso maior, Nao dando o verdadeiro sentido que os deputados deram ao caso. Parabens aos Deputados que defendem as pessoas de bem, as que trabalham efetivamente e produzem, especilmente pela corragem, vao em frente nos agricultores continuaremos a lhes apoiar.
Quase solitariamente, a revista Veja vem alertando para a necessidade de conter as manifestações violentas em São Paulo e no Rio. Só com a primeira morte provocada pelos Black Blocs é que as demais entidades da imprensa começaram a enxergar a dura realidade. O que estamos vendo tomar fôlego com a omissão – ou seria cumplicidade? – do governo (seja federal, estadual ou municipal) tem nome: é terrorismo. Não se espere que a Copa da Corrupção seja pacífica:
Das avenidas lotadas de junho do ano passado, pouco restou. E os manifestantes que persistiram na marcha são, em grande parte, os mais radicais, dispostos inclusive a enfrentar a polícia e a promover ações como a que matou Santiago Andrade, atingido por um rojão lançado por dois mascarados. A ação criminosa que resultou na morte de um inocente é injustificável, e derrubou definitivamente o conceito de que a violência nos atos públicos é exclusiva da polícia. A quatro meses da Copa do Mundo, não há razões para crer que os protestos vão se tornar menos violentos, e a fórmula explosiva do cenário que se desenha para as capitais do evento repete em muito o que se viu no início da revolta: grupos interessados em estimular ações tumultuadas e incapacidade dos governos de entender e atender os manifestantes.
A maior mudança desde que eclodiram as manifestações pode vir agora, na forma de regras mais duras contra os atos que descambam para a baderna – algo que nem de longe serve de garantia para aplacar as investidas de quem quer criar tumulto. A rigor, o Brasil de junho de 2013 será praticamente o mesmo em 2014, depois da mal arranjada tentativa do governo federal de resolver todos os pleitos dos manifestantes com um “pacotão” anunciado pela presidente Dilma Rousseff – algo que não foi à frente – e alguns recuos momentâneos. No Rio de Janeiro, em especial, o movimento de agora parece um problema descongelado após oito meses: o aumento das passagens de ônibus.
“É evidente que a tarifa de ônibus precisa de reajuste periódico”, avalia o cientista político Ricardo Ismael, da PUC-Rio. “Mas falta ao prefeito do Rio, Eduardo Paes, dar mais transparência ao custo das empresas de ônibus. O aumento de agora provoca uma nova onda de protestos. Falta mais negociação e mais prestação de contas. Se quisermos diminuir os protestos, as instituições têm que funcionar. Dizer que os transportes públicos só vão melhorar em 2016 (como fez o secretário de Transportes do município, Carlos Roberto Osório) não é resposta”.
Há, segundo Ismael, uma lacuna que as casas legislativas simplesmente não conseguem preencher como deveriam. “A perspectiva revolucionária só diminui se as instituições polícias atuam de forma adequada. Não adianta trabalhar acreditando que o governo vai dizer e vai ser obedecido. O Legislativo deveria fazer essa intermediação entre governo e sociedade, mas a Assembleia Legislativa do Rio e a Câmara de Vereadores não cumprem esse papel”, critica.
Para o diretor-executivo da ONG Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo, os governos municipal e estadual das regiões onde ocorreram grandes manifestações “brincam com fogo”. “Desde junho, nada mudou”, diz. “Ironicamente, quem foi mais ativo nessa área foi o presidente do Senado, Renan Calheiros, que botou em votação projetos de lei que estavam aguardando tramitação, como o que transforma corrupção em crime hediondo. Para mostrar serviço, ele misturou reivindicações de várias partes há muito tempo. Mas só apareceu esse tipo de coisa. O Legislativo perde progressivamente a capacidade de representar a população, e só dialoga com governadores e prefeitos. As manifestações tomaram essa dimensão e esse formato, em parte, porque nosso país não tem organização suficiente fora da política tradicional”. (Continua).
Postado por Orlando Tambosi às 19:00 0 comentários Links para esta postagem
Faltou o FORA TARSO, Rino.
Por falar em deputados com História, os referidos deputados lutaram contra a ditadura, durante os anos de chumbo?
Arriscaram suas vidas para termos liberdade?
Foram presos e torturados?
Se bem que, em tempos de Joaquim Barbosa, deputado com História não vale uma casca de banana.
Para anâ tataraneta guarani.
Pois saiba que eu tenho muito mais direito à cidadania tupiniquim:
– nasci dentro de uma reserva indígena em tenente portela
– assim, quem nasce no Brasil, é brasileiro, quem nasce no RS é riograndense, portanto quem nasce em reserva indígena é indígena.
– no mínimo, então, tenho direito, eu e meus irmãos bugres, a 16% do território de Tapera, já que a soma das terras destinadas à reservas indígenas no Brasil perfazem esse percentual.
Portanto, simples e mera tataraneta, prepare seus cacarecos para se retirar do que é nosso, porque amanhã mesmo vamos fincar nosso tacape no meio da praça!
08:58. Deixa ver se entendi. tu és o mesmo 14:58, certo?
Índio do PP, anti-pt? Embora não acredite numa só linha das coisas que tu escreveste, diria se fosse de fato verdade, que tu és uma vergonha para a nação indígena brasileira, ao invés de defender os direitos de índios, ataca o governo Federal, num pronunciamento totalmente incoerente com o que acabara de escrever. Lembro do cacique Xavante, Mário Juruna (PDT) na sua luta no congresso afirmava que nasceu para morrer, para brigar. Não para ser expulso, e que o Brasil é do índio… Esse é um discurso digno de quem luta pelo que é seu, não sua lengalenga que tu acaba de expor.
Se o mandato desse Parlamentar é só em defesa dos agricultores, porque outras classes não deve existir para ele, que não fique colado na Senadora Ana Amélia, q prontamente pediu uma nota do PP do RS, repudiando as declarações do Deputado Heinze, para não prejudica-la, certamente a Senadora e nem o PP consenten com a infeliz e discriminatória declaração desse Parlamentar.
Senadora Ana Amélia, fique bem longe dele, sabemos q a senhora não concorda com uma declaração, infeliz e discriminatória, e nem o PP do RS.
Fábio, quanto ao Heinz, vc disse que ele externou sua opinião. Já os q imitaram macaco para o Tinga vc acha que devem ser punidos. Quanta diferença de opinião. Ficou claro nas matérias q vc defende o coronelismo arcaico q acha q tudo pode. Ainda bem q o povo esta comendo bem, bebendo, fazendo festa e tendo um melhor padrão de vida desde a entrada do PT no governo.
Você viu ontem lá na Vila Brasília a felicidade daquele povo. São eles que elegerão novamente a Dilma e garantirão mais tratores, colheitadeiras, camionetes etc…. quase de graça aos arenosos requiciosos. heheheheheh…..
SE DILMA NÃO FOSSE DILMA
Percival Puggina
Ao se desligar do programa “Mais Médicos”, a doutora Ramona Matos Rodriguez abriu a caixa de Pandora desse suspeitíssimo convênio firmado entre o governo brasileiro e a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) para locação de médicos cubanos.
Ramona exibiu à imprensa cópia do seu contrato com uma certa sociedade anônima “Comercializadora de Serviços Médicos” e informou que dos 10 mil reais por cabeça, pagos pelo Brasil, ela só recebia o equivalente a mil reais no câmbio atual. Ou seja, confirmou ganhar apenas aqueles 10% que eu, desde o início das tratativas para vinda dos médicos, afirmei que constituíam o padrão para contratos desse tipo na Castro & Castro Ltda. – antigamente conhecida como ilha de Cuba – empresa familiar com sede e foro na cidade de Havana. E ainda há quem ouse se referir a tais negociatas como evidências da “admirável solidariedade” da Cuba comunista para com os necessitados do mundo. Vê se eu posso!
Em torno de dona Ramona se formou a primeira das encrencas que haverão de cercar esse convênio nascido nas confabulações do Foro de São Paulo (aquela supranacional esquerdista que a imprensa brasileira faz questão de solenemente desconhecer). Muitas outras encrencas virão porque tudo que é mal feito em algum momento cobra conserto.
O problema é que Dilma, apesar de seus 40 ministros, não tem um ministério nem dirige um governo. Ela preside um clube, destinado ao lazer dos sócios, vale dizer, dos partidos políticos que compõem sua base de sustentação. Tivesse ela um bom ministro do Trabalho, este lhe diria que a situação dos cubanos é totalmente irregular perante a legislação brasileira (a doutora Ramona já anuncia que vai buscar na Justiça do Trabalho o que lhe é devido pelo Brasil). Tivesse ela um bom ministro da Saúde, ele a advertiria sobre a deficiente formação média dos profissionais médicos formados em Cuba. Tivesse ela um bom ministro da Defesa, ele haveria de alertá-la para os riscos decorrentes da importação, em larga escala, de agentes enviados por um país que, desde 1959, se caracteriza por infiltrar e subsidiar guerrilheiros no resto do mundo. Tivesse, Dilma, uma boa ministra de Direitos Humanos, menos fascinada por ideologia e mais pela humanidade, esta iria às últimas consequências para impedir que o Brasil protagonizasse escancarado ato de escravidão, trazendo os cubanos sob as condições postas por Havana. Tivesse Dilma um bom ministro da Fazenda, ele certamente lhe demonstraria o quanto é abusivo pagar um overhead de 900% em relação a cada profissional enviado pelos Castro. Tivesse ela um bom ministro da Economia, este abriria um berreiro para mostrar que a contabilidade desse convênio é altamente prejudicial ao interesse nacional diante da desproporção entre o valor do serviço prestado no Brasil e o montante enviado para a matriz cubana. Tivesse Dilma um bom ministro da Justiça, ele ficaria de cabelos em pé diante do atropelo que esse contrato produz nos mais comezinhos princípios de Justiça e na legislação nacional. Tivesse Dilma um bom ministro da Previdência Social, ele mostraria ser líquido e certo o caráter regressivo ao governo de qualquer ação dos médicos cubanos em busca de seus direitos previdenciários porque o patrão de fato desses profissionais é o governo brasileiro. Tivesse Dilma um bom ministro de Relações Exteriores, ele lhe mostraria o quanto resulta negativo à imagem do Brasil o conhecimento internacional das bases em que o país firmou esse convênio.
Mas Dilma preside um clube. E se o clube está nem aí para suas verdadeiras ocupações, menos ainda haverá de estar para quaisquer preocupações. O clube, afinal, gosta mesmo é de festa e grana.
Se Dilma não fosse Dilma e tivesse um bom ministério, se estivesse ocupada em solucionar problemas estruturais em vez de ficar quebrando galhos e agradando parceiros, ela teria atendido à reivindicação dos médicos brasileiros. Há muito tempo eles pedem uma carreira atrativa no serviço público, à exemplo de outras que iniciam em postos remotos e, gradualmente, promovem seus integrantes para centros maiores. Mas Dilma é apenas Dilma.
_____________
* Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site http://www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, membro do grupo Pensar+.
… e que, entre outras coisas, tentou ser deputado e nunca conseguiu.
Vai ver que o povo não entende direito as demências que ele escreve.
É discípulo direto do “tio Rei” e seu sonho, acalentado a anos, é escrever na Veja.
Talvez por isso pega pesado, imitando o infeliz Luís Carlos Prattes, na esperança de ser notado.
De qualquer forma, é um inoportuno aqui neste blog.
Parece faltar munição a essa tucanalha e eles tem que buscar alhures.
Está faltando argumento?
Título: Herdeiros de Caramuru
Autor: Percival Puggina
Data: 22/11/2013
Link: http://www.puggina.org/
Artigo:
“Agora tem o Brasil das mulheres e o Brasil dos homens até nos discursos das autoridades, o Brasil dos negros, o Brasil dos brancos e o Brasil dos pardos, o Brasil dos héteros e o Brasil dos gays, o Brasil dos evangélicos e o Brasil dos católicos, Brasil com bolsa família e Brasil sem bolsa família e nem sei mais quantas categorias, tudo dividido direitinho e entremeado de animosidades, todo mundo agora dispõe de várias categorias para odiar! A depender do caso, o sujeito está mais para uma delas do que para essa conversa de Brasil, esquece esse negócio de Brasil, não tem mais nada disso!” João Ubaldo Ribeiro
O fato é que Cabral não tocou direto para as Índias. Tivesse seguido o riscado, o Brasil de hoje seria o paraíso tropical com que sonham alguns ambientalistas, antropólogos e militantes de qualquer tese que possa gerar encrenca. Os índios do mato continuariam disputando território a flechadas com os do litoral, que índio também gosta de praia, e os portugueses, sem quaisquer remorsos, comeriam seu bacalhau no Campo dos Cebolas. Mas os navegadores lusitanos (assim como os espanhóis) eram abelhudos e iniciaram seu turismo pelos sete mares. Os primeiros descobriram o Brasil e os segundos descobriram tudo ao redor do Brasil.
Bem feito, quem mandou? Agora temos que conviver com leituras da história que nos levaram à situação descrita por João Ubaldo Ribeiro. Segundo elas, até o século 15, o zoneamento era perfeito – brancos na Europa, negros na África, índios na América e amarelos na Ásia. Cada macaco no seu galho. No entanto, graças à bisbilhotice ibérica, estamos nós, herdeiros de Caramuru, com contas imensas a pagar porque os justiceiros da história adoram acertos e indenizações promovidos com os bens alheios. Entre elas, a conta dos índios. Como é fácil fazer justiça expropriando os outros!
O princípio segundo o qual o Brasil era dos índios e deles foi tomado pelos portugueses ganhou sensível impulso com os preceitos do artigo 231 da Constituição de 1988. Mas se o princípio estivesse correto e se quaisquer direitos originais de posse pudessem ser invocados, não sei se alguém, no mundo de hoje, ficaria onde está. Não me refiro sequer aos primeiros fluxos migratórios através dos milênios. Refiro-me às mais recentes e incontáveis invasões e guerras de conquista que marcam a história dos povos. E note-se que as guerras de conquista não geravam indenizações aos vencidos, mas espólios aos vencedores.
Faço estas observações diante do que está em curso em nosso país com os processos de demarcação de terras indígenas. É o próprio Estado brasileiro, através de suas agências, reclamando por extensões mais do que latifundiárias e jogando nas estradas e na miséria legiões de produtores e suas famílias. É o braço do Estado gerando novas hostilidades no ambiente rural do país (como se já não bastassem as estripulias do MST). Índios e não índios merecem ser tratados com igual dignidade. Mas não se pode fazer justiça criando injustiça, nem se pode cuidar do país entregando o país. Não existem outras “nações” dentro da nação brasileira. E é exatamente isso que está em curso, sob pressão de uma difusa mas ativa conspiração internacional, conjugada com o CIMI e a FUNAI, que quer o Brasil e os brasileiros longe da Amazônia, por exemplo.
Índio não é bicho para ser preservado na idade da pedra lascada, como cobaia de antropólogos, num profundo desrespeito ao natural processo evolutivo. Ou armazenado, como garrafa de vinho, numerado e rotulado, com designação de origem controlada.
* Percival Puggina (68) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site http://www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, membro do grupo Pensar+.e
Está demorando para aparecer o Diogo Mainardi.
Você só sabe copiar e colar?
Não tem mais vagas no Supletivo?
Dr. Morango Tango, aí em Espumoso o vice prefeito é do PT.
Não consegue aí uma vaga para um tucano copião?
O teu doutor está fazendo exame da Ordem! Não perturbe!
O teu doutor está estudando para o exame da Ordem! Não perturbe!
Desculpe. Tinha ido ao banheiro.
Estava estudando esse exército de escribas, arregimentados por tucanos de pouca lavra, nesse blog.
Todos desconhecidos do público em geral, mas famosos entre os que esperam sentados por um golpe de estado.
E fiquei mal quando li o artigo do J. R. Guzzo, noutro post.
Aquele sujeito que falou do aborto da cabra … mas deixa para lá.
Tive que vomitar.
Desculpe mais uma vez.
Hélia, não vou poder te ajudar.
Falei com o vice-prefeito e ele me disse que aqui não se costuma abrir vaga para conhecidos, amigos ou apaniguados e além disso, até para entrar no Supletivo é necessário ter condições mínimas.
Tente o Mobral, para colocar o copião, se é que ainda existe.
Sempre ao seu dispor.
Vai aumentar a votação do Heinze! Quer apostar ?
Tbm aposto num grande aumento da votacao de Dep. HEINZE.
Devem ser aqueles eleitores que torcem para o Brasil perder a Copa para a Dilma perder a eleição.
Tudo na calada da noite.
No primeiro comentário que fiz eu disse justamente isso: iriam votar em peso, pois esse sujeito dissera tudo o que esses fiéis eleitores dele sempre quiseram dizer mas nunca houve um microfone estendido para se desnudarem e abrirem suas latrinas bucais.
ué, este racista preconceituoso do Heinze não vai preso? e a Constituição, não vale nada? no Brasil Justiça não atua, mesmo. só prende pobres. Os ricos racistas preconceituosos, caluniadores… que deveriam estar na cadeia, ainda posam de donos da verdade. Prisão para esse fanfarrão do Heinze!