Dano moral
Uma mulher, ao entrar em uma agência bancária de Porto Alegre, quebrou uma unha na porta rotativa. Ela entrou na Justiça, pedindo reparação da unha, e o banco teve de indenizá-la. Pagou R$ 15 mil pelo “dano”. Perdeu-se a vergonha na cara, definitivamente.
Será que a Justiça não consegue distinguir dano de vantagem? O Gerson continua vivo. E agora, com apoio legal.
qualquer hora dessas ela vai perder a mão toda, e por sua própria culpa, aí vai lembrar dos quinze mil reais e vai usá-lo para fazer um implante de mão. A justiça do homem pode ser cega, mas a divina não.