Promessa não cumprida
O governador Tarso Genro esteve em Victor Graeff no dia 18 de outubro passado, na abertura da 9ª Expovig. À tarde, na Escola Leonel de Moura Brizola, na companhia de alguns secretários de Estado e diretores de autarquias, prometeu aos prefeitos da Amaja (Associação dos Municípios do Alto Jacuí), na reunião da Associação, que as rodovias da região – ERS 223 (Ibirubá a Tio Hugo) e ERS 332 (Não-Me-Toque a Soledade) – seriam recuperadas, sem o tradicional tapa-buracos, e que os trabalhos iniciariam na primeira quinzena de dezembro. Aliás, quem fez a promessa foi o secretário de Infraestrutura e Logística do Estado, João Victor Domingues, que foi respaldado pelo chefe. Pois dezembro acabou e com ele o ano e nada das máquinas roncarem na região.
E no cronograma de obras emergenciais em rodovias que o Governo do Estado divulgou nesta semana, na região do Alto Jacuí, estão apenas a VRS 824 (Quinze de Novembro a Ibirubá) e ERS 506 (Ibirubá a Saldanha Marinho). As ERSs 223 e 332 não estão incluídas.
Ano que vem tem eleição e Tarso Genro, que irá à reeleição, deverá retornar à região para pedir votos, e em seu discurso certamente reafirmará que as obras de melhorias das duas principais rodovias do Alto Jacuí serão realizadas em 2014. Quem viver verá. A promessa e a obra concluída.
O que é Demagogia?
Demagogia é um termo de origem grega que significa “arte ou poder de conduzir o povo”. É uma forma de atuação política na qual existe um claro interesse em manipular ou agradar a massa popular, incluindo promessas que muito provavelmente não serão realizadas, visando apenas a conquista do poder político.
Um discurso demagógico é, por exemplo, proferido em uma campanha eleitoral com recurso a poderosas técnicas de oratória que irão sensibilizar e aliciar o eleitorado para dar o seu voto. Demagogo é a denominação daqueles que praticam demagogia.
Quando a expressão surgiu, ela não tinha nenhum sentido pejorativo, e os demagogos eram defensores da democracia, como Sólon e Demóstenes. No entanto, a expressão evoluiu em nível de semântica depois da morte de Péricles, quando novos líderes surgiram e foram fortemente criticados pela sua forma de fazer política.
No sentido figurado, demagogia é uma prática daqueles que aparentam humildade ou honestidade com o intuito de obter favores pouco claros. Outra forma de demagogia é um indivíduo engrandecer a si próprio para atrair o reconhecimento ou admiração dos outros.
(Significados.com.br)
PT
Vamos puxar a brasa par cá!
Então o petralha da “paralaxe cognitiva” também lê Olavo de Carvalho!
Interessante……
Eu também leio a Veja, quando quero rir…
Se o desejo de ver, faz ver……
Então o desejo de que a eleição tenha outro resultado, diferente do que a situação prognostica como certo, pode se realizar!
A esperança, então, e que os eleitores o desejem!
Para tal somente a informação será capaz de motivar esse anseio!
Que nos desculpem os leitores que acham que eh um assunto enfadonho, mas a informação eh primordial para saber o que realmente está acontecendo na política e na economia do país!
Portanto deixem a dúvida entrar e procurem ver e ler outras coisas além e Globo!
a. Só sonhando mesmo.
Mas nem o doido do Olavo ousaria equiparar paralaxe com sonho. Também não ouvi ninguém reclamando a propriedade ou o aluguel dessa expressão. Mas enfim, antes que me relacionem como discípulo dele, EU NÃO GOSTO E NÃO LEIO OLAVO DE CARVALHO. Quero permanecer tão longe dele quanto ele permanece do povo.
b. Como vou ouvir e discutir com alguém que acha que a Globo está a meu favor? Até o Olavo daria risada.
c. Os eleitores não são mais um bando de camelos, nem precisam mais de “pastores”. E não gostam de serem conduzidos.
d. Sei que é doloroso falar nisso, mas ganhar uma eleição não é difícil.
Mas tem que sair da casinha!
Ou falar com o Chefe.
Ahahahah…
eu se fosse o Nei ia pra cima
Sobre a Globo:
Lembra-se do editorial em que os filhos do Marinho se declararam, não eles mas os meios de comunicação – rádio TV e jornal – se desculpando pelo apoio ao movimento de 64????
Então não é uma deslavada manifestação de apoio ao governo, logicamente em busca de mais dinheiro
O velho Roberto deve estar se revirando no túmulo!
Na mesma linha segue a Folha, Carta Capital (tudo bem, ninguém lê mesmo), e outras quem tais. Vocês estão ………. de porta aberta, tem a chave do cofre e todos (cinco famílias, foi você quem disse?) buscam contratos de publicidade disputando cada qual quem é o mais subserviente.
Deixem essa mania de perseguição, vocês estão no poder desde 2002!
Estão procurando ainda herança maldita do FHC? Vamos incluir nessa relação os demais, inclusive os tupis e tapuias!
Desculpe, mas não deu para resistir…..
Concordo, ninguém é dono de nada, mas eis que:
Menti para os leitores
Olavo de Carvalho
O Globo, 10 de julho de 2004
Menti, sim, menti para os leitores. Escrevi que não podia julgar a obra científica do sr. Richard Dawkins, e no entanto é claro que podia. Podia e posso. Menti apenas para não estragar uma surpresa: estou reservando para esse indivíduo um capítulo inteiro do meu estudo sobre a “paralaxe cognitiva”, fenômeno que nele alcança proporções inauditas.
A paralaxe, se vocês recordam (O Globo 14/12/2002 ou http://www.olavodecarvalho.org/semana/12142002globo.htm), é o deslocamento, na obra de um pensador, entre o eixo da especulação teórica e o da experiência concreta que ele tem da realidade. É o resultado de um esforço de abstração mal dirigido, que acaba por tomar como separados efetivamente os elementos que tinham sido apenas afastados em imaginação, por facilidade de método.
Nicolau Maquiavel, por exemplo, cria uma fórmula de governo sem notar que, se aplicada, ela teria como primeira conseqüência previsível o assassinato de Nicolau Maquiavel como colaborador principal do “Príncipe” e, portanto, segundo ele mesmo, virtual suspeito número um de traição. Descartes diz que vai narrar um experimento psicológico real no instante mesmo em que coloca como sujeito desse experimento um “eu” abstrato, isolado das condições de tempo e espaço que lhe dariam alguma consistência narrativa. Meu livrinho está cheio desses homens de duas cabeças, mas nenhum deles se compara ao sr. Dawkins, cuja dualidade mental chega a ser quase física. Em todos os demais casos, o hiato que aparece é entre um foco intelectual determinado e o campo mais geral da experiência humana do indivíduo pensante. No sr. Dawkins, em vez disso, o abismo abre-se entre a teoria que ele está tentando provar e a circunstância concreta, imediata, da experiência mesma concebida para prová-la.
É o seguinte. Em favor da sua tese da inexistência de causas finais na origem dos seres vivos, ele argumenta que unidades de informação randomicamente combinadas podem gerar seqüências significativas (mais ou menos como os átomos de Epicuro, movendo-se a esmo no espaço, formavam uma vaca por pura sorte). Para demonstrar essa possibilidade, ele concebeu um experimento informático que não sei se é tocante na sua candura ou revoltante na dose de candura que espera do público. Ele toma uma frase do Hamlet, “Methinks it is like a weasel” (“Acho que é como uma doninha”), e, num programa de computador criado para esse fim, vai produzindo milhares de combinações de letras até que, de repente, aparece de novo na tela: “Methinks it is like a weasel”. Nesse instante o sr. Dawkins exclama algo como: “A-ha! Quod erat demonstrandum!” e se curva com exemplar modéstia ante os aplausos da platéia.
Werner Gitt, diretor do Instituto Federal Alemão de Ciências da Informação, fez a respeito uma observação singela e acachapante: as letras e espaços da frase não são unidades de informação anárquicas. São, precisamente, os sinais necessários para escrever “Methinks it is like a weasel” – seqüência que não se formou por si mesma mas foi escolhida pelo sr. Dawkins. A informação, portanto, não foi “gerada” pelas transformações, mas colocada lá antecipadamente para gerá-las. Em segundo lugar, noto eu que as letras na combinação não significam nada “em si mesmas”, mas só dentro do sistema, previamente dado, da língua inglesa — uma chave que também não foi gerada pelas transformações e sim admitida previamente como código da sua interpretação.
Pensadores que, na hora de examinar um assunto específico, faziam abstração de outras coisas que sabiam de si mesmos, e que assim acabavam por chegar inadvertidamente a conclusões que desmentiam a sua própria existência, já eram tipos esquisitos o bastante para justificar a imagem popular dos filósofos como sujeitos que vivem no mundo da Lua. Mas um cientista que, no ato mesmo de demonstrar sua tese, inventa um experimento que a torna impossível, este é sem dúvida o Prêmio Nobel da paralaxe cognitiva, é a anti-informação encarnada, é a entropia em forma humana. Deve ser por isso que o sr. Dawkins tem tantos admiradores. Eles se multiplicam entropicamente.
Eu também não resisti.
Juro pelo FHC que jamais li esse artigo do Olavo de Carvalho.
Primeiro porque esse cara sequer faz parte da minha geração.
Segundo porque não me interessa esse tipo de assunto, ainda mais tratado por este ponto de vista.
Terceiro porque o Olavo desapareceu da mídia, com seu terror pelo comunismo, perdeu a vez para o Arnaldo Jabor, que tem medo do Chávez.
O diabo é que não lembro onde li a expressão.
Deve ter sido num tratado de psicologia.
nunca o rio grande teve um governador tao ruim.
Olavo de Carvalho não escreve na Veja!
Mas bem que poderia.
A identificação é perfeita.
Apenas quis dizer que quando estou de mau humor, leio porcarias.
Ou fico praticando paralaxe cognitiva.
“A vida é bélica”, Marcelo Geneci.
Chefe o “Barba”??????
Pensei que haveria uma enxurrada de protestos quando citado o sagrado nome do velho Leonel! Onde estão os gaudérios com suas estrepolias e correrias para as armas?
É que o teu comentário foi mais raso que açude no nordeste, em época de sêca.
A gente logo viu que tu não tinha tradição.
E ainda por cima, se arrependeu, depois.
2014 promete! Carnaval, copa e eleição! Que venha logo 2015.
Tarso, governador, sentado na cadeira de Julio de Castilhos, Osvaldo Aranha, Mena Barreto, Borges de Medeiros, ou mesmo Getulio: é o RS descendo a ladeira – fogo de morro acima, água de morro abaixo – ninguém segura!
História para o ilustre petralha que fugiu da escola para planfetar para o partido:.
LIgas camponesas.
Pernambuco.
PCB.
Gregório Bezerra e Francisco Julião.
Boa leitura
Paralaxe cognitiva…….
Serve para prisão de ventre? Precisa receita ou o atendente da farmácia resolve?
Bando não, afinal não estão na Papuda como os mensaleiros.
Mas são cordeiros pastoreados pelo assistencialismo oficial sem contraprestação dos beneficiários, até mesmo sem a cobrança da presença dos filhos nas escolas.
Meninos! Então eles foram para a Papuda com bracelete? Isso não eh norma legal na condução de presos? Interessante que nenhum petista está indignado com os demais presos da quadrilha: Marcos Valério e quietais!
Então a Venezuela serve de padrão para o Brasil, tanto na política quanto na economia!. Que os deuses nos protejam do “pajarito chaves”!!!
Quanto ah Cuba, além de ninguém pedir asilo aos progressistas irmãos Castro, o Pizolatto que não eh bobo foi para onde?…para a Itália, eh um país superprotegido pela esquerda caviar. Ninguém vai morar lá, ninguém vai cuidar da saúde lá, a não ser o Chavez, que virou “pajarito” azul. Interessante que o Haiti, que tambem eh uma ilha do Caribe, paupérrima, não tem esse
encanto. Afinal como dizem os engajados Gil e Caetano: o Haiti eh aqui!
Por favor pessoal! Parem de pegar no pé do rapaz da paralaxe! Quando a criança descobre uma palavrinha nova, agente tem que incentivar!
Não sabia que tinha esse dom.
Assim como o Inter, que passou o ano inteiro ressuscitando defuntos, descobri que tenho essa qualidade de despertar todos os muquiranas que mal e mal conhecem as 23, num raio de 100 km, incluindo Passo Fundo junto e fazê-los saírem em passeata, de mãos dadas, cantando “Paralaxe a Você”.
Vou formar uma dupla caipira com o Olavo, convidar mais o Lobão, talvez o Caetano, e dar um curso supletivo depois da seresta, grátis, no quiosque.
Desde já estão convidados a participar todos os comentaristas que descobriram hoje, que paralaxe não se escreve com “ch”.
E não esqueçam: em 2014, votem no Tarcho Genro.
Ahahahah…
aaaahhh!!! Agora entendi!!! Paralaxe é com x! E é um ritmo musical criado em Passo Fundo! Deve ser uma mistura de paracatu, lambada e axé!
Não falei?
O primeiro já veio lotado.
E o segundo?
Vai vir com tudo encima?
Não, eh pará-la-tche
Coisas do Teixerinha…
Deixa de ser tonto! É paralaxe COGNITIVA! É um distúrbio, tipo déficit de atenção! Boto fé que o Lula nasceu com uma parada dessa!
E esse é outro que vai votar no “Tarxe” Genro.
Viu só? Ressuscitei todos.
Agora só falta arrumar um “xeito” de ganhar dinheiro com isso.
Vou valar com meu vizinho… deve ser isso que o guri dele tem! É o segundo ano seguido que ele reprova. Será que tem cura?
Não mexe com o piá! É um talento nato! Tem tudo pra ser presidente da república!
A propósito veja o que está publicado no blog de Orlando Tambosi:
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
A fúria reestatizante de Tarso “Illich” Genro
Quando ministro da Justiça, Tarso Genro acoitou, como bom leninista que é, o assassino italiano Cesare Battisti. Agora governador do Estado Ideológico do RS, está reestatizando os pedágios rodoviários. Insanidade, já que o Estado não tem como investir nas rodovias. Teremos mais acidentes e mortes nas estradas gaúchas. É o jeito petista de governar.
O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), reestatizou oficialmente todos os polos de pedágio rodoviários que haviam sido concedidos à iniciativa privada em 1998. As estradas federais, que somam 983 km, voltarão à União e não terão cobrança de pedágio. Os 816 km restantes ficarão a cargo de uma estatal, a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR).
A medida de Tarso já seria, em si mesma, um contrassenso, pois se sabe há muito tempo que o Estado é incapaz de administrar estradas. Mas seu rompante, uma promessa de campanha, é ainda mais exótico quando se observa que o governo federal, presidido por sua correligionária Dilma Rousseff, vai no sentido totalmente oposto, empenhando-se em atrair investimento privado, ainda que aos trancos e barrancos, para melhorar a intransitável malha rodoviária federal.
O governador justificou sua decisão recorrendo ao surrado recurso de caracterizar os empresários como sanguessugas: “Aqui temos um exemplo dos problemas daquele sistema de pedágio. Milhões de reais circulavam nesta praça de pedágio e não havia sequer o compromisso de fazer acostamento”.
As concessionárias, com razão, qualificaram esse tipo de raciocínio de “político e ideológico” – acusam o governo de descumprir contratos, ao interferir nos preços dos pedágios, e pretendem cobrar na Justiça um passivo que dizem chegar a R$ 3 bilhões. Para o presidente da Associação Gaúcha de Concessionárias de Rodovias, Egon Schunck Júnior, “no Rio Grande do Sul, ao contrário do resto do mundo, a opção é a estatização”.
O motivo para a tendência mundial à privatização é simples: estradas administradas pela iniciativa privada são melhores. Números da última pesquisa anual da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) sobre a qualidade das rodovias provam isso. De acordo com o levantamento, 84,4% das estradas concedidas a empresas privadas estão em ótimo ou bom estado, enquanto apenas 26,7% das rodovias sob responsabilidade estatal se encontram nessas condições. (Continua).
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Que mensagem cifrada é essa? Desenhe para nós, por favor:
que mal e mal conhecem as 23, num raio de 100 km, incluindo Passo Fundo junto e fazê-los saírem em passeata, de mãos dadas, cantando “Paralaxe a Você”.
OK!
Do tempo em que vocês vêm, a julgar pela antigüidade das idéias apresentadas, atraso e cafonice das repetições – me permita a franqueza – nosso alfabeto tinha 23 letras. E embora tu ainda não tenha notado, a muquiranagem grassa numa região muito grande ao nosso redor, que eu avaliei modestamente num raio de 100 km, e ousadamente incluí Passo Fundo junto.
E tanto repetiram o termo paralaxe, certamente por terem gostado da novidade, que cheguei a imaginá-los como uma seita humalitária, todos felizes, abraçados, cantando alguma coisa relacionada com o termo.
Na melodia do “Parabéns a Você”.
Achei poético, já que tem um de vocês que tem veia sertaneja.
Como se viu, não é nenhuma mensagem cifrada para algum guerrilheiro comunista que queira furar os olhos de crianças desavisadas.
Sosseguem.
Fico mais tranquilo agora.
Bem mais que um raio de 100km
Então a expressão “comunista” já não precisa mais ser escondida….
De minha parte não é sertaneja, mas do puro nativismo.
Passo Fundo, então, é o limite. Além de lá pode haver muquiranas ou não. Não se sabe, pois por pura ousadia a própria Passo Fundo foi incluída. Que baixa auto estima! Posso assegurar que tanto aqui, no raio dos 100 km imaginado, quanto além existem milhares, não, milhões de muquiranas eleitores da quadrilha prontos para abocanhar mais alguma migalha.
Favor reler o comentário sobre a corrupção tucana.
E explicar como fizeram para repartir aquela dinheirama toda.
E sem falar no PT.
Simples, as pessoas envolvidas foram julgadas e condenadas e o dinheiro voltou as cofres públicos. Deu em toda imprensa, da mesma forma que AP 470, ao qual não se pode denominar pelo depreciativo – mensalão. Não acompanhou? Amanhã procuro por mais detalhes.
Não teve ação? Eh fácil, basta juntar as provas e acionar o judiciário. Eu não sou tucano, se eh a eles que você está se referindo. Cada um que responda por seus atos.