Blog do Sarico

Trânsito difícil


Trânsito difícil 1O trânsito de Tapera é coisa de louco, literalmente. Na segunda-feira (28/10), no final da tarde, descendo a Rua Coronel Gervásio, em direção ao centro, ao chegar na esquina da Avenida Tancredo Neves, uma caminhonete desceu a mesma, carregada de material de construção e, sem obedecer a preferencial, que era minha, enfiou a mesma na minha frente. Como eu vinha devagar, parei e fiquei olhando o apressado motorista, que ficou me encarando, indignado, como se eu estivesse errado.

Na terça-feira (29/10), na Avenida Dionísio Lothário Chassot, indo em direção ao centro, no final da tarde, uma bicicleta motorizada saiu da Rua Pedro Binni e entrou na minha frente, sem olhar. Novamente indo devagar, parei e olhei o ciclista, um senhor de idade, que não me viu e seguiu viagem apressado. Mas, e se eu tivesse batido nele?

E se eu batesse naquela caminhonete iria me arrebentar, porque pegaria ela de frente.

Na tarde desta quarta-feira (30/10), na Avenida XV de Novembro, quase que uma caminhonete atropela uma mulher que a travessava. A mulher não viu o veículo que vinha numa velocidade acima da permitida na via.

E nesta quinta-feira (31/10), na Avenida XV de Novembro, na esquina da Praça, uma mulher tripulando um Gol não respeitou uma mulher e três crianças que atravessavam a faixa de segurança. As crianças, certamente, vinham da aula. E se a motorista pega os quatro?

Há tempos venho dizendo que dirigir e andar em Tapera é como andar em um campo minado: todo cuidado é pouco.

Na cidade, assim como na estrada, devemos andar/caminhar com os olhos bem abertos e respeitando os limites de velocidade e também a sinalização. É bom (e seguro) para todo mundo.



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Responder Anônimo (1383416998015-208419) Cancelar resposta


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