O Tapera City Hotel vai ser vendido
Um dos marcos da história taperense, o Tapera City Hotel, que se encontra localizado no centro da cidade, logo vai estar nos noticiários e também nas rodas de conversas, da cidade e do interior. O assunto deixará as conversas reservadas, a boca pequena, porque entrará em liquidação extrajudicial e será vendido pelos seus sócios.
Só que esta venda deverá ter desdobramentos em função do número do seu quadro social que, ao que parece, é muitas vezes maior do que se pensa.
Uma carta, encaminhada aos sócios no último dia 05 de setembro, por uma banca de advogados de Porto Alegre, comunica-os que a sociedade pretende vender o prédio onde estão o hotel, as lojas e os estacionamentos, e pede pelo bem R$ 3.961.646.00. Como liquidante foi nomeado Antônio Bonato, sendo seu representante no município, Paulo Mariani.
No dia 31 de agosto, às 10h, os sócios do Tapera City Hotel Ltda se reuniram, com a banca de advogados, na sede da ACIT, para acertar os detalhes da venda e colocar aos 12 sócios as regras do negócio. Ao que parece, outros sócios, que não integram o primeiro “escalão”, achando que tem parte na sociedade por terem, eles e seus familiares, ajudado na construção do mesmo com dinheiro, madeira, animais e outros, não concordam com a forma que se pretende levar a venda, a divisão do patrimônio, uma vez que as partes envolvidas seriam bem maiores.
Conversando aqui e ali, buscando uma informação ali e aqui, fiquei sabendo que o Tapera City Hotel Ltda tem, além dos 12 associados “oficiais”, mais 494 que ajudaram a erguer o prédio nos anos 60 e 70. Ao todo, seriam 506 e as cotas da sociedade passariam de 18 mil.
Quando o Tapera City Hotel começou a ser construído, em 1962, um grupo de pessoas se reuniu para ajudar no desenvolvimento do recém emancipado município e optou pela sua construção. Na época, era uma obra considerada muito grande para uma ex-vila. Assim o grupo, para apressar a sua conclusão, feita em três etapas, precisou buscar ajuda na comunidade, na cidade e interior. E foi o que fez. Hoje, conversando com pessoas da cidade e do interior, grande parte delas tem pelo menos uma história de contribuição de sua família na construção do TCH. Uma delas, do interior e que pediu anonimato, me disse que cansou de ver o seu avô levar “coisas” para a obra e que não teria sido uma única vez. “Eu sempre soube que a nossa família tinha parte naquilo porque muita coisa foi levada para lá. Quando o pessoal nos visitava, pedindo colaboração, não tinha como dizer não a eles. Tinha gente que não tinha como ajudar, mas não podia negar o pedido e acabava ajudando”, disse ela, se referindo a quem vinha até eles pedir a colaboração, e sua importância na cidade.
O estranho é que ninguém em Tapera quer falar abertamente sobre o assunto. Eu mesmo conversei com algumas pessoas de mais idade, para tentar levantar informações, mas ninguém fala nada abertamente, com medo de que haja algum problema, certamente sobre um possível estremecimento em alguma relação pessoal ou familiar. Falam pouco e pedem segredo. Outra pessoa, da cidade, que também pediu anonimato, e que conhece a história, acredita que tudo terá desdobramento na Justiça, porque aqueles sócios de antes, os oficiais e os “bastardos”, como chama os 494 que estão fora da relação “oficial”, hoje estão ligados por laços familiares e, dependendo do rumo que a coisa tomar, poderá haver abalo, sim, nas relações familiares e de amizades. “Quem mora fora de Tapera não tem o que temer, mas e quem mora aqui e que se encontra todos os dias, como farão?”, questiona ela.
Olhando documentos e nas poucas informações colhidas, vi que num deles diz: “Aos cotistas cabem todos os direitos e deveres previstos no estatuto do Tapera City Hotel Ltda, registrado na Junta Comercial do Estado sob número 150.428”. Outro reconhece que a entidade possui 500 cotistas. Os documentos datam dos anos de 1960.
A questão do Tapera City Hotel está na rua. E é polêmica em se tratando de uma cidade do tamanho de Tapera, com pouco mais de 10,5 mil habitantes e suas peculiaridades. Vamos ver o que acontece a partir de agora e qual serão os rumos que a coisa tomará. E tudo vai girar em cima da divisão, justa, das partes envolvidas. Pelo menos é isso que se percebe nas conversas com quem tem a ver com o Tapera City Hotel.
E a respeito do preço, como foi fixado?
Esse valor foi considerado razoável?
Vai sair leilão ou quem chegar nesse valor, leva o produto?
Dá para pechinchar?
Já tem gente interessada?
E vão fazer o que, com os quartos do hotel?
Quem são estes 12 sócios que querem deixar 494 sócios de fora da
divisão dos lucros da venda?….que bonito….
Quem são os outros 494 “bastardos”?
494 trouxas entao……………….. e 12 sabichoes..querem levar todo o dinheiro kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Para ocorrer justiça nesse caso, o que eu acho difícil nesse “rolo”, a família q administrou e se diz possuidora da maioria das cotas deveria ser excluída no rateio da venda do prédio, pois a mesma já ganhou dinheiro demais com a locação das peças durante décadas, assim essa família, por direito e justiça, já recebeu a sua parte, isso se não tiver que devolver valores recebidos a mais, é fácil fazer as contas do rateio de cada parte, caso o prédio for negociado, essa conta qq contador sabe fazer.JUSTIÇA E BOM SENSO É O MÍNIMO QUE SE ESPERA NO “GATECASO CYTY”.
Minha família faz parte dos 494 e vamos querer nossos direitos.
va i
se dificil vcs receber
Duvido que os 494 vão receber, as 12 famílias tem o uso campeão do imóvel.
Uso campeão? Não seria usucapião?
É campeão mesmo. Os mesmos são campeões em esperteza.
Sou advogado, e lhes digo, ou dividam por bem ou terão seus bens bloqueados todos digo TODOS deveram ser ressarcidos.
Sarico, vc como um bom jornalista deveria falar do que nossa cooperativa está fazendo, a gurisada ta ali merecem um apoio teu, e de todos, tocam uma grande cooperativa já com simplicidade honestidade e ta dando show….
Cotrisoja merece apoio verdadeiro, não sou sócio nem produtor mas gostaria de participar dessa organização, participo até abastecendo nos postos, mas gostaria de ser mais, mas ajudo conforme posso, mas o que me chama atenção é a ousadia dos diretos pelo programa lançado porque as pessoas tem que entender o que é fidelidade, e é o que precisamos nos dias de hoje, parabéns.
http://jeacontece.com.br/wp-content/uploads/2013/09/COTRISOJA-%E2%80%93-Informe-Publicit%C3%A1rio-1.jpg
Interessante a ideia da Cotrisoja, parabéns mesmo.
Sarico.
O tema do assunto é o City Hotel, vc. deveria cortar outros comentários que não se referissem a este tema.
Quando surgir um novo tema vc. deveria fazer um comentário e lançar para que fosse comentado sobre aquele assunto.
Quem quiser seus direitos junto ao City e não estiver entre os 12 sócios oficiais, deverá procurar um advogado e os representantes da sociedade em liquidação, ou ainda os próprios 12 sócios ou seus herdeiros que estão sendo beneficiados com esta divisão para uma conversa, mas não levem as cotas ou documentos originais, façam uma xerox de cada um e, guardem muito bem em casa estes documentos, pois será na base da pressão popular que as coisas vão se resolver.
Não entregue seus documentos para qualquer um.
Esses comentários a respeito da Cotrisoja em um assunto que não tem nada a ver com a cooperativa, não passa de uma velha malandragem, ainda usado por alguns dpt. de markenting inexperientes de algumas empresas, de querer o assunto proposto pelo bloguista como “escada” para divulgar alguma coisa em cima do prestígio de outra pessoa, ou no caso ao número de ascessos aos comentários proposto pelo bloguista.QUE DESELEGÂNCIA!(como falou a Sandra Annenberg do jornal hoje).Mas voltando ao assunto, de extrema importância para os rumos do município na sua área central, do prédio do CYTI HOTEL, essa negociata proposta por uma minoria de representantes tá me dando saudades do cheiro do curtume. Atenção pessoal, depois que a negociata for assinada não adianta ficar chorando e fofoquiando pelos bares. SE LIGA MEU!
olha na minha opinião que esta por traz de tudo isso eu garanto q é a família tradicional de Tapera aquela que sempre ganhou e muito como City e agora quer tudo pra eles.Mas nos jamais vamos deichar que meia duzia ce aproveitam disso ou por bem ou por mal
opa, opa,opa, tem alguem que ja era do departamento e não deu conta e doi isso, mas toma o rumo na vida que vai melhorar, sucesso pra vcs. Se apaga meu!!!
quem é afinal esse tal de Paulo Mariane ,ele é advogado ou o que…grupo de Ad poa
pois é se não fosse os bastados(494) ajudar na construção desse imovel, hoje ele não estaria ali, mais respeito com as pessoas que ajudaram a desenvolver o municipio, sim desenvolver pois uma construção desse porte á 40,50 anos átras ajudou a cidade a crescer, pois então mais respeito com quem ajudou a desenvolve o municipio.
Mas o que esse tar de “Paulo Mariane” ta fazendo nesse enrosco, e quem é ou o que é esse tar de “grupo Ad poa”? Tê explica vivente, ou vai “caga” no mato.