Blog do Sarico

O enigma de um sorriso


Essa foto chegou até mim de duas maneiras. Uma dizia que a presidente Dilma, na hora do cumprimento, olhava com certo ar de deboche e desprezo para o novo presidente do STF, Joaquim Barbosa, que era empossado no cargo. A outra, dizia que o sorriso de Dilma era de cumplicidade e essas coisas. Olha, para falar bem a verdade, eu acho que o sorriso da Dilma e do Barbosa é mesmo de cumplicidade. Basta ver o sorriso do negro presidente. Eu já vi essas caras e sorrisos em outras pessoas várias vezes. Com os olhos, Dilma está dizendo para Joaquim Barbosa: “Parabéns, pelo belo trabalho na relatoria (mensalão)”.

Dilma, que junto com Lula colocou 9 dos 11 ministros no STF, até aquela data, em momento algum ligou para o Supremo pedindo arrego aos réus do mensalão. Dilma não aprova erros, muito menos corrupção, e se não sabe procura ficar sabendo. Dilma não protege mau caratismo e traição.

E você, o que acha da foto?

Trairagem


O ministro Luis Fux pediu ajuda a José Dirceu, quando este já era réu do mensalão, para obter vaga no STF. O ministro confirmou a notícia assim como o ex-ministro.

Quem colocou Fux no Supremo foi Lula. Depois, ele votou pela condenação dos réus. Mas, é um traíra esse Fux, né?

Frase do dia


“A vida é um eco. Se você não está gostando do que está recebendo, observe o que esta emitindo”.

Desconhecido

Planalto vai exigir ‘ficha limpa’ dos servidores


O governo deve editar nos próximos dias o decreto que estabelece a “ficha limpa” na administração pública. O texto estava em debate desde o início do ano, mas a presidente Dilma Rousseff cobrou uma definição após o escândalo envolvendo servidores que vendiam pareceres. No decreto serão definidos critérios de impedimento para cargos comissionados. (O Estado de São Paulo)

O problema não são os “peixes pequenos”, mas os “grandes”, aqueles que vem carregados pelo voto.

Mudanças na equipe de governo


A Aliança Democrática (AD) venceu a eleição em Tapera e deu mais quatro anos para Ireneu Orth comandar o município e fazer história, como político, que mais tempo ficou a frente da Prefeitura e primeiro prefeito reeleito, e como administrador, pelo trabalho que vem realizando.

Só que, quando se vence uma eleição carregado por uma coligação, existem deveres e direitos entre as siglas integrantes. É mais ou menos como o espólio de uma guerra. O dever é trabalhar para vencer a eleição e dar respaldo ao candidato e o direito é o de participar do governo. Conversando com pessoas dos partidos políticos taperenses, integrantes da AD, uns dizem que seu partido participará do governo, inclusive indicando nomes para o primeiro e segundo escalões, enquanto que outros dizem que isso não foi definido. O tema não está claro.

Em 2008, quando Ireneu Orth ganhou a eleição coligado com PMDB, PDT e PSB, ele ficou livre para escolher a sua equipe de trabalho. E foi o que fez. Montou seu team, técnico como ele sempre diz, e trabalhou com ele nos quatro anos. Agora, ao que parece Orth ficou novamente livre para tocar a Prefeitura. Tem gente que diz o contrário. Em 2008, estando junto no grupo de trabalho, eu sabia que o prefeito teria sido deixado bem à vontade para escolher a sua equipe de governo, mas neste ano, como não participei da campanha, não sei como ficou acordada a questão. Mas, pelo que se fala em Tapera, os partidos vão querer muito mais do que apenas integrar o governo reeleito. Ao menos esta é a ideia de seus integrantes.

Se não combinaram antes com o prefeito Ireneu, que não trabalha pressionado, ninguém irá cobrá-lo agora. E não adianta querer forçar uma situação em cima de uma possível maioria ou minoria na Câmara de Vereadores, porque isso não vai funcionar. Em 1983, quando Orth foi eleito prefeito pela primeira vez, ele tinha 6 vereadores contrários e começou batendo de frente com a oposição. Com o tempo viu que a técnica não funcionava e mudou para poder trabalhar. Assim, a cada início de sessão legislativa, uma hora antes, ele chamava os lideres de oposição – Galo Castro (PMDB) e José Guarnieri (PDT) – e lhes colocava o que queria. Orth sabia de imediato se a matéria passaria ou não em plenário. Se não passaria tinha de mudá-la. E assim procedia. Fazendo aquilo, Ireneu Orth fez a maior administração da história de Tapera. Agora, se for o caso, fará novamente.

E sobre a troca de cargos, talvez ele mude uma ou duas peças. A maioria do grupo permanecerá porque são pessoas de sua total confiança e que pensam e agem como ele. Na verdade, esse pessoal tem o perfil do prefeito. Não esperem mudanças na Prefeitura a partir de janeiro.

E sobre nomes novos que deverão entrar, a pedido de partidos coligados, não sei se acontecerá, assim como a questão de levar um vereador do PDT para o governo para abrir uma vaga ao PP, partido de Orth, e que fez um vereador com extremo sufoco em outubro.

Se os partidos colocarem nomes para o secretariado ou diretoria, o prefeito vai analisar os prós e os contras e dirá sim ou não, sem constrangimento. E o PP terá dois vereadores na Câmara se o PDT quiser, pois nesta mesa, a faca e o queijo tem o número 12 impresso neles.

Tudo gira em cima da especulação e não existe nada oficial. O certo é que o prefeito tem o seu estilo de pensar e administrar e não vai mudar agora, nesta etapa da vida, e ele não levará em conta a eleição de 2016, até porque a sua missão estará acabada e o jogo passa todo ele para o seu partido e os demais que estarão com ele, afinal 2016 será um novo jogo e uma nova história. E os envolvidos é que terão de fazer esta história.

Banco do Brasil de Tapera nos anos 70


Essa foto me foi enviada pelo amigo e leitor Luiz Alberto Feck, o “Feka”, que trabalhou no Banco do Brasil, nos anos 70. Ela foi tirada em 1974, na antiga agência, localizada no prédio do City Hotel, onde hoje está a Academia Planeta Energia, e onde já funcionou a Caixa Econômica Federal. Daquele endereço o BB passou para a sua nova sede e onde está até hoje. O detalhe da foto é a equipe que nela aparece. Alguns dos servidores continuam residindo em Tapera, enquanto que outros a deixaram há muitos anos e outros ainda já abandonaram este plano.

A FOTO:

Sentados, a partir da direita:
Jocelim, Nauro Barbosa, Wolney Vargas Beck, Milton Kissmann (sub-gerente), Henessy Hertel Vidigal (gerente), Darci Sganolin, Alonso Waack Sampaio e Carlos Roberto de Oliveira (Paulista).

2ª Fila:
Luiz Alberto Feck, Lenir Lorenzi, Cléia Theis, Luiz Armando Seibert, Roseane, Luiz Augusto de Oliveira Leite, Varella, Eliane Maldaner e Sérgio Crestani.

3ª Fila:
Jorge Luiz Ceretta, Beto Lucca, José Oliveira, Milton Francisco Cantarelli, Claudete Theis, Rodolfo Breyer Neto, Pedro Zanatta, Luiz Antônio Brunori, Luiz Morman e Neumar Brenner. O guarda é o Odilon Dias.

Abrir os olhos


Com todas estas mortes que estamos vendo nas estradas quase todo santo dia pela imprensa, e quase sempre nas mesmas circunstâncias e em locais semelhantes, não estaria na hora do pessoal começar a se conscientizar quanto a sua forma de agir no trânsito? Pensemos nisso.