Frase do Dia
“Os analfabetos do próximo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender”.
Alvin Tofler
“Os analfabetos do próximo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender”.
Alvin Tofler
Que tal o preço dos chocolates? Inflação controlada, né?
Será que a empresa não faz mais fretes? Foi só aquele?
Um papa encontrando com outro papa. A última vez que isso aconteceu foi há mais de 600 anos. Muito estranho um papa vivo.
Duas cooperativas gaúchas estão a perigo: Cotrimaio e Cotrijui.
A Cotrimaio, de Três de Maio, foi para a liquidação extrajudicial. Entre seus credores estão BRDE e Banrisul. O ex-presidente, Amilton Dotto, que dizia ser amigo de Lula, caiu.
A Cotrijuí, de Ijuí, abre nova crise. Deve R$ 290 milhões, atrasa salários e muda direção. Tem grupos extrangeiros interessados em seus ativos que valem, segundo a cooperativa, R$ 2 bi.
O cooperativismo gaúcho pode estar no alvorecer de uma nova crise sistêmica das dimensões da que aleijou a Fecotrigo e a Cotrijuí.
GESTÃO – O auditor independente Antônio Carlos Nasi, que há 45 anos trabalha com cooperativas, diz que o problema delas é a má gestão. Como exemplo, cita as poderosas Centrasul no RS e a Cocap no PR, que quebraram e levaram um monte de cooperativas juntas para o buraco. “Muitas pessoas ligadas ao cooperativismo e mesmo banqueiros, fornecedores e associados me perguntam: por que algumas cooperativas quebram e outras vão muito bem e são um sucesso? O mercado é o mesmo, os produtos são os mesmos, os produtores são do mesmo perfil, os fornecedores de insumos são os mesmos, os grandes clientes são os mesmos, os bancos que financiam são quase sempre os mesmos. Onde está a diferença? Está resumida em uma só palavra: gestão. O resto tudo é conversa fiada”, disse.
Na segunda-feira (18), a Câmara de Vereadores de Tapera realizou uma sessão relâmpago, com pouco mais de meia hora. Os vereadores analisaram e votaram cinco projetos de lei e foram embora. Como as emissoras e rádio não estavam gravando as manifestações dos mesmos para posterior reprodução na semana, nenhum vereador ocupou a tribuna no Pequeno Expediente.
Após a sessão, perguntei ao presidente Claudio Schultz se a não ida dos vereadores à tribuna tinha a ver com a ausência das rádios. Ele me respondeu que não, pois não havia assuntos importantes para tratar. Já o vereador Joel Alves dos Santos, me disse que não foi à tribuna porque não tem graça falar para eles mesmos, se referindo aos seus colegas.
Depois que a Câmara de Vereadores acertar o contrato com as emissoras de rádio os vereadores retornarão à tribuna, com certeza. Afinal, microfone é oxigênio para os políticos.
Na quinta-feira (21) estive na Câmara de Vereadores de Tapera, na reunião do Comaja, e chamou minha atenção a falta de extintor de incêndio na Casa. Em épocas de medo e de pavor, todo cuidado é pouco. Será que os Bombeiros sabem que a Câmara está sem extintor de incêndio?
O MEC passará a dar zero para redações do Enem com inserções indevidas, como receitas de Miojo. O Inep, órgão responsável pelo exame, ainda avalia se textos com erros ortográficos poderão tirar a nota máxima, como em 2012.
Mas, por que não fizeram isso antes? É o mínimo o que deveriam ter feito. Tem gente brincando de Educação neste País.
A imprensa mundial está falando muito em objetos passando próximo à Terra e dentro do nosso sistema solar. Será que os cientistas estão querendo mais verbas para averiguação e proteção do planeta ou estão preparando a humanidade para alguma coisa?
Segundo a Nasa, o trabalho de identificação de 90% dos objetos celestiais próximos da Terra, entre 140 metros e 1 quilômetro de largura, deve demorar até 2030.
A foto acima mostra o resultado do impacto de um meteorito caido na Terra. Ele caiu em uma zona desabitada. E se caísse em uma cidade. Qual o tamanho do estrago? E das baixas?
E os preços subindo. É só entrar no mercado para comprovar isso. Será que o bichinho aquele está voltando?