A rejeição ao projeto de lei 037, que cria(va) a Subprefeitura da Vila Paz, na sessão desta segunda-feira (27), provocou certo mal estar na Aliança Democrática. No dia seguinte, os partidos que a integram tentavam esconder o que aconteceu, já que um elefante havia sido colocado entre os cristais. A bancada do PDT deve ter pensado muito bem no que queria para si e para aquela comunidade quando se posicionou de forma contrária ao governo. Sobre a decisão tomada, espera-se que não tenha sido em represália a ele ou para forçar alguma situação.
Será que o PDT deseja maior espaço no Executivo? Não tem outra explicação, porque a dada em plenário, de que o papel do subprefeito deve ser cumprido pelos vereadores é conversa fiada, a não ser que algum deles resida na Vila Paz. E tem algum que mora lá?
Quem votou contra não tem noção sobre o que votou, a não ser o PTB que esta lá para dizer não a tudo. Afinal, é o seu papel enquanto oposição. Mas, o PDT… E o que dizem os cardeais do partido?
E qual dos cinco vereadores ficará 24 horas à disposição da Vila Paz? Qual deles estará lá para resolver os problemas corriqueiros que uma comunidade enfrenta diariamente? Qual deles reivindicará em seu nome? E todos irão para a Vila Paz todos os dias? Nada a ver com emprego ou aumento nos gastos públicos. Tem a ver, sim, com quem represente o prefeito na Vila e atenda as necessidades e anseios daquela comunidade. Difícil?
Que este episódio seja superado e cuidado com o que for falado de agora em diante por ai, porque a situação é delicada, o terreno é instável e tem muita gasolina no chão. Uma faísca e a coisa toda explode. Cuidado, porque tem ainda pouco mais de três anos e meio de governo pela frente. É muito tempo.
E tem ainda aquele projeto, o 051, que trata da alteração de vencimentos e criação e extinção de cargos em comissão na Prefeitura. Aquele montão de itens está alicerçado em cima de um único cargo. A chapa vai esquentar. E o que virá por ai?
A Aliança Democrática está perdendo o chão sob seus pés e, se estes desencontros se tornarem rotineiros, o dia 31 de dezembro de 2016 poderá ser antecipado.
Ano que vem, o taperense irá às urnas eleger os seus deputados federal e estadual, também senador, governador e presidente. No caso dos deputados, em quem o taperense votará? Espera-se que vote em quem fez por Tapera. Em quem ajudou o município.
Informe-se sobre isso, afinal, Tapera merece. A nossa gente merece. Quem vem e traz merece receber.
Estou curioso para ver como será a eleição aqui. E ela vai ser diferente, sim.
O vereador Luiz Carlos Ritter (PTB), usando a tribuna da Câmara de Vereadores, à noite passada, cobrou das autoridades municipais uma ação concreta para, se não acabar, diminuir os roubos que estão acontecendo, tanto na cidade como no interior. Segundo ele, ninguém está livre de ter a sua casa ou empresa sua ou que trabalha, de ser visitada pelos amigos do alheio. “A grande maioria desses roubos são praticados por menores. Precisamos de uma atitude urgente e concreta de nossas autoridades, pois a coisa vai piorar”, alertou Ritter.
O goleiro-linha, para mim, é uma grande roubada no futsal. É um ato extremo de desespero para quem está perdendo e que, na maioria das vezes, sacramenta a derrota. É como suicídio. Se erra muito mais com ele do que se acerta. Se perguntar, a maioria dirá que não gosta dele e o teme.
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.
E assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.
“Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO”
Que tal um cafezinho?
(Desconheço o autor)
A Rede Globo, nas transmissões da Fórmula 1, ao invés de chamar a equipe Red Bull Racing pelo nome, chamava-a de RBR, tudo para não fazer “propaganda” do seu principal patrocinador. Pois, a Red Bull não gostou, porque isso só acontecia no Brasil, País que tem certa tradição no esporte. Falou com os organizadores da F1, que devem ter dado um puxão de orelhas na Vênus Platinada que, ao que parece, começou a chamar a Red Bull Racing pelo nome certo. Mas, o que não faz um carteiraço. Ainda mais na F1 com os valores que ela mexe.
Com as ausências de Dilma, Temer e Alves, o presidente do Senado assumiu ontem a Presidência do País. (O Globo)
Que tal? A casa está muito bem guardada.
Acho que sai neste final de semana o 26º Rodeio Crioulo Nacional do CTG Guido Mombelli. A entidade teve de mudar três vezes a data. Primeiro era para ser de 16 a 17 de março, depois 11 e 12 de maio e por último, 25 e 26 de maio.
Tomara que esse marca-desmarca não prejudique o GM, afinal os eventos são programados pelas entidades no início do ano.
Boa sorte ao Guido Mombelli no seu rodeio.
Em tempo. Às 19h têm Missa Crioula, no palco central, conduzida pelo padre Geraldo Collet.
Nesta semana, a fachada do Clube Aliança recebeu identificação, com nome e logomarca.
O vereador Elias Goulart, do PPS (Partido Popular Socialista), está sem partido no momento, isso porque o PPS irá se fundir ao PMN (Partido da Mobilização Nacional) dando lugar ao MD (Mobilização Democrática). Com a criação do novo partido, o PPS deixa de existir deixando-o livre para escolher uma nova sigla já que não pretende ingressar nas fileiras da nova agremiação partidária. Com o fim do seu partido, Elias mantém seu mandato. O prefeito de Passo Fundo, deputado estadual Luciano Azevedo, maior nome do PPS no RS, se bandeou para o lado do PSB de Beto Albuquerque. Também não quer saber de DM.
Falando na tribuna, na última sessão da Câmara de Vereadores, realizada na segunda-feira (20), Elias disse que recebeu convites do PDT, PSB, PMDB e PP, todos da Aliança Democrática, base governista taperense. “Neste momento eu estou sem partido e com vários convites recebidos. Nos próximos dias anunciarei o meu novo partido”, disse ele.
Para qual partido o jovem vereador irá? Tem gente que aposta que ele ingressará no PP, partido do prefeito Ireneu Orth. Mas, há quem ache que não. A ver.