Acho que já deu para entender que o povo não quer Copa do Mundo. As ruas estão dizendo isso. Sair da pobreza é muito bom, mas o País e sua gente precisam muito mais do que isso. Precisam de saúde, de educação, de segurança e de serviços que valham pelo que são pagos. Também o fim da corrupção e da impunidade. O Brasil é um todo e este todo precisa ser olhado e atendido. O governo federal ainda não entendeu isso. Será que não aprendeu quando era oposição?
Dados oficiais apontam que a Copa no Brasil será a mais cara da história e custará R$ 28 bilhões. (O Estado de São Paulo)
Vem cá. Gastar tudo isso ai, com dinheiro público, não é caso de polícia?
A mídia, que vai faturar muito com estes eventos esportivos – Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíada, é favorável a eles. Só ela é quem vai ganhar. E muito dinheiro. E o povo?
O som da propaganda móvel em Tapera continua a mil, para desespero de quem deseja descansar ou convalescer. Não se é contra a propaganda, mas contra o seu volume, horário e dias de veiculação. Na Câmara de Vereadores, o presidente Claudio Schultz (PDT) aprovou proposição – 015 – que pede a modificação da Lei Municipal 817/84, que trata dela. Com sua aprovação, cabe ao Executivo fazer cumprir. A comunidade, que reclama, agradeceria.
Pela lei atual, a propaganda de rua pode ser feita das 08h às 20h. São 12 horas, ininterruptas. É muito tempo.
Bem que o pessoal poderia veicular a propaganda das 09h às 12h e das 15h às 18h, de segunda a sábado. Domingo é dia de descanso. Obedecendo estes horários e datas o pessoal poderia descansar tranquilamente, principalmente quem está doente e precisando de recuperação.
Por outro lado. Como seria feita esta fiscalização? Quem fiscalizaria? Haveria equipamento (decibelímetro) para fiscalizar? Essas e outras questões precisam ser bem estudadas, mas o controle precisa ser feito imediatamente porque o barulho está demais. Tá todo mundo reclamando.
Vou repetir para que não fique nenhuma dúvida. Não se é contra a propaganda de rua. O que se quer é a sua regulamentação, com horário, volume e dias de veiculação. Todo mundo deve ganhar o seu pão, mas em tudo existem regras que precisam ser obedecidas para o bem comum.
Na cidade de São Paulo o prefeito Fernando Haddad proibiu a propaganda de rua.
As pessoas estão me pedindo para que falasse do assunto porque elas não aguentam mais o barulho dentro de casa e também fora dela.
Quando será alterada a lei? E quando ela começará a valer em Tapera?
Se tem quem rouba animais para abate e consequente comercialização da carne é porque tem comprador. E quem compra, será sabe o que está comprando? O pessoal não faz ideia do que pode estar levando para casa, para a sua família, pagando barato. Pensem nisso. Nada sai de graça e tudo tem um custo. “Mágica”, só acontece em filmes.
E que tal o poder público, junto com ACIT, Câmara de Vereadores, e outras entidades em geral, começar uma campanha de conscientização aqui em Tapera contra a carne sem fiscalização e seus perigos para a saúde?
O taperense precisa saber o que está consumindo, principalmente quando paga barato demais pelo quilo da carne. E poderia explicar ainda o que acontece quando se consome carne sem procedência, afinal não se sabe como estava o estado de saúde do animal abatido, o local onde ocorreu o abate e como foi feito o acondicionamento do produto e seu transporte.
O jogador taperense Túlio Cerutti, do Arsenal de Não-Me-Toque, e que já defendeu o América de Tapera, é o novo diretor do Departamento Municipal de Desporto e Lazer (DMDL), órgão ligado à Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Desporto e Lazer (SMECDL), que promove e realiza os eventos esportivos em Tapera. Ele foi convidado pelo prefeito Ireneu Orth.
O Túlio, que conhece muito sobre futebol e é uma pessoa de fácil trato, tem tudo para fazer grande trabalho no DMDL. Resta saber se ele deixará o Arsenal, pois o Departamento ocupará boa parte do seu tempo, quase que diariamente, dia e noite.
Túlio Marcus Cerutti, profissional desde 1996, começou no América e passou por Sercesa e Pinheiro (Carazinho), Banespa (São Paulo) e os italianos Roma e Cagliari.
O Túlio poderia estar jogando no América neste ano, mas desencontros não permitiram que isso acontecesse, o que é uma pena. Tomara que no ano que vem isso aconteça, pois ele daria grande contribuição ao time do treinador Ronaldão.
Logo mais à noite (19), às 19h, na Câmara de Vereadores, Tapera começará a tratar sobre associações de bairro.
O assunto é muito importante e merece ser levado em conta pelos taperenses, pela força que pode dar a todas as comunidades do município e pela ajuda que dará aos governantes. É importante que se diga que, quando uma comunidade se une, decide o que quer para si e reivindica, o município avança, cresce.
O povo elege o seu governante sozinho na urna e depois, não importando se ganhou ou perdeu a eleição, não tem como reivindicar para a sua rua ou o seu bairro sozinho. Mas, em grupo, de forma ordeira, legal e organizado, terá força.
Então, que se comece a pensar de forma coletiva para se obter benefícios coletivos. Não é difícil. Basta alguém puxar a frente, convocar os moradores para uma reunião, definir uma diretoria e suas prioridades e começar a trabalhar por ela. As autoridades, vendo que esta comunidade está organizada e têm objetivos claros e que representa significativa parcela da população, fará o máximo para ajudar a melhorar a vida de todos, afinal naquela parte da cidade existem centenas de pessoas que pagam impostos, consomem produtos e utilizam serviços.
Mas, assim como se reivindica, uma associação também tem deveres e entre estes está o de sugerir aos governantes, atender quando for chamado para pensar e agir sobre o todo e resolver os seus problemas pequenos.
Mais uma coisa. Quando o município chamar para decidir sobre o todo, como nestas audiências públicas que a Prefeitura convoca constantemente, as associações tem a obrigação de se fazer presente. Também, dar sugestões que venham a melhorar a vida de todos. E quando se falar em orçamento, para decidir o que fazer com o bolo, as associações de bairros terão a oportunidade e o direito de sugerir ao Executivo onde aplicar o dinheiro. E tem coisa mais democrática do que isso?
Os taperenses devem se reunir e começar a trabalhar por eles, pois o que se começar em um bairro imediatamente estará refletindo nos demais. Tudo que for feito de maneira ordeira e organizada dá certo. Transforma.
Que se pense bem nisso. A oportunidade está ai. Que seja aproveitada pelos taperenses.
Na manhã da última sexta-feira (14/06), no gabinete da Prefeitura de Tapera, aconteceu uma reunião entre os oito prefeitos que integram a área de ação do Corpo de Bombeiros Misto de Tapera, com o comandante geral do Corpo de Bombeiros do RS, coronel Guido Pedroso de Melo, para falar sobre segurança pública. Participaram dela ainda o major Tomás Jackson Trindade Lopes e o capitão Edilson Góes, do CBRS, e a promotora de Justiça, Suzane Hellfeldt.
O objetivo do encontro era falar sobre a questão da segurança nos pavilhões, salões e clubes da região, após o incidente da boate Kiss, de Santa Maria, que vitimou 242 pessoas, entre as quais três taperenses.
Não se sabe ao certo o conteúdo da reunião e seus resultados, mas pelo que soube os prefeitos foram taxativos em suas colocações, mostrando toda sua preocupação com o endurecimento dos Bombeiros sobre as entidades que sobrevivem das poucas promoções que realizam anualmente. Estou esperando a conclusão da ata para falar mais sobre a questão.
E parece que a cabeça do comandante dos Bombeiros de Tapera, tenente Borella, foi novamente pedida ao comandante geral, como já foi feito em uma reunião em Selbach. Mas, será que o homem sai agora? Tentaram duas vezes, sem resultado. O comandante Borella é duro. E não o convidem para se sentar na mesa dos prefeitos da região. Ao que parece abuso de autoridade foi usada muitas vezes no encontro de sexta.
Uma coisa que os prefeitos e as populações destes oito municípios querem saber. No caso da intervenção de pavilhões, salões e clubes, a mesma é somente para eventos ou para eventos e utilização geral do local? Tem outras mais, segundo soube. Esperarei pela ata.
Pelo balanço que foi apresentado na sexta-feira (14/06), no Clube de Lagoa dos Três Cantos, pelo Núcleo Cultural (NC) daquele município, o lucro da Lagoafest 2013, realizada em março, foi de R$ 42.2334,66. E no caixa havia R$ 35,74. Seria este o lucro da festa de 2012? A diferença não é grande demais?
Na prestação de contas, o pessoal do NC revelou que, neste ano, diferente do anterior, foram entregues 1.800 pulseiras para que os três-cantenses pudessem entrar no Parque da Lagoafest, gratuitamente. Também, que 21 estandes dos 87 foram cedidos gratuitamente a empresas do município. Segundo levantado na reunião, o lucro deste ano poderia ter ultrapassado os R$ 90 mil. E tem mais. A Prefeitura repassou R$ 15 mil a menos para o evento do que no ano passado.