Alguém já reparou que no trevo da ERS 332, em Tapera, na saída para Lagoa dos Três Cantos, não é possível fazer o retorno? Quem sai de Tapera e precisar voltar, terá de ir adiante para retornar. E quem vem de Lagoa dos Três Cantos e quiser retornar, terá de ir até a Cotrisoja para fazê-lo. Não entendo nada de engenharia, mas sei que ela existe para facilitar a vida das pessoas. Ou não?
Parece que, lá no Salto do Jacuí, fizeram um trevo na rodovia que dá acesso à cidade, nas mesmas condições. Será economia? Que coisa!
Os vândalos ou os corruptos?
O que os espiões americanos achariam no seu e-mail?
O América/GF/Fepol/Marasca, jogando ontem à noite em Cruz Alra, contra a ACAF, perdeu por 3 a 2, e perdeu também a vice-liderança. O time saiu vencendo por 2 a 0. Ai fez água e perdeu o jogo. Depois falo mais sobre a partida.
Na segunda-feira (15), a Câmara de Vereadores de Tapera convocou a população para uma audiência pública a fim de tratar sobre a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). O evento aconteceu após a sessão ordinária do Legislativo.
Para tratar de um assunto tão importante como é a LDO, no plenário havia tão somente nove pessoas: cinco vereadores, dois servidores da Câmara e um secretário municipal. De público, da comunidade, apenas uma pessoa.
O Legislativo convocou o secretário Ivan Moesch (Fazenda) e as servidoras, Beatriz Teston e Claudete Wendling, para falar sobre a questão e esclarecer dúvidas dos vereadores e da comunidade.
Não quero me ater exclusivamente a esta audiência pública, mas todas as que já foram convocadas e igualmente estiveram vazias, com falta de público, sendo a comunidade a maior interessada, uma vez que se trata sobre uma matéria que lhe diz respeito: o orçamento, a arrecadação do seu dinheiro e aplicação do mesmo.
Mas, afinal, onde está o problema para este esvaziamento? Quem convoca uma audiência pública deveria antes informar a imprensa para que esta informe o povo. Ou o povo sabe da audiência e não se interessa por ela? Onde está o erro?
Nesta questão de audiência pública ainda, parte da imprensa taperense não ficou sabendo desta última. Eu mesmo, presente na sessão ordinária de segunda, não sabia dela. E não é desinformação da minha parte, porque nós não temos bola de cristal para saber de tudo.
Dias atrás Tapera tratou sobre as associações de bairro. Alguma já foi formada no município? Ou, ao menos, está se começando uma ou mais? Quando os bairros se unirem entre seus moradores, e participarem destas audiências públicas Tapera será bem outra. Pensem nisso.
Mais uma coisa. Não estaria na hora da Câmara de Vereadores de Tapera ter uma assessoria de imprensa? O Legislativo produz notícias todas as semanas, sendo a maioria de interesse da comunidade, assim porque não repassá-las à comunidade, via imprensa? Imprensa nunca foi despesa como se pensa na Casa. É um investimento, ainda mais que quem está lá ganhou acento amparado pelas urnas, pelo voto dos taperenses. Pensem nisso. Só haveria ganho a todos os vereadores.
Na manhã desta quarta-feira (17/07), uma equipe da Secretaria de Infraestrutura de Tapera estava trabalhando aqui na frente do jornal, podando árvores e, após recolhendo tudo com a ajuda de uma retroescavadeira, para carregar no caminhão que levaria tudo para fora da cidade. Os servidores, corretamente, colocaram cones sinalizando que havia trabalho na via, mas o fizeram em apenas uma mão. Enquanto olhava o trabalho, três carros passaram atrás da máquina, sem nada acontecer, Mas, vai que numa dessas um carro passa e a retroescavadeira, em manobra constante, dá ré e bate nele. Quem estaria errado? O operador não pode prestar atenção no movimento de veículos às suas costas, pois está concentrado na máquina, na concha e no caminhão.
São questões pequenas que, na maioria das vezes, causam grande dor de cabeça e que, fatalmente, sobra para que está trabalhando. Num caso desses, de poda de árvores, para segurança e bem estar de todos, deve-se fechar a rua (quadra) onde trabalham, nos dois sentidos.
A palavra é segurança.
Os gastos do governo brasileiro chegaram a R$ 1 trilhão.
Os Estados Unidos, maior potência econômica do mundo, tem 17 ministérios. O Brasil, País emergente, tem 39.
E todos estes ministérios dão resultados? E o que fazem a maioria deles, afinal?
O governo federal possui 22.417 cargos de confiança. Quais os resultados práticos disso?
Será que a presidente Dilma está vendo tudo isso? E vai deixar assim?
Tudo começou para valer com um protesto contra o aumento nas passagens de ônibus. Mas, logo o Brasil inteiro veria que não era apenas pelos R$ 0,20. As manifestações se multiplicaram País afora. Mais de um milhão de brasileiros saíram às ruas para cobrar escolas, hospitais e transporte público padrão FIFA e exigir ética na política. Desnorteados, Executivo e Legislativo se apressaram em enterrar emenda que impedia o Ministério Público de investigá-los, votaram lei que transforma a corrupção em crime hediondo, prometeram até uma constituinte exclusiva para se repensar o sistema eleitoral… Passado um mês, e aparentemente esfriado o ânimo das ruas, pouco ou nada fizeram desde então.
O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, publicou em seu blog artigo no qual propõe que o jornal Zero Hora seja distribuído de forma gratuita.
A sugestão é uma crítica ao posicionamento de ZH que se diz favorável ao passe livre para estudantes e desempregados.
Pimenta nos olhos dos outros é colírio.
Afinal, por que os médicos não querem vir para o interior? O salário não dever ser o motivo, pois são generosos na maioria dos municípios. Em alguns deles, por exemplo, o salário é maior do que o do prefeito. Será que não é pela questão da segurança profissional e da estrutura operacional do município? Pode ser, pois nenhum médico gostaria de ter o desprazer de perder uma vida por falta de equipamentos ou condições para o tratamento. Imagine perder alguém no interior, onde todo mundo se conhece, por uma falha que não é dele (do médico).
Esse problema ainda vai longe. E não mudará com a contratação de médicos cubanos. O problema no Brasil é bem outro. E passa por Brasília.
Mais uma coisa. Será que o problema da saúde no Brasil é o tempo dos médicos na universidade? Será mesmo?