Neste ano, são comemorados os 150 anos da chegada dos imigrantes italianos ao Brasil. No ano que vem, será o Rio Grande do Sul quem vai comemorar este sesquicentenário. Em 2025, também, Tapera comemorará 100 anos do monumento em homenagem a Dante Alighieri, que está instalado na Praça Central, construído pelos italianos que aqui aportaram, há mais de um século, para homenagear os 50 anos da vinda de seus antepassados para cá.
A imigração italiana no Brasil começou com a chegada do navio La Sofia, no Espírito Santo, no dia 21 de fevereiro de 1874, trazendo 386 italianos, vindos de Trento e Veneto.
As primeiras colônias de imigrantes italianos, no Rio Grande do Sul, foram fundadas, em 1875, nas cidades que hoje correspondem a Garibaldi, Bento Gonçalves e Caxias do Sul. Posteriormente, em 1877, foi fundada a quarta colônia da imigração italiana, onde atualmente é a cidade de Silveira Martins.
Com o passar do tempo, os italianos foram se espalhando por todas as regiões do estado, contribuindo na economia e na cultura gaúcha.
Eu sou 100% descendente de italianos: Crestani e Biazus, pelo lado paterno, e Conti e Bortoli, pela parte materna.
Aliás, a minha avó materna, Afonsa de Conti, veio de Florença (muito jovem), fugindo da guerra, para tentar a sorte no Brasil, assim como milhares de conterrâneos. Ela faleceu em 1987, aos 86 anos, em Tucunduva, onde está sepultada. Chamava atenção que ela sempre falava o italiano clássico.
O meu avô materno, Davi Antônio Bortoli, por sua vez, era brasileiro, filho de imigrantes italianos. Ele era professor e, hoje, em Tucunduva, existe uma escola fundamental que leva o seu nome, em sua homenagem.
Fico imaginando o quão era difícil a vida dos imigrantes quando chegaram aqui no estado: sem casa e sem comida, tendo que se arriscar, desbravando as matas, para sobreviver. Sem dúvidas, esse povo, assim como imigrantes de outras nacionalidades, foram verdadeiros guerreiros, que, com muita coragem e muita luta, conquistaram o seu lugar ao sol.
Por fim, espero que Tapera, que tem uma população de descendentes de italianos considerável, planeje alguma comemoração em homenagem aos imigrantes italianos, que contribuíram para a evolução do nosso estado e, também, do nosso município.
Nesta semana, o professor Gustavo Werlang, o “Perdiga”, esteve no vestiário do time da “casa” no Ginásio Poliesportivo de Tapera (RS), para ver como estavam os troféus conquistados pelo América nestes anos em que esteve ativo e ainda matar as saudades. Ele disse que ficou impressionado com o estado de conservação dos mesmos. Não concordando com o que viu, pegou todos eles, cobertos de excremento de pombos, e os levou até a quadra onde com um pano e álcool os limpou. Depois, aproveitou para bater uma foto tendo em vista que alguns deles ele ajudou a conquistar como preparador de goleiros, entre 2013 e 2019.
Depois de limpos ele levou tudo de volta ao vestiário colocando-os em cima do armário, escondidos do público.
Na foto estão os troféus de campeão da Série Prata de 2013, o de vice-campeão da Copa Lupicínio Rodrigues de 2014, as do tricampeonato da Copa Alto Jacuí de 2015, 2016 e 2017 e o do vice-campeonato da Copa Alto Jacuí de 2018. Ele sentiu a falta dos da Série Prata de 1996, a primeira grande conquista americana, e a do vice-campeonato da Série Prata de 2010.
O Perdiga me contou que fez essa limpeza por que eles fazem parte da história do esporte taperense feito sempre a muitas mãos com muito trabalho e competência da direção, da comunidade, dos torcedores e dos apoiadores, onde por muitos anos o América fez bonito nas quadras gaúchas. E ele acha, assim como eu, que estes troféus deveriam estar numa galeria na entrada do Poliesportivo para que os que lá forem vejam a força do futsal taperense de mais de meio século.
Vamos preservar a nossa memória esportiva, afinal temos muito o que comemorar e também a mostrar, modestamente.
Em tempo. O pessoal me pergunta quando o América voltará ao cenário estadual. Eu respondo que é difícil por que ficaram pendencias para trás.
“Não importa se vou para o Céu ou para o Inferno; tenho amigos nos dois lugares”.
Desconheço a autoria.
Que tal?
O suplente de Senador e ex-prefeito de Tapera (RS), Ireneu Orth, assumirá a cadeira de Luiz Carlos Heinze (PP) no Senado Federal. A notícia foi confirmada ainda na tarde da última segunda-feira (08/04).
Orth assume hoje (10/04) devendo ficar no cargo por quatro meses tendo em vista que Heinze se licenciou para tratamento de saúde.
Eu soube da notícia na manhã do último sábado (06), mas a pedido esperei a confirmação para divulgá-la.
Na sexta-feira (05/04), Ireneu Orth vindo do centro do Estado, pediu uma reunião com a direção do partido à noite, quando informou aos companheiros que haveria a possibilidade dele assumir a cadeira de Heinze, no Senado, tendo em vista que ele entraria em licença.
O ex-prefeito está sendo cortejado para concorrer a um quinto mandato em Tapera o que poderá ocorrer, até porque em agosto ele estaria de volta, e a campanha deste ano será novamente de 45 dias e a eleição será em 06 de outubro. A lei não o impede de concorrer.
No dia 21 de agosto do ano passado, aqui neste espaço, eu escrevi questionando o senador Luiz Carlos Heinze e o PP gaúcho para que fosse dada oportunidade ao Ireneu de assumir o Senado. Agora, menos de oito meses depois, isso acontece.
A ida de Ireneu Orth ao Senado será muito boa para ele e também para o município, região e Estado.
Parabéns ao Ireneu, uma das grandes lideranças gaúchas. Merecido!
Na tarde desta segunda-feira (08/04), iniciaram os trabalhos de melhorias no Ginásio Poliesportivo de Tapera (RS). Segundo o diretor de Comércio, Indústria, Turismo e Serviço da Prefeitura, Alexandre Durigon, os mesmos serão primeiramente na parte interna, com a o lixamento da quadra e posterior pintura. Num segundo momento, se trabalhará no telhado dando um fim às goteiras existentes. Uma empresa de fora virá para ver a questão e dar uma solução, possivelmente com a colocação de uma manta asfáltica. Também, serão colocadas proteção nos bancos nas arquibancadas e atrás dos bancos de reservas e arbitragem, uma exigência da Confederação Brasileira de Futsal (CBFS).
Sobre a iluminação, que é antiga e consome muita luz, Alexandre Durigon disse que a Prefeitura está vendo preço de modelos em LED para trocá-las.
Já o secretário de Administração, Stefano Simon, disse que na parte externa, no complexo esportivo que está sendo construído ao lado do Poli, iniciaram também os trabalhos de colocação das calçadas e plantio de grama, e tão logo estejam concluídas, será colocado areia nas quadras de vôlei para serem liberadas para uso.
O Ginásio Poliesportivo de Tapera vai receber jogos da Yeesco, de Carazinho, pelo Campeonato Brasileiro de Futsal, que iniciará em breve com a participação de 20 equipes. Os grupos já saíram, mas a tabela de jogos ainda não.
“Na vida, deixe pegadas… nunca cicatrizes”.
Desconheço a autoria.
Eu já escrevi sobre a Casa Nova, loja do meu avô, Vitório, que vendia de tudo na Avenida XV de Novembro, aqui em Tapera (RS). A empresa e a residência da família (ao lado), ficavam onde está hoje o Centro de Eventos.
Também escrevi que os prédios após serem sede da Prefeitura e da Câmara de Vereadores, no começo dos anos 1980, foram para os altos do Bairro Progresso, na nova Prefeitura.
Agora, repare na foto, que tem um garotinho fazendo xixi no portão, entre a loja e a casa de moradia. E quem seria ele? Essa foto é de 1954 e, por tanto, o menino deve ter hoje entre 75 e 80 anos.
Em tempo. A Prefeitura e a Câmara funcionavam antes naquele prédio que abrigou por anos o Supermercado do Bruno, na esquina da Avenida com a Rua Guido Mombelli.
Repare também que a Avenida ainda não estava pavimentada.
Essa eu vi nesta semana na internet. A reportagem mostrava policiais homens e mulheres da Baviera, na Alemanha, trabalhando sem as calças em protesto por não receberem os seus uniformes. A situação já dura quatro meses, segundo o sindicato dos policiais daquela região. Ainda, eles alertam o governo sobre problemas nos uniformes desde 2020.
E o governo, por sua vez, reconheceu o problema e atribui a situação a dificuldades junto a fornecedores e que vai resolver o problema o mais rápido possível.
Se fosse em qualquer outros país isso seria aceitável, mas na rica Alemanha isso soa muito estranho. Se na terceira maior economia do planeta acontece isso imagina como estão os demais países pelo mundo afora.
É, a crise é global.
“Não busque a Deus somente quando sua casa estiver caindo, busque a Deus para que ela não caia”
Desconheço a autoria

Na última quarta-feira (03/04) começou a ser instalado o tomógrafo no Hospital Roque Gonzalez aqui de Tapera (RS). A informação me foi passada pelo presidente Marcos Artur Gatto.
O equipamento foi tema de uma acalorada polêmica no município, uma vez que se foi atrás de recursos para a sua aquisição, tendo em vista que era uma necessidade e, após se obter o valor, houveram problemas com a sala que o receberia e o dinheiro acabou sendo usado para outros fins.
Como o Hospital tinha pressa na compra do aparelho, tendo em vista a reivindicação dos médicos contatados, ele bancou sozinho a sua compra sem ajuda de ninguém. Deu uma entrada de R$ 300 mil e financiou os restantes R$ 650 mil, totalizando R$ 950 mil.
Agora, uma equipe está instalando o tomógrafo na sala que foi diversas vezes vetada pela Coordenadoria Regional de Saúde, e tão logo esteja apto a entrar em funcionamento será feita a inauguração dele junto com os consultórios que o Hospital construiu na Rua Duque de Caxias.
As notícias são alvissareiras e torce-se para que se confirmem.