Blog do Sarico

Santa Clara parceira


O Supermercado Santa Clara de Tapera, parceiro do JEAcontece, ofereceu duas belas cestas de Natal, com produtos Santa Clara, para o pessoal do jornal.

Agradeço a gerente Cirlei Gatto pela deferência e pela grande parceria em 2017 e desejo que tudo se repita neste novo ano que começa.

Grande abraço a ela e à sua equipe.

Ano novo, cuidado com os golpes


O pessoal ligou para a redação do JEAcontece comunicando que receberam ligações solicitando dinheiro, naquele antigo e velho conhecido golpe do falso sequestro. É bom as pessoas ficar de olho, por que nestas horas dá “branco” na pessoa e ela embarca no golpe. Também é importante cuidar dos outros golpes, como o do bilhete premiado, por exemplo.

E lembre-se de uma coisa em 2018. Ninguém recebe dinheiro de graça e ninguém é obrigado a dar dinheiro de graça a bandido. Fique esperto.

O trânsito (doido) em Tapera


Há muito venho dizendo que transitar em Tapera (RS), tanto de carro como a pé, é complicado, por que o pessoal não respeita as regras e nem o próximo. Aliás, não sabe como deve se portar dentro de um veículo ou na via pública.

No último final de semana do ano, entre sexta e domingo, presenciei um monte de barbaridades no centro da cidade. E aí o cara que é motorista antigo fica pensando como é que esse pessoal tirou sua Carteira.

Bom, e se quem deve ensinar não o faz, aqui seguem algumas regras de boa convivência no trânsito.

1 – Pisca-pisca é para ser usado e serve para informar a quem vem atrás que destino você tomará. E quem vem em seguida deve observar bom espaço entre os carros.

2 – Espelhos também servem para serem usados e não para conferir se a beleza da beldade ao volante está em dia.

3 – No trânsito, a faixa de segurança, a preferência é sempre do pedestre. Mas, quem for pegá-la deve parar e se mostrar ao motorista e a sua intenção e não deverá vir correndo para atravessá-la. Às vezes, mesmo andando devagar, é difícil parar o carro a tempo e evitar acidente. Outra coisa. Faixa de segurança não é passarela. É para ser utilizada rapidamente.

4 – Na cidade existem ruas que são preferenciais e que precisam ser respeitadas.

5 – Velocidade acima de 40 Km/h é para estrada. Dirigir na cidade não é o mesmo que dirigir na estrada. E quando numa rodovia evite correr e ultrapassar onde não tenha visão: curva e subida. Mais uma coisa. Se bebeu não pegue o trecho, nunca.

Isso tudo não é nada complicado saber e praticar. Um bom motorista sabe disso e pratica sempre.

Coragem


No próximo dia 24, o TRF4, de Porto Alegre, julgará, em segunda instância, o ex-presidente Lula, sobre a cobertura do Guarujá (SP), que ele diz não ser sua, mas que a empresa que realizou a reforma, a Odebrecht, prestava-lhe contas, e que houve ainda desencontro nos recibos de aluguel. Em caso de condenação Lula poderá ser preso e não deverá concorrer à presidência, em outubro. Lembrando que ele foi condenado em primeira instância, pelo juiz Sergio Moro, a 9 anos e meio de prisão, por corrupção passiva e lavagem e dinheiro.

Acontece que tem gente presa por bem menos do que isso. Eu acho que o Judiciário não prendeu Lula antes por medo. Agora vamos ver se o pessoal da toga tem “bala” na agulha para se fazer mostrar. O Brasil, pelo menos os bons, esperam que se, as leis não funcionam neste País, que os juízes façam a coisa certa.

Agora, veja o que é democracia e liberdade de expressão. Eu, aqui posso questionar o Judiciário, sem medo, assim como os defensores dos envolvidos na Lava Jato questionam ele e a PF dizendo que não estão fazendo a coisa certa e que não sabem o que é um crime nem uma prova.

10 mandamentos para o Brasil que queremos


1 – Adotar o parlamentarismo como sistema de governo. O Brasil precisa sepultar o regime presidencialista, que se tornou prejudicial ao povo, concentrando poder e alimentando o populismo.

2 – Criar o verdadeiro federalismo. É fundamental descentralizar o poder, aproximando-o do povo, com voto distrital e o fim da transferência de recursos do governo federal para municípios.

3 – Criar servidores públicos movidos pelos princípios da meritocracia e da política de resultado. É preciso dar autonomia para o servidor público, e cobrá-lo por isso, responsabilizando-o pelos resultados.

4 – Transformar o Estado assistencial em um Estado prestador de serviço. O assistencialismo criou uma legião de dependentes das benesses estatais e, em vez de uma rede básica de proteção, temos um forte incentivo à vida parasitária.

5 – Acabar com o capitalismo de Estado e adotar a economia de mercado. O capitalismo de compadrio é o câncer de nossa economia, com grupos de interesses organizados em torno do poder em Brasília, para obter vantagens como barreiras protecionistas e subsídios.

6 – Integrar o Brasil à economia global e impulsionar a exportação. Manter nossa economia fechada significa blindar nossas empresas da competição global, o que impede nosso avanço.

7 – Educar os brasileiros para o mundo globalizado. Nosso sistema de ensino é um total fracasso, e não é por falta de recursos públicos. O aluno não aprende nada em sala de aula, e a ideologia tomou conta das escolas.

8 – Resgatar a cidadania participativa. Distanciar-se da política significa deixar o caminho livre para os grupos de interesses e os demagogos.

9 – Não abrir mão dos ganhos da globalização. A principal preocupação é com o nacionalismo, fazendo uma distinção entre ele e um patriotismo saudável, que pode garantir o sentimento de pertencimento aos indivíduos que compartilham de uma história comum.

10 – Resgatar a credibilidade do Estado, a virtude da política e a defesa da democracia e da liberdade. Basicamente um resumo dos demais mandamentos, fechando com uma mensagem de otimismo de que, juntos, as pessoas de bem podem derrotar a barbárie.

Se o Brasil seguir essa agenda liberal, então podemos voltar a sonhar com um futuro melhor para todos. Caso contrário seremos engolidos pelos parasitas. E o País caminha para isso, infelizmente.

Feliz 2018


Estamos no limiar de um novo ano e torço muito para que ele chegue e seja melhor do que foi este. O bom de 2017 é que atravessamos ele juntos e vivos, o que por si só já é uma tremenda conquista.

2017 teve seus altos e baixos e os baixos foram predominantes. E, sinceramente, não vejo uma luz no final do túnel para o próximo período e não vejo a coisa melhorar antes de um ano. O inferno atravessará 2018, acredito. E ainda teremos eleição, que poderá melhorar o quadro por certo período. Mas, a coisa vai além disso, pressinto, apesar de a televisão estar mostrando o contrário.

Assim, se você quiser o céu ou o inferno em 2018 dependerá somente de você e de como se portar na urna. Não tem outra maneira. Para chegarmos à tranquilidade que queremos somente através de duas formas: votando (bem) e trabalhando (muito).

E aqui vai um conselho para o novo ano. Em 2018 abra seus olhos e ouvidos e comece a prestar atenção às coisas ao seu redor e que de fato interessam ao todo. Vamos acordar e começar a exigir o que é nosso por direito de nossos governantes e políticos e não vamos nos contentar com migalhas empurradas à nós goela abaixo. E vamos mostrar ao mundo que somos um povo diferente do que ele pensa de nós.

Feliz 2018 a você e aos seus e que ele seja repleto de realizações e de transformações.

Estórias do rádio taperense


Algumas das estórias da antiga Rádio Gazeta de Tapera foram relembradas na revista dos 35 anos da Rádio Cultura. E o pessoal, pouco gaiato, não perdeu tempo de “cornetear” algumas das passagens que por ela foram lembradas.

Teve muitas estórias na saudosa Gazeta, mas a maioria é invenção, daquelas criadas em jantares e almoços, onde o pessoal resolve “pegar” no pé de alguém para animar a festa. E, uma inverdade dita várias vezes, acaba se tornando uma verdade. Os partidos e os políticos usam e abusam deste artifício a todo momento.

Enquanto funcionário da Gazeta, por quase duas décadas, posso atestar o que é verdade e o que é folclore. Eu mesmo passei por algumas saias justas naquele período. Das boas e que são verdadeiras tem duas: a troca do nome da falecida e o “branco” na hora da Ave Maria. Teve mais, mas tudo coisa de quem está aprendendo.

E para clarear. Aquela do que “O que ouve aí” é verdade, mas não foi comigo e tenho testemunha disso. E a do Renato Gaúcho também foi verdade e igualmente não foi comigo, tendo sido protagonista dela um ex-colega. Ele jura que não foi ele, mas eu ouvi.

Tem uma série de outras histórias que não foram contadas e que são lembradas esporadicamente apenas pelo pessoal da época, a boca bem pequena. Cada uma…

O Brasil quer saber


Sob a velha desculpa de garantir o estado democrático de direito os ministros do STF estão passando por cima da lei, da ética, da moral e do correto e decidindo por conveniência própria, o que é altamente temerário. Dá impressão de que os ministros estão querendo fazer parte do jornalismo, querendo aparecer.

O STF, a mais alta corte do País, muito em breve terá uma decisão muito importante nas mãos, que agradará parte do Brasil e desagradará a outra metade. Mas, vamos ver se aquele pessoal que foi investido no cargo por indicação política tem cacife para mostrar que de fato sabem e sabem fazer a coisa certa. Eu estou receoso quanto a isso.

Indulto


O presidente Michel Temer indultou alguns dos envolvidos na Laja Jato. Isso aí deu uma impressão de cumplicidade entre pares e causou um mal-estar na sociedade brasileira. Pelo menos entre aqueles que pensam.

E nem a PGR, nem as associações de magistrados e nem a grandiosa OAB se pronunciaram sobre isso. Por que não houve manifesto loquaz desta feita?

Definitivamente, lobo não come lobo.

Lembrei de uma frase da ex-primeira ministra britânica, Margareth Thatcher, acerca de um ministro que se avançou sobre o dinheiro público e foi exonerado exemplarmente: “Não há dinheiro público, há dinheiro das famílias. Que é retirado da mesa, do lazer da família”.

Ah, esse País… E esse povo…

O azarão saiu de cena


O Brasil começou a levar Jair Bolsonaro a sério neste ano. Ele se consolidou em segundo lugar em todas as sondagens de intenção de voto.

O cara é vendido como o candidato anti-Lula ou anti-PT, por excelência. Resta saber se vai desinflar caso o petista seja condenado e não se candidatar.

Na Justiça, Bolsonaro colheu uma condenação: terá de pagar R$ 10 mil a Maria do Rosário, por fazer considerações, em 2014, sobre a deputada e o estupro. Ainda há duas ações penais sobre o caso correndo no STF.

Inquéritos, indiciamentos, denúncias, condenações motivadas por atos de corrupção? Zero, até o momento. Eis seu trunfo junto a um eleitorado cansado de roubos e mentiras, em todas as classes e em todos os níveis.

Não importa o resultado que Bolsonaro colherá nas urnas em 2018. Ele deixou de ser visto como azarão.

E é o único político que consegue ser aplaudido por onde passa. Sua maior dificuldade neste momento é ter um partido para chamar de seu.

Ano que vem, o segundo turno terá Jair Bolsonaro. Resta saber contra quem será o embate e quais partidos estarão ao seu lado.