Nesta manhã, chegou até mim cópia da nota de esclarecimento que a ALAF divulgou na sua página no Facebook, para seus patrocinadores, torcedores e comunidade lajeadense, a respeito da briga no último sábado (28), em Lajeado, quando do jogo entre ALAF e América, pela Liga Futsal Gaúcha. Li aquilo e, confesso, eu ri. Segundo ela, a briga teria começado por que os dirigentes e torcedores do América se recusaram a trocar de lado no intervalo do jogo e, na sequência, teriam ofendido a honra do pessoal de lá. Olha, conhecendo o grupo americano como conheço, não acredito que tenham feito isso e começado a confusão que foi muito bem registrada pela televisão/internet. Tento imaginar eles ofendendo e batendo em alguém. O pessoal daqui é chato, muito chato, sabemos, mas somente durante a partida, e sem ofensas e agressões, mesmo na derrota. Enfim, o que houve em Lajeado foi um fiasco incomensurável que deverá ser punido com rigor pela FGFS para que o Campeonato não se apequene. Já tivemos o melhor futsal do País e hoje lutamos para que ele retorne, mas com atos desta natureza, aliado à nossa capenga economia, isso vai demorar um pouco mais.
Entendo a posição da ALAF, mas o remendo ficou pior que o soneto. É típico do ser humano errar e transferir a culpa para os outros. Agora, perder um jogo em casa, de virada, de goelada e com televisionamento é compreensível tudo que aconteceu e as imagens das câmeras e celulares falam por si só. Pela grandeza do nome da cidade de Lajeado, da grande universidade, que patrocina a equipe e empresta seu ginásio a ela, e da própria ALAF, assumam o erro cometido, quando treinador e jogadores surtaram após a partida, literalmente, não sabendo perder em quadra.
Se acontecesse algo assim aqui em Tapera eu não iria mais ao Poliesportivo.
A propósito. Houve agressão em Lajeado e soube agora que um BO foi registrado e que a coisa parte para a esfera judicial e que haverá “respingos”. E também consequências.
Agora, como diz um amigo: “foi um senhor de um ‘arrodião’ sábado”.
Nesta manhã, dando uma volta pela cidade, chamou minha atenção o preço do litro da gasolina em Tapera (RS). Nos quatro postos de combustíveis encontrei quatro preços diferentes. Entre o menor e o maior a diferença de preço era de R$ 0,24. Os preços nas bombas: R$ 4,55, R$ 4,69, R$ 4,78 e R$ 4,79.
Menos mal que em Tapera não existe cartel, acordo explícito ou implícito entre concorrentes para, principalmente, fixação de preços, e que detona o consumidor. Ponto para nós.
Por outro lado, está muito alto o preço da nossa gasolina. E a culpa toda é dos impostos, da fome do governo que gasta demais e mal.
Mas, um dia o Brasil se encontra, com a nossa ajuda, do povo.
No sábado (28), no Centro de Eventos Tapera, aconteceu o 2º Rock’n Tapera. O belo espaço do Centro da cidade não lotou, mas reuniu um seleto público, gente de muita fé. O pessoal viu e ouviu quatro bandas taperenses: Boffroll and The Regular Citizens, Jack Daniels, Parafernália e The Mohicans e, de lambuja, curtiu um show inesquecível com a gaúcha Acústicos & Valvulados.
As quatro bandas locais fizeram grandes apresentações com músicas nacionais e internacionais que emocionaram, todas conhecidas do público que acompanhou a todas elas.
A noitada começou com Parafernália, passando por Jack Daniels, Boffroll e Mohicans e acabou com a Acústicos & Valvulados, já de madrugada, cantando seus grandes sucessos de quase três décadas de estrada. Um baita de um programão.
E, enquanto a A&V passeava pelo grande palco do CET, eu analisava nossas bandas e montei duas formações que gostaria de velas tocando algum dia. Depois escrevo sobre isso.
O vocalista e líder da Acústicos & Valvulados, Rafael Malenotti, teceu grandes elogios ao CET. Segundo ele, banda que não sai bem nele é por culpa sua, referindo-se ao local e a tecnologia e acústica existentes na sala.
Enfim, quem foi à festa do rock viu algo diferente, pois não se tem notícia de uma cidade, pelo menos aqui na região ou nas cercanias, com quatro belas bandas roqueiras e todas com grande talento. A espera agora é para o próximo, o 3º, afinal o próximo sempre é melhor.
E viva a Cidade do Rock.
E o América segue sua senda de vitórias, como diz a letra de um hino sagrado de um time aí. Desta feita a vítima foi a ALAF, em Lajeado, de goleada e de virada. Que tal? A equipe taperense é pequena, mas peleia feito gigante.
No sábado não esteve bem no começo da partida, mas depois as coisas foram acontecendo, com o grupo focado na vitória que veio na segunda etapa. Com mais esta vitória o alvi-rubro se mantem na vice-liderança, na frente de Atlântico e Assoeva, equipes que disputam a Liga Nacional. É mole?
Não vi, nem escutei o jogo, mas pelo que me falaram a equipe foi muito bem e se superou em quadra mais uma vez. Aí tem a mão do treinador, dentro e fora da quadra. E um elenco com meta e rumo definidos, o que é maravilhoso.
Ao final da partida, houve uma confusão no lado de fora da quadra envolvendo dirigentes e torcedores americanos e da ALAF o que é lamentável. Agora, perder um jogo em casa e também a cabeça… Isso pode acontecer em qualquer competição, mas jamais na elite do futsal gaúcho. E tudo devidamente filmado. Nada, mas nada justifica uma briga campal com estrelas de primeira grandeza. Vamos ver o que a Federação fará, por que se deixar assim a competição vira esculhambação.
Gabriel Gurgel, com os três gols marcados no sábado, passa Anderson Negão e é o novo goleador do time na temporada com 12 gols. AN tem 11, Valença 10 e Matheus Gaúcho 9 gols.
Agora, o América folga neste final de semana e volta à quadra no dia 11, em Sobradinho, contra a AES.
Com essa campanha o América briga para ficar entre os quatro faltando 9 rodadas para o término da 1ª fase. E nunca esquecendo que apenas a ACBF está à sua frente.
Estamos fazendo história novamente.
Neste sábado (28), no Centro de Eventos Tapera, tem o 2º Rock’n Tapera e, de lambuja, show com Acústicos & Valvulados. Imperdível!
E no palco quatro bandas aqui da terrinha: Boffroll & The Regular Citizens, Jack Daniels, Mohicans e Parafernália.
Todo mundo no CET, sábado.
O pessoal fala que o Paraguai é isso e que é aquilo, mas os caras lá estão se esforçando para transformar o País em uma nação séria e competitiva. Pelo menos na agricultura. E aquele Paraguai que você conhece da ponte, das bugigangas chinesas e tudo mais, é bem diferente daquele distante de 30 quilômetros dali. Tive a oportunidade de conhecer a coisa toda lá e sei o que digo.
E tem mais. Enquanto no Brasil o salário mínimo é de R$ 954,00, no Paraguai ele é de R$ 1.487,71. Enquanto gasolina está R$ 4,49 o litro no Brasil, no Paraguai ele custa R$ 3,30, isso sem produzir uma gota de petróleo e o valor poderia ser bem menor não fosse a constante desvalorização do real. Que tal? Existem muitas outras comparações que poderiam ser postas sobre a mesa.
Peguei a manha de como lidar com a Justiça brasileira. É bem simples e, inclusive, já estão fazendo. É assim: se alguma coisa não dá certo vai lá e faz ela (o caso) de novo e em dobro. Os juízes, desembargadores e ministros vão adorar, pois não existe processos em atraso no Brasil.
E falando em justiça, o maior problema que o País enfrenta no setor não são as leis, mas o entendimento dos homens e mulheres de toga. Eles, num mesmo caso, podem dar várias interpretações. E ao povo, que banca seus salários e benefícios, que não são poucos, cabe apenas aceitar.
Veja como são as coisas. Neymar, que esteve no ano passado na lista dos melhores jogadores do mundo ficando em terceiro lugar, neste ano não foi nem relacionado. Também, com o que apresentou na Copa da Rússia.
Ai seus defensores vão lembrar de sua lesão. Pode ser, mas o carinha não fez nada na Copa. Nem empurrado pelo Galvão Buenos e seus companheiros e pela Globo o rapaz andou. Só caiu.
Na verdade, o Neymar está pensando agora em duas coisas: na fortuna amontoada, que não para de crescer, e na feiosa da Bruna Marquezine. Agora, só falta ele se desgostar com a bola. Conhecemos casos assim, inclusive no Brasil.
E falando em Copa do Mundo e Globo. Ela já foi pesquisar na França o que os franceses estão fazendo para terem sido campeões do mundo pela segunda vez? Sim, por que quando a Alemanha aplicou 7 a 1 no Brasil, aqui, ela ficou meses falando da Alemanha e da “revolução” do seu futebol. Visto o praticado na Rússia, bota revolução nisso.
E o América, hein? No sábado à tarde, recebeu um dos bichos papões do futsal gaúcho e brasileiro, o Atlântico, e não tomou conhecimento do seu tamanho e poder de fogo indo logo para cima e mostrando suas armas. O time do Morruga, marcando bem e atacando muito, venceu o Galo por 4 a 2, com gols de Matheus Gaúcho (2), Gabriel Gurgel e Valença. Café descontou para o time visitante. Com este resultado o América ultrapassa o Atlântico e se acomoda na segunda colocação, na frente do time erechinense.
Depois do bom jogo contra a ACBF, o treinador Morruga preparou sua equipe para enfrentar o outro grandão gaúcho. E a maneira como ele a posicionou e a proposta de jogo, deram certo. E bota dar certo nisso, afinal o Atlântico tem um baita de um time e três bons quartetos, enquanto o América luta muito com pouco mais de um. A diferença entre as equipes é gritante, mas no final das contas valeu a competência em quadra. E desta feita, o América deu um corridão no adversário, cuja vitória entra para sua história.
E desta vez o Morruga venceu o jogo e não reclamou do time. Deve ter gostado muito de sua equipe. Também, com uma vitória dessas, contra quem foi e ainda com televisão…
Agora o América pensa na ALAF, no sábado (28), em Lajeado. Com uma vitória o time permanece na 2ª colocação. E que campanha essa.
A televisão poderia vir mais seguido a Tapera. Afinal aqui dá bons jogos. E surpresas também.
Em tempo. A Iluminação do Poliesportivo estava muito boa, diferente do jogo contra a ACBF. E até o banheiro das cabines de imprensa estava limpo. Com ou sem televisão, o Poliesportivo de Tapera deve estar sempre um brinco, afinal é um dos nossos cartões de visita. E o interessante é que os grandes times vêm para cá e, mesmo jogando em grandes centros brasileiros, o pessoal se admira com a imponência no ginásio taperense.
Quando Falcão foi vendido para a Roma, em 1980, o time italiano pagou U$ 1,5 milhão ao Inter. Recentemente, 38 anos depois, o Grêmio vendeu Arthur ao Barcelona por U$ 120 milhões. Que tal? O futebol é mesmo uma ilha da fantasia.
Aliás, nesta ilha estão os jogadores multimilionários e ao reder dela o povão que banca toda essa loucura comprando artigos esportivos do seu clube e indo ao estádio. O dia que essa ligação acabar o futebol terá que tomar uma decisão: ou volta a ser um espetáculo popular ou termina.