No próximo domingo (28) tem eleição de segundo turno, onde o Brasil definirá quem será seu próximo presidente e seus governadores. Antes, nesta terça-feira (23), o IBOPE divulga sua segunda pesquisa de intenção de votos, lembrando que na primeira Jair Bolsonaro tinha 59% dos votos válidos contra 41% de Fernando Haddad.
E vamos esperar pela pesquisa de boca de urna que dirá bem certo como o brasileiro votará naquele dia. Na última, deu Bolsonaro com 45% e Haddad com 28%, uma diferença de quase 20 milhões de votos. Será que mudou alguma coisa?
E aqui no Estado, pelo andar da carroça, Eduardo Leite com 59% dos votos válidos deverá apear José Ivo Sartori, com 41%, do Piratini. O engraçado é que os índices são iguais para presidente e para governador do RS.
O Brasil acena por mudanças galopantes. E aqui no RS, será que fica ou troca? A ver.
O América foi à Uruguaiana neste sábado (20) e levou uma chinelada da Uruguaianense ao perder por 4 a 0, no jogo de ida da 2ª fase. Escutei o jogo pela Rádio Cultura de Tapera e o time não foi bem. Não apresentou aquele futebol força que o emplacou como a terceira força do futsal gaúcho. Ainda bem que não existe gol qualificado por que senão, no dia 02/11, o time teria de vencer por uma diferença de 5 gols para classificar. Assim, terá de vencer no tempo normal e empatar a prorrogação, vantagem adquirida pela campanha na competição.
Os colegas da Cultura disseram que a direção da Uruguaianense lhes disse que o time não virá a Tapera no dia 02, para o jogo de volta. Vem polêmica das grandes por aí.
No jogo aqui em Tapera, no dia 02/11 ou em outra data, o América deverá fazer prevalecer o mando de quadra e também a sua dimensão e seu momento. E a torcida deverá fazer sua parte na arquibancada em grande número e bem barulhenta.
Em 23 jogos na competição, em apenas 4 jogos o América passou em branco no marcador na temporada.
O América tem tudo para passar à 3ª fase (semifinal). Basta querer.
O inexpressivo PSL, que mais parece sigla de órgão ligado à Saúde, nesta eleição fez 4 senadores e 52 deputados federais, tornando-se a segunda maior bancada do novo Congresso Nacional, atrás apenas do PT, com 56. Mas, como pode um partido nanico fazer tudo isso e deixar siglas tradicionais como MDB, PSDB, PP, PDT e PTB para trás? Simples: Jair Messias Bolsonaro.
Bolsonaro aproveitou o momento certo para entrar em cena, exatamente quando a maioria dos brasileiros não comungava mais com a doutrina petista e a corrupção. Assim, quando o viu se posicionar, falando sua linguagem, o “adotou” na mesma hora e as coisas estão acontecendo. E ainda não acabou. Pelo andar da coisa poderemos viver um novo momento histórico no Brasil: a maior diferença em percentual da história de nossa democracia.
Jair Bolsonaro, acusado de machista, racista e homofônico, está massacrando o PT e toda sua gigantesca estrutura, inclusive a financeira, fazendo mágica pelo tamanho e peso entre os partidos. Ele consegue tal façanha com 11 segundos de tevê, sem dinheiro, sem debate e sem poder fazer viagens devido à facada recebida. Como pode alguém estar fora de uma eleição e aumentar a cada dia nas pesquisas? Expliquem isso.
Agora, é importante que se diga que essa maioria que aposta nele para mudar, para virar a página, vai querer que ele comece as mudanças já no primeiro dia de governo lhe dando saúde, educação, segurança e empregos. E espera também que essa luta travada hoje não seja só para sacar o PT do poder. Os brasileiros querem o que lhe é devido e apostam tudo em JB.
Nos meus 57 anos, nunca imaginei que um político do baixo clero aparecesse, falando a mesma linguagem do povo, e colocasse os grandes partidos e seus caciques de joelhos. Nunca! E, pelo visto, os militares voltarão ao poder, desta feita carregados pelo povo. Isso eu também nunca imaginei. Lembra do DIRETAS, JÁ! Pois é…
O gaúcho não carrega uma bandeira política e a cada eleição leva uma diferente, levando sempre em conta a melhor proposta. E ele sabe o que quer para si e para o Estado: resultado e futuro. Tudo para ontem.
Pois, nesta eleição, tendo em vista os últimos acontecimentos e observando de perto as ações e opções de seus políticos, a gauchada resolveu trocar. E quando o gaúcho quer mudar não tem quem o faça demover de sua ideia.
Nesta eleição, nosso povo resolveu renovar em Porto Alegre e em Brasília e o fez sem o menor constrangimento, deixando muitos medalhões de fora. Na Assembleia Legislativa a mudança foi de 54% e na Câmara dos Deputados de 62%. Que tal?
Ah! Se todos os brasileiros fossem como os gaúchos…
Em tempo. Dos quatro gaúchos candidatos a vice-presidente dois deles foram para o segundo turno, o que é maravilhoso para a boa terra. E torço muito por um deles.
A pedido da revista eletrônica Crusoé o Instituto Paraná fez uma pesquisa que apontou Bolsonaro com 60,9% das intenções de voto (válidos) e Haddad com 39,1%. A vantagem subiu para 21,8%.
Já o RealTime Big Data pediu uma que apontou Bolsonaro com 60% e Haddad com 40%, aumento de 20%.
Neste ritmo, até o dia 27, assistiremos ao maior massacre eleitoral da nossa democracia.
Dirigentes da ALAF (Lajeado), ASIF (Ibirubá), Guarany (Espumoso) e SASE (Selbach) se reuniram na última quinta-feira (11), na Câmara de Vereadores de Selbach, para tratar sobre a Liga Gaúcha Futsal, que não estaria correspondendo aos anseios dos clubes pequenos participantes da Série Ouro. De acordo com o presidente da SASE, Mano Nicola, as equipes querem, primeiramente, a eleição de um novo presidente para a LGF, uma vez que o cargo se encontra vago, tendo em vista que o atual teria desaparecido, segundo ele. Para isso, o dirigente selbachense invoca o artigo 29º dos estatutos da entidade.
Mano Nicola revelou ainda que os clubes participantes da Série Ouro foram convocados para uma reunião extraordinária, a ser realizada no próximo dia 25 (quinta-feira), em Lajeado, no complexo da Univates, para tratar da eleição do novo presidente da Liga e de mudanças que venham a beneficiar as equipes pequenas.
Vamos aguardar para ver o que virá por aí. O certo é que não dá para fazer campeonato sem os pequenos.
Nesta terça-feira (16), no intervalo de Brasil e Argentina, a Globo mostrou o treino do “Corintia”, que decide em casa, nesta quarta-feira (17), com o Cruzeiro, a Copa do Brasil, e o estádio estava lotado, como mostra a foto. Isso às 16h. Mas, aquele pessoal não trabalha? É igual as manifestações políticas pelo Brasil a fora. A qualquer hora do dia tem uma porção de gente em eventos. Como é isso?
Deve ser os 10 milhões de desempregados que tem no País. E, claro, esse pessoal deve ter dado uma pausa na procura por trabalho para ver o “timão” treinar.
O Brasil, que não consegue “decolar”, tem um porquê.
Pela pesquisa do IBOPE, divulgada nesta segunda-feira (15), dando a Jair Bolsonaro 59% dos votos válidos e 41% a Fernando Haddad, a eleição está praticamente definida e somente uma hecatombe poderá tirar a vitória do candidato do PSL.
Sem tevê, sem debate, sem dinheiro, sem contato popular, sem viagens e sem partido, Bolsonaro não para de crescer na preferência popular. Até sua rejeição vem baixando. O Brasil quer mesmo mudar, virar a página.
Na tarde passada, por volta de 13h, trafegando pela ERS 223, indo para Linha São Rafael, interior de Tapera (RS), onde aconteceria a abertura do Campeonato Municipal de Futebol 7, naquela reta do motel, quase no seu final, um Gol preto, lotado, passou por mim em altíssima velocidade. E no sentido contrário vinha um Clio prata, com um casal e uma criança sentada na cadeirinha no banco traseiro. Se eu não vou para o escoamento, o Gol batia de frente no Clio. Imagine a m…. que iria dar. Quando o VW passou comecei a buzinar e a fazer sinal de luz para aquela ameba que o conduzia. Ele aumentou a velocidade e foi-se.
Na batida que daria quem iria se dar mal, com toda certeza, seria a família do Clio. É sempre assim. Na maioria das vezes quem faz a porcaria não morre.
Agora, um cara que faz uma coisa dessas com a família junto tem titica na cabeça.
Pelas pesquisas de segundo turno que estão saindo por aí, Jair Bolsonaro estaria na frente com 59% dos votos válidos. Fernando Haddad teria 41%.
Nesta segunda-feira (15), o IBOPE divulgará a sua primeira pesquisa no segundo turno.
E essas pesquisas não são confiáveis e isso ficou comprovado no primeiro turno. Elas deram um número aos candidatos ao longo da campanha e após, a de boca de urna, deu bem outra.
Vamos ver amanhã quem é quem nesta história toda e quem os brasileiros querem para seu presidente.