Blog do Sarico

Choradeira


Mas, o que tem de gente chorando neste País por conta da eleição do Bolsonaro.

E o homem nem assumiu e já estão projetando o apocalipse para o Brasil. Mas, deixem ele assumir e começar a trabalhar. É preciso dar um tempo a ele para se ajeitar, no mínimo 1 ano.

A propósito. Quem projeta o caos bem que poderia dar os números da próxima megasena.

Não deu


A AEU veio a Tapera nesta sexta-feira (02), para o jogo da volta, e levou a beldade do baile para a Fronteira ao vencer o América na prorrogação (1×0), quando valia de verdade. Pelo que apresentou nos 50 minutos, mereceu, pois, executou aquilo que se propôs: matar o anfitrião numa bola. Foi competente e está na semifinal, com méritos, afinal tem um bom elenco.

O América, time com um quarteto e meio, até que tentou a classificação, mas não foi competente. Venceu (3×1) e convenceu no tempo normal, mas na prorrogação, quando não podia errar errou e pagou caro por isso. O time, que arriscou muito nos 40 minutos, nos 10 arriscou muito pouco, preferindo o toque de bola com o goleiro linha perdendo preciosos minutos.

Com o Poli lotado, acredito que um dos maiores públicos da competição, se não o maior, o América cometeu algumas falhas na prorrogação que selaram seu destino: desatenção ao tomar o gol, não aproveitamento da 7ª falta com mais de 12 minutos de jogo e o gol perdido faltando dois segundos para o final dos 10. Em síntese, o América perdeu para ele mesmo, por que não fez o mesmo jogo do tempo normal, talvez pelo cansaço. Mas, se tivesse agredido tinha classificado.

O Comando Vermelho fez a sua parte de maneira exemplar. Fez muito barulho e mostrou como se faz torcida, sem excessos. Foi, sem dúvida, um dos pontos altos desta bela história.

Agora é pensar em 2019, se o time vem ou não, tendo em vista que seus diretores tiveram de bancar a equipe neste ano sem o apoio prometido. Se tiver dinheiro ano que vem o América sai, do contrário, se este mesmo pessoal tiver de botar a mão no bolso, o time prolonga as férias.

Num balanço geral, pelo que tinha e realizou, a campanha americana neste ano foi irretocável. Parabéns a todos.

Hoje é dia de classificação


Logo mais à noite, no Poliesportivo de Tapera (RS), o América recebe a Uruguaianense no jogo da volta da 2ª fase da Série Ouro. No de ida, em Uruguaiana, o time levou 4 a 0, e agora, para passar à 3ª fase, à Semifinal, precisa vencer no tempo normal e empatar na prorrogação. Vai ser o jogo do ano do América. E, se classificar, continua sendo a quarta força do futsal gaúcho. Que moral!

E tem gente que não consegue entender como um time de uma cidade minúscula, mas bonita e charmosa, com um elenco apertado e contando moedas, conseguiu se classificar em 3º na 1ª fase da elite gaúcha. Até nós, taperenses, nos surpreendemos com isso, se comparado com outras equipes da Ouro onde sobra dinheiro, mas teve merecimento pelo trabalho realizado, pela seriedade e dedicação de todos. Esta condição foi um prêmio pelo modo como o time se portou ao longo do Campeonato. E jogando bola.

A Uruguaianense vem aí procurando estragar a festa taperense, mas vai ter que fazer muita força se quiser levar a beldade do baile para casa ao final. Primeiro, terá de sobreviver ao calor da panela de pressão em que o Poli se transforma.

Feira do Comércio abre hoje à tarde


Nesta sexta-feira (02), às 16h, abre a 2ª Feira do Comércio de Tapera (RS), que se estenderá até domingo (04), no Centro de Eventos e também na Avenida XV de Novembro. E o pessoal vai encontrar muita coisa boa e bonita lá.

Neste final de semana, todos os caminhos levam a Tapera.

E lembrando que, quem tiver produto, com preço e condição, vai vender e garantir o final do ano. O pessoal tem dinheiro, mas devido à economia, está aprendendo a gastá-lo com a razão e não mais com os olhos.

Boas vendas e boas compras a todos.

De Curitiba para Brasília


O juiz Sérgio Moro aceitou o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Os dois acreditam que o magistrado atuando em Brasília, no foco da coisa toda, teria mais poder para continuar torpedeando a corrupção, os corruptos e também a impunidade no Brasil.

O juiz Sérgio Moro é uma figura que entra para a história pelos seus feitos. O cara simplesmente, de peito aberto, enfrentou o sistema, eu disse o sistema. E o venceu. E ainda prendeu figurões e fez impérios econômicos se curvarem.

Com isso, Moro abandona a Lava Jato, que deverá terminar em menos de dois anos. Em seu lugar entrará sua colega Gabriela Hardt, que é da mesma linha dele. E será ela quem ouvirá Lula, ao vivo, no dia 14, sobre o Sitio de Atibaia.

Uma coisa que me pergunto. Será que o novo governo brasileiro vai engavetar processos como fizeram os últimos governos? Com o Moro no MJSP e o Bolsonaro no Planalto? Duvido.

Ah! No centro do País já falam em Sérgio Moro para 2022. Que tal?

Bolsonaro, presidente do Brasil


Quem um dia imaginou que um partido nanico fosse vencer um gigante em uma eleição presidencial no Brasil? E quem imaginou um dia que um desconhecido, sem brilho nenhum no Congresso Nacional, surgisse do nada para dobrar o PT e toda sua estrutura? Eu, jamais imaginaria isso. E foi o que aconteceu no último domingo (28), com o PSL e com Jair Bolsonaro, eleito 38º presidente brasileiro. Na verdade, deu a lógica nesta eleição. E do começo ao fim. A dúvida sempre foi a diferença de votos.

Bolsonaro não era o candidato ideal para presidir o Brasil, mas os rumos que o País tomava, bastante perigosos, foi o que se apresentou perante a população e falou o que ela queria ouvir, e ela o “adotou” no mesmo instante e o seguiu até o final pelo fim da corrupção e por segurança, por mudanças, afinal esse modelo governamental não era mais o ideal para os brasileiros e uma forte rejeição se criou em quatro das cinco regiões do território nacional.

O novo presidente, além de combater a corrupção e melhorar a segurança, não deverá esquecer da saúde, da educação, da geração de emprego e das reformas que o País tanto necessita, enfim terá de fazer o Brasil caminhar para frente. E de forma acelerada, pois não há mais tempo a perder. E que ele, o Brasil, comece a voar como voam as grandes aves: com seus pares, alto e longe.

O PT, quando criado nos anos 80, ajudou a lutar contra os militares pedindo democracia ao Brasil, e mais de três décadas depois, pelo voto direto, este mesmo povo reconduz os militares ao Palácio do Planalto. Quem imaginaria isso um dia? Eu, jamais. Como é a vida, não?

E que Deus, que fez parte da campanha de Jair Bolsonaro o tempo todo, seja de fato nosso conterrâneo neste momento conturbado que vive a nação e o ilumine e também o seu pessoal técnico, afinal não podemos mais errar. E chega de bancarmos ditaduras fracassadas, de mentiras e de canalhas enriquecendo às custas do povo.

América, a hora da verdade se aproxima


Nesta sexta-feira (02), feriado de Finados, o América fará seu jogo do ano, no Poliesportivo, contra a Uruguaianense. O time foi para a Fronteira, no jogo de ida, e perdeu por 4 a 0, e agora, joga por uma vitória simples no tempo normal e empate na prorrogação para passar à semifinal (3ª fase). E se passar ficará novamente entre os quatro melhores do Estado. Que tal?

Sexta-feira, o taperense não tem outro caminho, nem outro compromisso, que não seja o Poliesportivo e com o América. Vamos mostrar nossa força e coragem e que não estivemos no alto da tabela, vistos com a cabeça para cima, por pura sorte, sem importar nossas “medidas”.

E neste jogo derradeiro de 2018, onde os homens serão separados das crianças, que vença o melhor, na bola e sem conversa fiada e choradeira.

Lua de mel com Bolsonaro


A imprensa brasileira é rápida como o trem bala japonês.

Os jornais já estão em lua de mel com Jair Bolsonaro, após bater nele a campanha toda.

JB disse que vai diminuir a fatia do bolo da publicidade oficial da União e cobrar quem deve ao governo.

E tem muita emissora de televisão e jornal neste País em débito com suas obrigações fiscais. E os valores são consideráveis. Essa briga será épica.

O maior movimento da história do Brasil


O antipetismo derrubou Dilma Rousseff, garantiu que Lula continuasse preso e, agora, foi às ruas para eleger Jair Bolsonaro com uma grande votação para um político do baixo clero e de um partido nanico.

O antipetismo é o mais importante movimento popular da história do Brasil, indiscutivelmente.

E o PT fez de conta que não entendeu o recado das urnas. Mano Brown estava coberto de razão.

Não é o Bolsonaro, nem a mídia, nem o WhatsApp, nem ninguém. Foi o contexto todo, pelos resultados alcançados nos últimos anos. O encantamento foi desfeito.

Mudanças eleitorais


Nesta eleição, que foi completamente diferente das demais, seis coisas ficaram muito bem claras: 1 – Tempo de televisão não ganha mais eleição. WhatsApp, sim, 2 – Debate não ganha mais eleição, 3 – Partido grande não ganha mais eleição, 4 – Figurão não ganha mais eleição, 5 – Pesquisas de intenção de voto não são confiáveis e 6 – O Brasil quis mudar, pois estava descrente e descontente.