Depois de longa negociação, Ban renovou com o América. O goleiro havia recebido uma boa proposta do Guarany, de Espumoso (RS), mas preferiu ficar em Tapera (RS).
Ban, junto com Nuno, são os únicos atletas americanos que tem seu rosto estampado em faixa da torcida Comando Vermelho, mostrando sua identificação com o clube.
Exatamente pela faixa é que não conseguiria ver o Ban fora do América.
As contratações americanas não pararam, soube.
E vamos para as competições: Copa Sicredi e Série Ouro.
O presidente Jair Bolsonaro discursou ontem no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, e, apesar de ser um discurso de 6 minutos, considerado curto, saiu-se muito bem na minha visão. Ele falou o que os grandes líderes mundiais queriam ouvir, pois todos estavam curiosos para conhecer este novo Brasil e desembarcar nele. O pessoal gostou da manifestação. Só a imprensa brasileira e a esquerda mundial não gostaram. Aliás, a eleição ainda não foi esquecida.
Só não estiveram em Davos, ontem, os presidentes dos EUA e da França e a primeira-ministra britânica. O presidente francês já conversou com Bolsonaro e Trump dos EUA se encontrará com ele em breve. E com a Inglaterra tem tempo para conversar.
Bolsonaro foi bem e falou o que os brasileiros queriam ouvir. Tomara que ele consiga realizar tudo isso e que não demore, pois o Brasil e o mundo estão com pressa.
Recentemente, conversei com o ex-prefeito de Tapera (RS), Ireneo Orth, com quatro mandatos, sobre sua eleição a senador na suplência de Luiz Carlos Heinze.
O Ireneu, juntamente com a 2ª suplente, Drica de Lucena, foi diplomado no último dia 08, no TRE, em Porto Alegre.
Pedi ao Ireneo se ele assumiria o Senado nestes oito anos de mandato e ele respondeu positivamente e citou várias possibilidades para isso. Ele tem bom relacionamento com o senador Heinze, de longa data e, inclusive, foi o próprio Heinze quem o convidou para a suplência, e este já ventilou diversas vezes que abrirá espaço para ele no Senado, o que é muito bom, pois Tapera e região terão alguém com grande conhecimento e capacidade no Senado da República.
E essa possibilidade é real. O Heinze tem potencial para ser ministro de Jair Bolsonaro e o PP gaúcho vê nele um forte candidato para disputar o Piratini, em 2022. Assim, deste ano até 2026, com a dinâmica da política, são grandes as chances de Orth assumir a vaga de Heinze no Senado.
Um taperense no Senado. Que tal?
Parabéns, Ireneo.
Renan Calheiros (MDB-AL) permanece no Senado. Mesmo sendo alvo de 12 inquéritos na Justiça, todos por corrupção, Alagoas o reelegeu mais uma vez. O cara deve fazer muito pelo seu Estado para receber a votação que recebeu. Aliás, os alagoanos votaram em peso nele e no PT.
E se for candidato à presidência da Casa ganha e vai incomodar, principalmente a Lava Jato do qual está enquadrado e a quem deseja acabar. O homem é forte e poderoso.
Agora, aqui para nós, o Brasil merece ter um Renan Calheiros no Senado da República? E ainda presidente da Casa? Não quero ser bairrista, mas já sendo. Um tipo igual a esse jamais se criaria aqui no garrão do Brasil.
O Rio Grande do Sul não cria uma personalidade permanente no cenário político nacional por que quando ela vacila é logo apeada do cargo. Aqui, traste não se cria.
Agora, quando é que o brasileiro vai começar a ter consciência das coisas? Do certo e do errado? Do bem e do mal? E deixar de ser cego e mané?
Jair Bolsonaro vai voltar ao Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde será submetido a cirurgia para retirada da bolsa de colostomia. A mesma está marcada para o próximo dia 28. Após, despachará de lá por até 10 dias.
Lembrei do vídeo aquele, “A Facada no Mito”, que rodou na internet denunciando uma possível armação para que Bolsonaro fosse eleito. A facada aconteceu no dia 06 de setembro de 2018 e ele ficou com a bolsa por quase cinco meses. Será que houve de fato uma armação no atentado? Quem se deixaria perfurar no abdômen e carregar uma bolsa estressante por quase cinco meses? Quem?
Fala sério!
Bem que a Polícia Federal poderia dizer quem é o codinome AMIGO, que consta nas planilhas da Odebrecht na construção da usina de Belo Monte, e que ganhou muito, mas muito dinheiro dela. Quem seria esse homem? O Brasil quer saber.
No lançamento da 6ª campanha Seja Mais Cotrisoja, realizado na última terça-feira (15), na Afuco, em Tapera (RS), a imprensa local, convidada, se fez presente, conforme mostra a foto tirada pela colega jornalista Janaína Schreiner, assessora de imprensa da Cotrisoja.
Em sua manifestação, o presidente do Conselho de Administração da Cooperativa, Gilberto Seibel, sempre ligado, lembrou e agradeceu o trabalho que a imprensa taperense vem realizando no município, coisa que poucos lembram aqui.
Apesar de ter suas obrigações mensais, que não são poucas e baratas, a imprensa realiza também vários trabalhos gratuitos, especialmente quando de cunho social. Isso precisa ser reconhecido por dirigentes de empresa e de entidades diversas. E quando procurada para colaborar ela jamais se omite.
E apesar das mídias sociais estarem aí, transformando qualquer pessoa em comunicador, nenhum grupo se equipara a um veículo de informação na hora de informar. E se um deles informar é por que o fato aconteceu e foi daquele jeito.
Tomara que em 2019 a imprensa taperense seja lembrada. Eu, particularmente, vou lembrar de quem se lembra da gente.
Uma coisa que jamais entenderei é por que os brasileiros deixam o Brasil, onde existe segurança trabalhista garantida por lei, para tentar a vida nos EUA, legal ou ilegalmente, e onde o trabalhador não tem nenhuma garantia. Lá, não existe leis trabalhistas, nem Justiça do Trabalho e toda a estrutura existente aqui. Também nunca entenderei por que os norte-americanos não vem para o Brasil para trabalhar e se garantir na lei.
A propósito. Nos EUA, quando você entra numa empresa é feito um contrato e nele vai direitos e deveres das duas partes. Se uma delas não quiser mais a outra, a demissão ocorre sem nenhuma indenização. Raramente a Justiça é procurada para uma causa trabalhista. Lá é possível você ter dois empregos, desde que possa estar neles no mesmo dia. E tem mais. Estes benefícios que os trabalhadores tem aqui lá inexistem.
Deve ser mesmo muito ruim trabalhar num País que tem emprego, paga muito bem e que não dá nenhum direito ao trabalhador. Até quem odeia os EUA quer ir para lá. Estranho isso tudo, não?
Em 1993, o então deputado federal Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) disse, na tribuna da Câmara Federal: “Há no Congresso uma minoria que se preocupa e trabalha pelo País, mas há uma maioria de uns 300 picaretas que defendem apenas seus próprios interesses”, fazendo referência ao escândalo dos Anões do Orçamento. Aproveitando a deixa, a banda Os Paralamas do Sucesso criou a música “Luiz Inácio e os 300 picaretas”, que foi um grande sucesso.
Dez anos depois de dizer a frase Lula se tornava presidente do Brasil e sendo reeleito, em 2007.
Vinte e quatro anos mais tarde, como ex-presidente, seria preso por corrupção passiva e lavagem de dinheiro e ainda responde a pelo menos seis processos pelo mesmo crime.
Em tempo. O escândalo dos Anões do Orçamento é trocado perto dos escândalos que estão sendo investigados pela Justiça atualmente. E tem ainda o BNDES, que dizem ser o maior de todos.
Segundo o Datafolha, a redução da maioridade penal de 18 anos para 16 tem o apoio de 84% dos brasileiros.
E mais. “Dos que são favoráveis à redução, 33% defendem que a medida deve valer somente para determinados crimes, enquanto 67% acham que ela deve ser aplicada a todos os tipos.”
Penso que um jovem de 16 anos tem consciência dos seus atos e deve assumir o que faz.