Nesta semana, conversei com o diretor Daniel Nascimento, o “Dani”, para saber a quantas anda a formatação do time e sua preparação com vista à temporada que inicia no final de março ou início de abril.
Sobre contratações, segundo ele, elas estão fechadas e que, no máximo, será anunciado nos próximos dias um terceiro goleiro, oriundo da base.
JOGOS – Segundo o “Dani”, a direção pretende realizar a 1ª Copa Tapera de Futsal nos dias 22 e 23 de março, no Ginásio Poliesportivo, com América e mais três equipes da Liga Nacional Futsal: ACBF (campeão gaúcho e da Libertadores), TUBARÃO (campeão catarinense) e JOAÇABA (vice-campeão catarinense).
Além disso, a equipe pretende ainda realizar dois ou três amistosos contra equipes de Carazinho e Não-Me-Toque.
COPA SICREDI – A 5ª edição, que deveria ser organizada pelo Sobradinho neste ano, não sairá.
Aliás, a Copa Sicredi, que é uma boa preparação para as equipes, bem que poderia ter sido realizada neste ano com a participação de Passo Fundo ou Marau no lugar de Sobradinho, que foi convidado nas primeiras quatro edições e quando chegou sua vez de promovê-la recuou.
SÉRIE OURO – Segundo o dirigente, haverá reunião para sua definição na próxima semana, em Porto Alegre, e que o mesmo começará no dia 30/03 ou 06/04.
APRESENTAÇÃO – Os atletas contratados chegarão a Tapera entre esta quinta-feira (21) e domingo (24). Na segunda-feira (25), acontecem os exames médicos e à noite já começará o trabalho, no Poli. O grupo, pelo que o Dani me falou, passará o Carnaval na cidade e trabalhando. Aliás, a maioria dos forasteiros, segundo ele, passaram as férias trabalhando e chegarão praticamente “prontos” para o Estadual.
PATROCÍNIO – Falei com o prefeito Volmar Kuhn no domingo (17), nas finais do Municipal de Futebol 7, e lhe perguntei se a Prefeitura ajudará o América neste ano e ele respondeu negativamente, garantindo recurso apenas para as categorias de base do clube, conforme previsto em lei. Assim, o América pode ir descartando o apoio da municipalidade nesta temporada.
E falando em gastos, as equipes que fizeram muito barulho no ano passado com contratações impactantes e não tiveram o devido retorno, neste estão pisando no freio por conta da queda nos patrocínios e aumento dos custos. Já houveram dispensas pelo Estado e haverá mais. Na verdade, os custos aumentaram para todos e com isso existe a necessidade da diminuição nos mesmos. O ranger de dentes pela falta de dinheiro é geral.
O presidente Jair Bolsonaro precisa começar a conversar com a imprensa. Mesmo sabendo que a maioria dela e seus jornalistas não gostam dele, precisa conversar com eles. Numa boa, olhando nos olhos, sem nenhum temor ou constrangimento.
Bolsonaro ganhou a eleição fazendo uso das redes sociais e acredita que utilizando somente elas resolverá os seus problemas e ajudará a mudar o Brasil. Não é bem assim. As redes sociais reverberam, multiplicam, fazem a diferença. Mas, o pontapé inicial sempre é dado por um repórter. E nunca esquecendo que o ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança) não se cansa de pedir o apoio da imprensa para ajudar a melhorar o Brasil. O presidente precisa conversar com a mídia. E entender que as críticas aos governantes, mesmo injustas, fazem parte do jogo, já que em tudo existe os dois lados.
E a imprensa por sua vez, e seus jornalistas, precisam saber que a eles cabe tão somente informar a verdade dos fatos, indo com jeitinho neste começo de governo, pois o papel de julgar cabe tão somente ao povo na hora de reivindicar seus direitos e de votar. A mídia precisa ser profissional e não política, diferente do que acontece hoje no Brasil e que também isso foi levado em conta na última eleição. Os brasileiros deram seu recado nas urnas e ele foi para todos, inclusive para a imprensa e também ao Judiciário.
Nesta semana, um amigo me contou que presenciou uma cena daquelas vista em vídeo gravado por celular e mostrado em programas de jornalismo na tevê, aqui em Tapera (RS) e em pleno Centro da cidade. Segundo ele, um rapaz entrou com seu carro na Rua Rui Barbosa, cortando a frente de um outro de fora, tripulado por um casal. Os dois veículos pararam, sem nenhum dano, e o jovem taperense teria ofendido o motorista do outro veículo. Nisso a mulher deste saiu do carro, armada com um revólver e, apontando para o jovem, pediu que o mesmo se deitasse no chão e ficasse quieto. Pessoas, que chegaram ao local e que viram tudo, disseram que pediram a mulher que liberassem o jovem e que aquilo que estava fazendo era errado. Então, a mesma se identificou como sendo inspetora de Polícia Civil. Depois de um bate-boca prolongado e acalorado, o jovem que estava deitado, conseguiu fugir abandonando seu carro na via. Nisso, o casal embarcou no seu e desapareceu.
Esta cena, que é bastante comum hoje em dia em qualquer cidade do Brasil, não mais importando seu tamanho e que pode acabar em porcaria, está repleta de erros: 1º – O jovem deveria ter mais cuidado no trânsito, 2º – Não deveria ter xingado o motorista do outro carro, 3º – A mulher não poderia ter sacado uma arma mesmo sendo policial, e 4º – Por que o pessoal que viu a cena não chamou a polícia, dando-lhe ainda a placa do carro?
Eu fico imaginando o estado psicológico do jovem deitado no chão sob a mira de uma arma. Que coisa!
A Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) realizou uma pesquisa entre seus integrantes para saber quem é quem no STF, e Luís Roberto Barroso, que sempre defendeu a Lava Jato, foi a maior referência da mais alta corte do País, com 292 votos.
O presidente da Casa, Dias Toffoli, e Gilmar Mendes não receberam nenhum voto. Também…
É, a Lava Jato fez bem a Luís Roberto Barroso. E o Brasil lhe agradece por isso.
Para mim, o ministro Barroso é o melhor do Supremo. É o mais lúcido e o mais inteligente dos 11.
Eu sou de um tempo em que os pais não batiam nos filhos. Eles só olhavam para eles e estes sabiam que rumo tomar em qualquer situação. Eu, por exemplo, apanhei pouco da minha mãe, a não ser quando chegava em casa com o calção molhado devido aos banhos de rio. Na época, não entendia o motivo da reprimenda. Mas, hoje, como pai, compreendo o porquê: o risco de afogamento. Quando chegava de noite em casa ou quando maroteava, principalmente na escola, recebia castigo. Mas, surra só quando tomava banho de rio na Rua Azul, no “Monte”, atrás do matadouro do Albano Seibel; ou no Colorado, na divisa com Selbach; ou no Jacuí, com Espumoso. Se a Dona Tecla soubesse que atravessei ambos a nado várias vezes, acho que nunca mais caminharia de tanto apanhar. Hoje, quando passo por eles sinto medo só de olhá-los. Veja como se é na juventude… Mas, não me importo nem um pouco de ter apanhado, por que mereci e aprendi. Tudo aquilo só me fez crescer e a me tornar mais responsável.
Mas, não é sobre mim que quero falar. Quero falar é sobre os filhos do presidente Jair Bolsonaro, que estão se metendo demais no governo e causando constrangimento, além de tirar o foco de tudo aquilo que foi falado na campanha visando colocar o Brasil de volta nos trilhos. O presidente sabe que tem uma dívida para com os brasileiros que apostaram tudo que tinham em seu nome e vão querer as mudanças prometidas. Assim, JB terá que dar um puxão de orelhas nos seus meninos e enquadrá-los devidamente, por que da maneira como o “barco” está seguindo ele vai naufragar e o Brasil corre o risco de ter de volta tudo aquilo que não quis mais.
Ou o presidente enquadra seus filhos agora, na largada, ou vai naufragar. Como ele é do Exército, vai capitular. Ele que fique esperto, por que a maioria do seu governo é composta por pessoas sérias que querem mudar o País, mas para que isso aconteça é imperativo que o chefe se mostre e mande, em tudo e em todos, com pulso firme e forte, como é ensinado nos quarteis com hierarquia, disciplina, ética e trabalho em equipe. Na paz e na guerra.
E uma outra coisa. Também tem de dar um puxão de orelhas no seu partido, o PSL, que também começou a aprontar. A campanha acabou e agora a caneta aquela está nas mãos de Bolsonaro e o ônus das decisões, de todas elas, é somente dele.
Uma coisa que acontece muito no Brasil mostra bem quem nós somos, infelizmente. Todo devedor quando chamado para se pôr em dia com seu débito, recebe um bom desconto para quitá-lo. Mas, e aqueles que pagaram o seu débito dentro do prazo determinado, honrando sua palavra e seu nome, como ficam? É justo isso?
Claro, que pode existir problema financeiro pela frente, mas uma boa parte opta por não pagar. Tem quem adora não pagar suas contas.
E é esse “jeitinho” que nos estraga. O que será que aconteceria se os bons também resolvessem não pagar suas contas em dia, especialmente tributos?
“Um conservador é um liberal que foi assaltado”.
Tom Wolfe, jornalista e escritor dos EUA
Neste domingo (17), no campo do bairro São Judas Tadeu, serão realizadas as finais do Campeonato Municipal de Futebol 7, nas três categorias. Os jogos:
– 15h – Veterano – POR DO SOL x LIBERAL
– 16h – Feminino – FENERBACH x VERDE E BRANCO/P&B ESQUADRIAS
– 16h50 – Livre – OPERÁRIO x FLECHA AZUL A
Após os jogos será entregue a premiação.
Nesta semana, a Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Tapera (RS) repassou à imprensa local matéria tratando sobre o descarte clandestino (e incorreto) de lixo no município, problema que já abordei aqui neste espaço inúmeras vezes. Meus leitores sabem disso.
Já não sei mais o que escrever sobre esse pessoal que resolve simplesmente descartar seu lixo como se ele fosse desaparecer por encanto do meio ambiente. Mas, o que essa gente pensa da vida? Se essas pessoas não querem ajudar que depositem seu lixo em sua casa e deixem ele lá aumentando sossegadamente. Vamos ver quanto tempo essa família e seus vizinhos aguentam o cheiro, os mosquitos, o belo “visual” e a possibilidade de se contraí uma ou mais doenças.
Pessoal, Tapera não é uma lixeira e lixo não desaparece com um toque de mágica. Existe gasto (e muito) para retirá-lo do município. Vamos colaborar. Está na hora, afinal ninguém aqui foi criado no meio do lixo. Ou foi?
As fotos são da Prefeitura de Tapera

“Ou o Estado enfrenta de vez o crime organizado ou vira um Estado criminoso.”
Secretário de Governo, general-de-divisão Carlos Alberto dos Santos Cruz, falando do projeto do ministro Sérgio Moro, da Justiça e Segurança
Nesta semana, a polícia carioca matou 15 bandidos fortemente armados, após intensa troca de tiros, em uma favela no Rio e os familiares destes falaram em execução, apoiadas pela mídia e por ONGs humanitárias. E desde quando cidadão de bem vai para a rua portando fuzil, pistola e granada enfrentar a polícia?
O general tem razão. Está na hora de o Estado mostrar quem é quem manda e a quem ele serve.