Segundo a Secretaria de Saúde de Tapera (RS), de 20 de janeiro a 26 de março, chegaram no município 2.088 doses da vacina em 14 etapas. Destas, 1.714 foram para a primeira dose e as restantes 374 para a segunda.
A população taperense é de 10.577 habitantes. Até o momento não se sabe até que idade serão destinadas as vacinas. Já li que não será vacinada a população abaixo de 18 anos, mas não há nada certo neste sentido. O governo ainda não definiu a questão.
Pelo que se vê e no ritmo que as vacinas estão chegando, acredito que até a metade do ano todos os taperenses estarão vacinados. Pelo menos quem deve receber a imunização.
Agora, e se esta vacina tivesse chegado no segundo semestre do ano passado será que nós ainda estaríamos vivendo esta crise infernal que está aí?
É só uma pergunta.
A CEF comunicou nesta semana que o ganhador da Mega Sena da virada não apareceu para pegar seus R$ 162 milhões. E, como o prazo prescreveu, ele perdeu o dinheiro a resgatá-lo.
Imagina o que deixou de comprar. Deixou de mudar de vida. Ou de aumentar consideravelmente seu patrimônio.
Aí a pergunta que não quer calar: por que jogou?
Alguns empresários aqui de Tapera (RS) estão desgostosos com a fiscalização da Prefeitura por conta da rigidez na sua atuação. E eles deixam isso bem claro no grupo da ACIT no Whatsapp e também nas conversas ao “vivo”. A bem da verdade os fiscais apenas cumprem ordens. E, pelo visto, as estão cumprindo satisfatoriamente.
Essa pandemia está deixando a todos com os nervos à flor da pele por conta das decisões tomadas, que vem de cima. E esse inferno ainda está longe de acabar.
É preciso todos mantermos a calma nesta hora desgraçada por que passamos.
Em reunião realizada na manhã do último sábado (27), na Câmara de Vereadores de Selbach (RS), a SASE deu posse à sua nova diretoria, ela que participará da Série Ouro 2021.
Os novos dirigentes:
– Presidente: César Augusto Junges, o “Nico”
– Vice-presidente: Pedro Jorge Jaeger
– Tesoureiro: João Elói Werlang
– 2º Tesoureiro: Jorge César Ludwig
– Secretário: Abimael Hilgerdt
– 2º Secretário: Fabrício Schneider.
A SASE e o Guarany vem aí. O América e a ASIF permanecem fora.
Aliás, falando em América soube que a equipe taperense ainda não fechou o livro.
Acho engraçado quando vejo uma ocorrência policial e lá aparece que alguém foi preso portando uma substância com as mesmas características da droga tal. O pessoal faz isso por que primeiro é preciso que a polícia técnica diga se o que foi apreendido é ou não droga. É a lei, mas que é engraçado é.
Digo isso por que nenhum traficante vai ser preso de posse de farinha de trigo, grama, doce de leite ou confete (chocolate).
E falando nisso, você já reparou na quantidade de drogas que a polícia vem apreendendo pelo Brasil afora? Essa pandemia parece que aumentou o consumo e também o número de usuários.
O círculo nunca se fecha, infelizmente.
Na legislatura passada, a oposição na Câmara de Vereadores de Tapera (RS), com minoria na Casa, fez um trabalho discreto, mas fez. E nesta, a que recém assumiu e que também é minoria, será atuante ou apenas participará das sessões para votar e receber?
É só uma pergunta.
A propósito. O portal da transparência da Prefeitura taperense é um local interessante a ser explorado pela população, especialmente aquela parte que se preocupa com seu município.
E as contratações seguem a passos largos. Os gastos também. Certamente a parceria deve estar ciente de tudo isso.
Como ficará a questão dos impostos neste ano, sabendo que em 2020 o comércio esteve boa parte do tempo com as portas fechadas e não vendeu o que precisava?
O ano que passou foi terrível e o resultado vai estourar neste. Enfim, os tributos serão cobrados normalmente, com aumento e com prazo.
O comércio e o povo penam para manter viva a máquina pública que consome muito, faz pouco e gasta demais.
O que será que aconteceria se o pessoal resolvesse não pagar seus tributos num ano? Seria mais ou menos como faltar óleo no motor.
O governo Bolsonaro está no seu 4º ministro da Saúde em pouco mais de 2 anos. Começou com Luiz Carlos Mandetta e passou por Nelson Teich e Eduardo Pazuello, e agora tem Marcelo Quieroga. Quanto tempo este ficará na Esplanada?
É só uma pergunta?
Você já reparou no excesso de informações a que somos bombardeados diariamente, especialmente, agora, nesse momento de pandemia? Isso está afetando o psicológico das pessoas, gerando estresse, ansiedade e, até mesmo, depressão.
Esse excesso de informações (notícias e conteúdos que consumimos nas redes sociais, como textos, fotos e vídeos) é causado, principalmente, pela evolução tecnológica dos últimos anos, que trouxe o “mundo” para a palma de nossas mãos, com os smartphones.
Lembro que, quando eu era pequeno, as informações à que tínhamos acesso vinham, única e exclusivamente, do rádio, das emissoras de São Paulo, Rio e Porto Alegre, sempre à noite. Depois, o jornal impresso chegou aqui no município, mas, como não comprávamos ele diariamente, acabávamos não ficando sabendo de muitas coisas.
Mais tarde, nos anos 70, passei a ter acesso à televisão e, bem depois, as emissoras começaram a apresentar jornais, como o JN e o Fantástico, ambos da Globo, que eram imperdíveis. Aliás, eu ia no cinema do Gentil Batistella, no domingo à noite, para assistir a primeira sessão, e, depois, corria de volta para casa, para não deixar de acompanhar a reprise dos gols do futebol, no Fantástico.
Ou seja: até pouco tempo atrás, as informações à que tínhamos acesso eram muito restritas. Hoje, no entanto, estamos sendo bombardeados por notícias, fofocas, novidades de amigos e conhecidos, que chegam até nós a todo minuto, no WhatsApp, no Facebook, no Instagram…
Dependendo da quantidade de grupos que você participa no WhatsApp, de quantas pessoas você é amigo no Facebook ou de quantos perfis você segue no Instagram, é impossível dar conta de consumir todos os conteúdos que são veiculados nessas plataformas e, consequentemente, ficar por dentro das novidades. E, ainda, temos as notícias dos meios de comunicação tradicionais (rádio, TV e jornal impresso ou digital), para nos atualizarmos sobre o que está acontecendo no município, no Estado, no Brasil e no mundo.
Estar a par do que acontece ao nosso redor é muito importante para a nossa sobrevivência, enquanto seres humanos, incluídos na vida em sociedade. Mas, é necessário saber filtrar o que, de fato, é importante e relevante para cada um de nós, para que não adoeçamos a nossa mente. Afinal, todo tipo de excesso acaba se tornando prejudicial.
E, nestes tempos difíceis que estamos enfrentando, é bom nos desconectarmos, um pouco, do consumo exacerbado de informação que, principalmente, as redes nos proporcionam. Tudo isso, a fim de que possamos preservar a nossa saúde mental, porque, por si só, já andamos preocupados, cansados e tristes, no “mundo fora das telas” do celular e do computador.
Sempre lembrando, por falar nessa questão: se você não estiver bem, procure ajuda. Saúde mental importa tanto quanto a saúde física.
Um grupo de economistas e banqueiros, que enviaram uma carta aos chefes dos Três Poderes pedindo vacinação e medidas de distanciamento social para combater a pandemia, disseram no documento que, no ritmo que a vacinação está indo no Brasil, levará 3 anos para que todos os brasileiros sejam imunizados.
Será verdade isso? É muito tempo e quantos óbitos teremos até lá? E rezo para que estejam errados, afinal somos mais de 209,5 milhões.
Ainda na carta, o grupo diz que não há mais tempo a perder com debates estéreis e notícias falsas. Estão certíssimos.
Aliás, está na hora do Brasil atacar a pandemia e com força.