Essa chegou até mim pela internet e merece destaque:
– Melhor Jogador – MESSI (Argentina)
– Melhor Jogador da Final – DI MARIA (Argentina)
– Melhor Goleiro – MARTINEZ (Argentina)
– Goleador – MBAPPÉ (França)
– Melhor Dançarino – NEYMAR (Brasil)
– Coreógrafo – TITE (Brasil)
– Melhor Imitador de Animais – RICHARLISON (Brasil)
– Melhor Penteado – FREDY (Brasil)
– Melhor Tocador de Pandeiro – DANIEL SILVA (Brasil)
Enfim, o que a Seleção Brasileira foi fazer no Catar? Esse grupo jogou um monte de partidas contra times fáceis, e quando pegou um time encardido, desandou. Na hora da verdade falharam.
A Argentina, com um jogador – Messi, assistido pelo Di Maria – jogou mais do que toda a Seleção Brasileira com todas as suas estrelas de primeira grandeza e também do treinador.
O que faltou ao Brasil sobrou para a Argentina: sangue (e vergonha) na cara. Parece que esses jogadores brasileiros não conseguem focar a meta estabelecida. Não conseguem assimilar o que é para fazer. Devem pensar mais no que comprarão depois do jogo.
Já escrevi aqui e repito: essa geração não ganhará nada. Só dinheiro. Muito dinheiro.
No sábado (17), os grupos de amigos dos Sábados e das Segundas, aqui de Tapera, se reuniram para confraternizar pelo final de mais um ciclo como fazem há muitos anos. Desta feita, o local escolhido foi a bela sede campestre do Arizinho, na Linha São Pedro, às margens do Arroio Tapera.
E os responsáveis pela cozinha foram os de sempre: Claudio Schultz e o Milton Lavall, que capricharam nos assados (normal). O Nico Preto cuidou das saladas. E a cerveja, do Sekus Bar, trincando como sempre.
A festa começou de manhã com o jogo de futebol entre pais e filhos e convidados.
A Turma dos Sábados, da qual eu faço parte, existe há 16 anos, e se encontra na sua sede também na Linha São Pedro.
Aproveitando, desejo a todos os amigos e seus familiares, boas festas, e torcendo muito para que em 2023 estejamos todos juntos novamente.
Um grande abraço a todos.
Em tempo. Essas turmas aí são os idealizadores dos cachorros-quentes solidários que ajudaram várias entidades aqui de Tapera.
Na noite da última sexta-feira (16), fui a Espumoso ver o show do Acústicos & Valvulados, no Largo da Prefeitura. E o local estava repleto de gente, de todas as idades, em suas cadeiras, nas arquibancadas e também em pé para conferir a apresentação de Rafael Malenotti & Cia.
E a praça de Espumoso está muito bonita, muito bem decorada e iluminada. A praça de alimentação é um espetáculo e bem variada, apesar dos preços que assustam, como em tudo atualmente. E tem ainda a Exposição Jurássica que é um show à parte e que ficará no município até esta terça-feira (20).
A propósito da Exposição Jurássica, as pessoas que conhecem esses animais dos filmes, documentários, livros e outros, gostaram deles, principalmente as crianças. E de noite todo mundo quer tirar foto perto dos “lagartos” gigantes, como disse uma menininha. A atração caiu no gosto do pessoal.
Enfim, Espumoso está de parabéns pelo Natal que oferece à sua gente e também a região.
Questão de visão. E de interesse, também.
“Por mais que a abelha explique à mosca que a flor é melhor do que o lixo, a mosca não a entenderá por que sempre viveu no lixo”.
Desconheço a autoria.
Esta foto, que chegou até mim, mostra o começo da Vila Brasília, hoje um belo bairro aqui de Tapera, no início dos anos 1960. Pelo que se vê, a imagem mostra a hoje Rua Alberto Mânica, tendo sido tirada nas proximidades do campo do Pôr do Sol, naquelas imediações. Repare que a antiga Rua Dom Pedro II e atual Avenida Dionísio Lothário Chassot ainda não havia sido aberta.
E à direita, onde começa a subida, está hoje a UBS Dona Borja.
Eu conheci a “Brasa” nos anos 1960, com poucas casas e muita pobreza. O visual que eu tinha dela era da sala de aula do Grupo Escolar Barão de Caçapava, que ficava onde hoje está a Secretaria de Assistência Social e Cidadania. De lá se via a caixa d’água da Corsan, que continua lá, e uma invernada que ia até a vila. Muitos colegas, amigos e conhecidos atravessavam aquela extensa área para vir estudar. E no forte do inverno, alguns vinham de chinelos para a aula.
Fiz muitas amizades com o pessoal da Brasa. Algumas delas perduram até hoje. E ainda hoje encontro colegas e amigos que volta e meia se lembram de uma ou outra história do Grupo. E tinha cada uma…
Em tempo. Será que tem parentes desse pessoal pioneiro ainda por aqui?
O futebol é mesmo uma loucura. Pelo menos os valores que ele envolve. Para se ter uma ideia disso, o Falcão, para mim o maior jogador da história do Inter, foi vendido em 1980, para a Roma, por 1 milhão de dólares. Uma fortuna na época e bastante comentado o fato. Hoje, qualquer perna de pau vale bem mais do que isso. O Neymar, por exemplo, foi comprado pelo PSG por 222 milhões de euros, mais de 1,2 bilhão de reais. Uma empresa de grande porte vale essa quantia.
E os salários? Tem dois jogadores que continuam na Copa do Catar que recebem a cada final de mês mais de 120 milhões de dólares, só de salário: Mbappé (128) e Messi (120). E tem gente que ganha bem menos, mas que mesmo assim é uma fortuna.
O futebol só é essa loucura toda por que as pessoas o mantem. É a paixão do torcedor que mantem os clubes e, consequentemente, a ilha da fantasia que ele é.
“A única pessoa que pode determinar se você é capaz ou não de algo é você mesma. E você sabe que é capaz. Continue!”.
Desconheço a autoria.
Na antepenúltima sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Tapera, realizada na segunda-feira (12), alguns assuntos de interesse do município foram levantados na mesma:
ORÇAMENTO – O orçamento de Tapera para 2023 será de 60 milhões.
DEVOLUÇÃO – Como faz todo ano, há muitos anos, o Legislativo devolverá ao Executivo neste R$ 818.495,17.
PRESIDÊNCIA – Altemir Krapper (MDB) deverá comandar a Câmara em 2023, no terceiro ano da atual legislatura.
INDICAÇÃO – O presidente do Legislativo, Marcio Paulus (Progressista), que passará um cheque ao prefeito Volmar, no Valor de R$ 818.495,17, referente à sobra da sua parte do orçamento, me informou que vai lhe fazer uma indicação: que repasse o valor de R$ 80 mil à Toca do Coelho para que o maior evento de Tapera e um dos maiores da região e que integra o calendário de eventos do Estado, aconteça com mais folga.
Segundo matéria de um veículo de comunicação de Ibirubá, o castramóvel daquele município, desde fevereiro, já castrou mais 600 animais, entre cães e gatos.
Já aqui em Tapera, o castramóvel foi desativado, sem nunca ter sido utilizado, e está sendo negociado em leilão, com seu equipamento veterinário em separado.
Soube que em Ibirubá, o Ministério Público fez a Prefeitura assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e providenciar um canil municipal para acomodar a bicharada. Por ano, o município gasta mais de R$ 500 mil com o tal canil.
Enfim, o que é mais barato: um canil ou o castramóvel?
É só uma pergunta.
Com a volta do PT (& Cia) ao governo, os sindicatos estudam a volta da contribuição sindical. Não sei se o novo governo vai embarcar nesta aventura louca, mas se embarcar, deveria fazê-lo de modo facultativo, ou seja, contribui quem quiser. Quem não quiser não contribui. Simples assim.
É mais democrático, pois ninguém precisa bancar ninguém.