Democracia
Nesta semana, em Porto Alegre, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disse que o voto deveria ser facultativo no Brasil e que lugar de manifestação popular é nas urnas.
Concordo com Mello quanto ao voto facultativo, onde vota quem quer, mas principalmente aquele eleitor consciente, preocupado com o seu futuro e o do seu País, Estado e Município. Já sobre as manifestações, divirjo da sua opinião. Se nos países desenvolvidos, cujo eleitor é altamente politizado e extremamente exigente, o povo vai às ruas, reivindicar, por que num País como o Brasil, que está entrando no clube democrático, seria diferente?
O voto deve ser consequência dos anseios do povo, penso eu. Primeiro se vai para a rua reivindicar, já que é difícil manter audiência com presidente e governador, e se assina a reivindicação nas urnas. Fácil, assim, e sem complicação.
Talvez o voto vinculado à participação na economia!
Trambiqueiro e sem-vergonha sem registro em carteira, no mínimo, não votaria!
http://youtu.be/JCqFAzJEKQc
Da Veja……
O maior inimigo do Brasil e do continente nas últimas décadas precisa ser identificado pelos homens de bem deste país, de modo que reúno abaixo o mínimo que você precisa saber a respeito para se informar e educar os amigos, compartilhando este link nas redes sociais.
Fundado em 1990 por Lula e Fidel Castro — por ideia de Lula, segundo ele mesmo declarou (o que nunca é de todo confiável) em maio de 2011 [ver Vídeo 5] —, o “Foro de São Paulo é a mais vasta organização política que já existiu na América Latina e, sem dúvida, uma das maiores do mundo. Dele participam todos os governantes esquerdistas do continente. Mas não é uma organização de esquerda como outra qualquer. Ele reúne mais de uma centena de partidos legais e várias organizações criminosas ligadas ao narcotráfico e à indústria dos sequestros, como as Farc e o MIR chileno, todas empenhadas numa articulação estratégica comum e na busca de vantagens mútuas. Nunca se viu, no mundo, em escala tão gigantesca, uma convivência tão íntima, tão persistente, tão organizada e tão duradoura entre a política e o crime”, como escreveu em 2007 o filósofo Olavo de Carvalho, autor do best seller idealizado e organizado por mim, O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota.
Por quase duas décadas, os jornais e supostos oposicionistas brasileiros esconderam do grande público a existência do Foro de São Paulo, descoberto pelo advogado paulista José Carlos Graça Wagner, que o denunciou publicamente em 1º de setembro de 1997, e não faltou quem rotulasse seus denunciadores como “teóricos da conspiração”. De uns anos para cá, quando o Foro já tinha feito e desfeito governos em toda a América Latina, elegendo presidentes dos países do continente cerca de 15 membros da organização, seu nome começou a aparecer aqui e ali em reportagens, como se o Foro fosse apenas uma entidade como outra qualquer.
Vamos ver se é mesmo? Vem comigo.
do Reinaldo Azevedo
1964 já era! Tenho saudade é de 2064! Os historiadores podem e devem se interessar pelos eventos de há 50 anos, mas só oportunistas querem encruar a história, vivendo-a como revanche. Enfara-me a arqueologia vigarista. Trata-se de uma farsa política, intelectual e jurídica, que busca arrancar do mundo dos mortos vantagens objetivas no mundo dos vivos.
A semente do mensalão está nos delírios do Araguaia. O dossiê dos aloprados foi forjado pela turma que roubou o “Cofre do Adhemar”. Os assaltos à Petrobras foram planejados pelas homicidas VAR-Palmares, de Dilma, e ALN, de Marighella. A privatização do passado garante, em suma, lugares de poder no presente e no futuro. Os farsantes apelam à mitologia para reivindicar o exclusivismo moral que justifica seus crimes de hoje. Ladrões se ancoram na gesta da libertação dos oprimidos. Uma solene banana para eles, com seus punhos cerrados e seus bolsos cheios!
Quem falava em nome dos valores democráticos em 1964? Os que rasgaram de vez a Constituição ou os que a rasgavam um pouco por dia? Exibam um texto, um só, das esquerdas de então que defendesse a democracia como um valor em si. Uma musiquinha do CPC da UNE para ilustrar: “Ah, ah, democracia! Que bela fantasia!/ Cadê a democracia se a barriga está vazia?” Para bom entendedor, uma oração subordinada basta. A resposta matou mais de 100 milhões só de… fome!
Nota desnecessária em tempos menos broncos: respeito a disposição dos que querem encontrar seus mortos. Eu não desistiria enquanto forças tivesse. Mas não lhes concedo a legitimidade, menos ainda a alguns prosélitos disfarçados de juristas, para violar as regras do Estado de Direito. A anistia, por exemplo, não está consignada apenas na lei nº 6.683. O perdão –não o esquecimento– é também o pressuposto da Emenda Constitucional nº 26 (ow.ly/v4ZK9), de 1985, que convocou a Assembleia Nacional Constituinte. Vamos declarar sem efeito o texto que nos deu a nova Constituição? A pressão em favor da revogação da anistia e a conversão da Comissão da Verdade –se estatal, ela é necessariamente mentirosa– num tribunal informal da história ignoram os pactos sobre os quais se firmaram a pacificação política do país.
Digam-me: onde estávamos em 1985? Revivendo a repressão de 1935, que se seguiu à “Intentona Comunista”? E em 1987? Maldizendo os 50 anos do Estado Novo? E em 1995, celebrando o seu fim? Estado Novo? Eis a ditadura que os “progressistas” apagaram da memória. Um tirano como Getúlio Vargas foi recuperado pelas esquerdas para a galeria dos heróis do anti-imperialismo e serve de marco, segundo os pensadores amadores, para distinguir “demófobos” de “demófilos”.
Ilustro rapidamente. Entre novembro de 1935 e maio de 1937, só no Rio, foram detidas 7.056 pessoas. Todas as garantias individuais estavam suspensas. Dois navios de guerra foram improvisados como presídios. Em 1936, criou-se o Tribunal de Segurança Nacional, que condenou mais de 4 mil pessoas –Monteiro Lobato entre elas. Mais de 10 mil foram processadas. A Constituição de 1937 previa a pena de morte para quem tentasse “subverter por meios violentos a ordem política e social”. Leiam o decreto nº 428, de 1938, para saber como era um julgamento de acusados de crime político. Kim Jong-un ficaria corado. A tortura se generalizou. No assalto ao Palácio da Guanabara, promovido por integralistas em maio de 1938, oito pessoas presas, desarmadas e rendidas foram assassinadas a sangue frio, no jardim, sem julgamento, por Benjamin e Serafim Vargas, respectivamente irmão e sobrinho de Getúlio. No dia 9 de novembro de 1943, a Polícia Especial enfrentou a tiros uma passeata de estudantes da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, com duas vítimas fatais. Tudo indica que os mortos e desaparecidos do Estado Novo, sem guerrilha nem ataques terroristas, superaram em muito os do regime militar. Nunca se fez essa contabilidade. Nesse caso, a disputa pelo presente e pelo futuro pedia que se escondessem os cadáveres.
Getúlio virou um divisor de águas ideológicas na história inventada pelos comunistas, oportunistas e palermas e é o pai intelectual de João Goulart, o golpista incompetente deposto em 1964. Antes, como agora, “eles” sabem como transformar em heróis seus assassinos. A arqueologia do golpe é um golpe contra o futuro. Viva 2064! Da Folha de S. Paulo desta sexta-feira
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Do Diário do Poder………….
pré-candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG), afirmou nesta quinta-feira que os resultados da pesquisa CNI/Ibope apontam para o “estertor” do governo Dilma Rousseff. Entre outros dados negativos para o Palácio do Planalto, a sondagem revelou que a avaliação positiva do governo caiu de 43% para 36% em relação ao levantamento anterior, realizado em dezembro.
“Esses indicadores que mostram queda na popularidade da presidente é resultado do conjunto da obra. Não é apenas Pasadena e a Petrobras, que impactam na consciência dos brasileiros e expectativas. Mas é o conjunto da obra”, afirmou o tucano, em entrevista na entrada do plenário do Senado.
Para Aécio Neves, a equação do PT é “inflação alta com crescimento baixo”. “Na infraestrutura, patinamos até aqui. Tudo parado, no meio do caminho, custo Brasil elevadíssimo. Os resultados começam a apontar para um governo que vive os seus estertores”, disse.
A sondagem do Ibope, realizada entre os dias 14 e 17 deste mês, foi feita antes da revelação da reportagem do jornal O Estado de S. Paulo de que Dilma, quando presidia o Conselho de Administração da Petrobras, votou a favor da compra de parte da refinaria de Pasadena com base em um resumo juridicamente “falho”.
Em 2012, a estatal concluiu a compra da refinaria e pagou ao todo US$ 1,18 bilhão por Pasadena, que, sete anos antes, havia sido negociada por US$ 42,5 milhões à ex-sócia belga. A oposição protocolou na manhã de hoje um pedido de CPI no Senado para investigar supostas irregularidades na estatal.
Do blog Vindo dos Pampas:
O RS merece por cada voto dado à essa corja……….
Leiam, principalmente o final….
Muito mais rica de esclarecimentos do que a proposta orçamentária para 2014, é a mensagem que o governador Tarso Genro assina no cartapácio de 175 páginas que o Piratini protocolou na Assembléia do RS, porque ele revela o altíssimo grau de delírio ideológico alcançado pelo PT do RS.
. Neoleninista de carteirinha, autor do livreto “Lênin, corações e mentes”, o governador nunca renunciou ao abraço de urso ideológico que fez quando ainda era jovem e inscreveu-se no Partido Comunista Brasileiro Revolucionário, em Santa Maria. Ele até se adaptou e trabalhou sob a ordem institucional “burguesa” nos últimos anos, mas nunca esqueceu e nem desistiu do que queria.
. Logo na página 17, avisa a mensagem em tom solene, irreal e delirante:
– O novo papel do Estado ou avançará no sentido de iniciar uma transição ao socialismo ou ficará restrito a uma reforma do capitalismo que fortaleça a autonomia de suas burguesias nacionais e promova sua ascensão â situação de competidoras no cenário mundial, a partir da consolidação, com o apoio dos seus governos, da condição de “campeões” empresariais regionais.
. Tarso Genro sabe mais do que qualquer outro cidadão que é impossível implantar uma Comuna de Paris no RS, mas muito menos sustentá-la. Não se implanta o comunismo em unidades federadas separadamente.
. A proposta dos “campeões” regionais, neste caso um empreendimento reformista de caráter “modernizador” e “nacionalista” no quadro do capitalismo, nem sequer resiste ao fracasso que foi a política de “campeões nacionais” patrocinada pelo governo Lula através do BNDES.
. O governo estadual não conta sequer com seu próprio BNDES, porque o Badesul não tem dinheiro para emprestar ou investir em nada desde setembro do ano passado.
. Na esclarecedora mensagem, Tarso Genro diz-se admirador e seguidor do atual modelo ideológico, portanto político e econômico, bolivariano, que só se mantém na Venezuela, seu berço, porque usa força bruta desmedida para oprimir o povo e suprimir as liberdades individuais e públicas.
. Leia o que escreve o governador na página 15:
– Esse movimento (de mudanças e avanços) é decorrente de um processo de mudanças políticas iniciado no começo do século XXI, apenas comparável em abrangência geográfica, sincronia temporal e efeito transformador com o de independência, 200 anos antes. Seu ponto de partida foi a eleição de Hugo Chávez (….) A perseguiçãop desses objetivos veio sendo liderada, em um primeiro momento, de maneira paralela, por iniciativas do Brasil e Venezuela, como a criação da Alba.
CLIQUE AQUI para examinar todas as 175 páginas da mensagem e da proposta orçamentária de 2014,
ainda em exame na Assembléia do RS.
Aí a petazada acha que é paranóia.
Hugo Chavez como símbolo de revolucionário bolivariano para servir de modelo!!!
Veja aonde o RS chegou em termos de entrega do poder para os vermelhos!!!
Vocês merecem! Ah, merecem!!
Ah Rio Grande!
Terra que se orgulhava de seus políticos!
Agora entregue ao Socialismo do tarso!
Ainda vamos louvar muito Santa Catarina por servir de barreira!
Então petralha, quatro frases está de bom tamanho?
PHODa-se