Sinal de celular
Eles não pegam em todos os lugares, aliás, em lugar nenhum. Será que o Governo e a Justiça sabem disso? Se sabem, por que não tomam uma atitude em favor do consumidor?
Eles não pegam em todos os lugares, aliás, em lugar nenhum. Será que o Governo e a Justiça sabem disso? Se sabem, por que não tomam uma atitude em favor do consumidor?
O dilmes também é difícil de entender!
Do Tambosi
Dilma fala e o mundo não entende. Nem os brasileiros. Eis mais alguns exemplos do dilmês, esse idioleto que despreza a lógica (em pleno exercício na Cúpula Brasil-Europa, realizada em Bruxelas):
“A zona Franca de Manaus, ela está numa região. Ela é o centro dela porque ela é a capital da Amazônia”.
“Ela (Zona Franca) evita o desmatamento, que é altamente lucrativo – derrubar árvores plantadas pela natureza é altamente lucrativo”.
“Os homens não são virtuosos, ou seja, nós não podemos exigir da humanidade a virtude, porque ela não é virtuosa, mas alguns homens e mulheres são, e por isso é que as instituições têm que ser virtuosas”.
“Queria destacar a importância da ligação entre o Brasil e a Europa por cabos de fibra óptica submarinos. A ligação com a Europa significa uma diversificação das conexões que o Brasil tem com o resto do mundo”.
“Nós consideramos como estratégica essa relação, até por isso fizemos essa parceria estratégica”.
Reclamações sobre telefonia celular, todos sabem, devem ser dirigidas ao Príncipe da Privataria, o infante FHC.
Quando convinha, eram fanáticos pelas privativações, pareciam ter descoberto a África. Nessas ocasiões, os que desconfiavam do processo, eram tratados como atrasados e retrógrados.
Agora, quando se viu que essa corja que ganhou o presente quase de graça não tem a menor competência para gerir o negócio, apelam ao Governo, insinuando que esse tenha culpa pela presepada.
Vou repetir o desabafo de alguém, nesse blog:
“Sou colorado, fui ao Grenal, choveu, perdi o jogo e o ônibus e chego em casa e a patroa ainda me chamou de gremista”.